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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Como criar herança em Java usando extends - Programação orientada a objetos em JavaQuantidade de visualizações: 29747 vezes |
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Quando estamos projetando as classes que farão parte de um sistema, é aconselhável ter em mente um conceito muito importante da programação orientada a objetos: a herança. O que um aluno, um professor e um funcionário possuem em comum? Todos eles são pessoas e, portanto, compartilham alguns dados comuns. Todos têm nome, idade, endereço, etc. E, o que diferencia um aluno de uma outra pessoa qualquer? Um aluno possui uma matrícula; Um funcionário possui um código de funcionário, data de admissão, salário, etc; Um professor possui um código de professor e informações relacionadas à sua formação. É aqui que a herança se torna uma ferramenta de grande utilidade. Podemos criar uma classe Pessoa, que possui todos os atributos e métodos comuns a todas as pessoas e herdar estes atributos e métodos em classes mais específicas, ou seja, a herança parte do geral para o mais específico. Comece criando uma classe Pessoa (Pessoa.java) como mostrado no código a seguir:
public class Pessoa{
public String nome;
public int idade;
}
Esta classe possui os atributos nome e idade. Estes atributos são comuns a todas as pessoas. Veja agora como podemos criar uma classe Aluno que herda estes atributos da classe Pessoa e inclui seu próprio atributo, a saber, seu número de matrícula. Eis o código:
public class Aluno extends Pessoa{
public String matricula;
}
Observe que, em Java, a palavra-chave usada para indicar herança é extends. A classe Aluno agora possui três atributos: nome, idade e matricula. Veja um aplicativo demonstrando este relacionamento:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
// cria um objeto da classe Aluno
Aluno aluno = new Aluno();
aluno.nome = "Osmar J. Silva";
aluno.idade = 36;
aluno.matricula = "AC33-65";
// Exibe o resultado
System.out.println("Nome: " + aluno.nome + "\n" +
"Idade: " + aluno.idade + "\n" +
"Matrícula: " + aluno.matricula);
}
}
Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado: Nome: Osmar J. Silva Idade: 36 Matrícula: AC33-65 A herança nos fornece um grande benefício. Ao concentrarmos características comuns em uma classe e derivar as classes mais específicas a partir desta, nós estamos preparados para a adição de novas funcionalidades ao sistema. Se mais adiante uma nova propriedade comum tiver que ser adicionada, não precisaremos efetuar alterações em todas as classes. Basta alterar a superclasse e pronto. As classes derivadas serão automaticamente atualizadas. Esta dica foi testada no Java 8. |
Python ::: Python para Engenharia ::: Engenharia Civil - Cálculo Estrutural |
Como calcular os esforços solicitantes majorados em pilares usando Python - Python para Engenharia CivilQuantidade de visualizações: 877 vezes |
![]() Quando estamos dimensionando pilares em concreto armado em geral, a primeira coisa que devemos fazer é calcular os esforços solicitantes, ou seja, as cargas que estão chegando ao pilar. No caso dos pilares intermediários, ou seja, pilares que residem fora dos cantos e extremidades da estrutura e que, por isso, recebem a carga em seu centro geométrico, considera-se a compressão centrada. Dessa forma, chamamos de Nk o somatório de todas as cargas verticais atuantes na estrutura e podemos desprezar as excentricidades de 1ª ordem. De acordo com a NBR 6118 (ABNT, 2014), para a situação de projeto, essa força normal Nk deve ser majorada pelos coeficientes γn e γf, resultando em uma força normal de projeto chamada Nd. O coeficiente γn deve majorar os esforços solicitantes finais de cálculo de acordo com a menor dimensão do pilar. A norma diz que a menor dimensão que um pilar pode ter é 19cm, mas, em alguns casos, podemos ter a menor dimensão de até 14cm, precisando, para isso, majorar os esforços solicitantes. Nos comentários do código Python eu mostro como esse cálculo é feito, de acordo com a NBR 6118 (ABNT, 2014), é claro. O coeficiente γf, na maioria dos casos, possui o valor 1,4 e entra no cálculo para converter a força normal Nk em força normal de projeto Nd. A fórmula para o cálculo dos esforços solicitantes majorados em pilares intermediários é: \[ Nd = \gamma n \cdot \gamma f \cdot Nk \] Onde: γn majora os esforços de acordo com a menor dimensão do pilar de acordo com a NBR 6118 (ABNT, 2014). γf em geral possui o valor 1.4 para majorar os esforços em estruturas de concreto armado. Nk é a força normal característica aplicada ao pilar, em kN. Nd é a força normal de projeto, em kN. Vamos então ao código Python, que solicitará ao usuário os valores de suas dimensões hx e hy (em centímetros) e a carga, ou seja, a força normal característica chegando no pilar em kN e vamos mostrar a força normal de projeto Nd:
# método principal
def main():
# vamos pedir as dimensões do pilar
hx = float(input("Informe a dimensão do pilar na direção x (em cm): "))
hy = float(input("Informe a dimensão do pilar na direção y (em cm): "))
# vamos pedir a carga total no pilar em kN
Nk = float(input("Informe a carga total no pilar (em kN): "))
# vamos obter o menor lado do pilar (menor dimensão da seção transversal)
if (hx < hy):
b = hx
else:
b = hy
# agora vamos calcular a área do pilar em centímetros quadrados
area = hx * hy
# a área está de acordo com a norma NBR 6118 (ABNT, 2014)
if (area < 360):
print("A área do pilar não pode ser inferior a 360cm2")
return
# vamos calcular a força normal de projeto Nd
yn = 1.95 - (0.05 * b) # de acordo com a norma NBR 6118 (ABNT, 2014) Tabela 13.1
yf = 1.4 # regra geral para concreto armado
Nd = yn * yf * Nk
# e mostramos os resultados
print("\nA área do pilar é: {0} cm2".format(round(area, 2)))
print("A menor dimensão do pilar é: {0} cm".format(round(b, 2)))
print("O valor do coeficiente yn é: {0}".format(round(yn, 2)))
print("A força normal de projeto Nd é: {0} kN".format(round(Nd, 2)))
if __name__== "__main__":
main()
Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado: Informe a dimensão do pilar na direção x (em cm): 40 Informe a dimensão do pilar na direção y (em cm): 19 Informe a carga total no pilar (em kN): 841.35 A área do pilar é: 760.0 cm2 A menor dimensão do pilar é: 19.0 cm O valor do coeficiente yn é: 1.0 A força normal de projeto Nd é: 1177.89 kN |
C ::: Estruturas de Dados ::: Lista Ligada Simples |
Estruturas de Dados em C - Como remover um nó no final de uma lista ligada simples em C - Listas encadeadas em CQuantidade de visualizações: 2391 vezes |
Nesta dica mostraremos como é possível excluir o nó no fim (o último nó) de uma lista encadeada simples (singly linked list) em C. Veja a função:
// função que permite remover um nó no fim
// da lista, ou seja, o último nó da lista.
// A função retorna um ponteiro para o início da lista
struct No *remover_final(struct No *inicio){
struct No *n; // nó que será removido
// nó que antecede o nó a ser removido. Isso
// faz sentido, já que ele será o último nó
// agora
struct No *anterior;
n = inicio; // aponta para o início da lista
// varremos os nós da lista e paramos um nó antes do
// nó a ser excluído
while(n->proximo != NULL){
anterior = n; // anterior assume o lugar de n
n = n->proximo; // e n assume o seu próximo
}
// anterior passa a ser o último nó agora
anterior->proximo = NULL;
// mostra o nó removido
printf("\nNo removido: %d\n", n->valor);
free(n); // libera o nó que antes era o último
return inicio;
}
Note que a função recebe um ponteiro para o início da lista e retorna também um ponteiro para o início da lista. Tenha o cuidado de verificar se a lista não está vazia antes de tentar fazer a exclusão. No exemplo eu fiz isso na função main(). Veja a listagem completa abaixo:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
// estrutura Nó
struct No{
int valor;
struct No *proximo;
};
// fim da estrutura Nó
// função que permite exibir os valores de
// todos os nós da lista
void exibir(struct No *n){
if(n != NULL){
do{
printf("%d\n", n->valor);
n = n->proximo;
}while(n != NULL);
}
else
printf("A lista esta vazia\n\n");
}
// função que permite remover um nó no fim
// da lista, ou seja, o último nó da lista.
// A função retorna um ponteiro para o início da lista
struct No *remover_final(struct No *inicio){
struct No *n; // nó que será removido
// nó que antecede o nó a ser removido. Isso
// faz sentido, já que ele será o último nó
// agora
struct No *anterior;
n = inicio; // aponta para o início da lista
// varremos os nós da lista e paramos um nó antes do
// nó a ser excluído
while(n->proximo != NULL){
anterior = n; // anterior assume o lugar de n
n = n->proximo; // e n assume o seu próximo
}
// anterior passa a ser o último nó agora
anterior->proximo = NULL;
// mostra o nó removido
printf("\nNo removido: %d\n", n->valor);
free(n); // libera o nó que antes era o último
return inicio;
}
// função que permite inserir nós no
// final da lista.
// veja que a função recebe o valor a ser
// armazenado em cada nó e um ponteiro para o
// início da lista. A função retorna um
// ponteiro para o início da lista
struct No *inserir_final(struct No *n, int v){
// reserva memória para o novo nó
struct No *novo = (struct No*)malloc(sizeof(struct No));
novo->valor = v;
// verifica se a lista está vazia
if(n == NULL){
// é o primeiro nó...não deve apontar para
// lugar nenhum
novo->proximo = NULL;
return novo; // vamos retornar o novo nó como sendo o início da lista
}
else{ // não está vazia....vamos inserir o nó no final
// o primeiro passo é chegarmos ao final da lista
struct No *temp = n; // vamos obter uma referência ao primeiro nó
// vamos varrer a lista até chegarmos ao último nó
while(temp->proximo != NULL){
temp = temp->proximo;
}
// na saída do laço temp aponta para o último nó da lista
// novo será o último nó da lista...o campo próximo dele deve
// apontar para NULL
novo->proximo = NULL;
// vamos fazer o último nó apontar para o nó recém-criado
temp->proximo = novo;
return n; // vamos retornar o início da lista intacto
}
}
int main(int argc, char *argv[])
{
// declara a lista
struct No *inicio = NULL;
// vamos inserir quatro valores no final
// da lista
inicio = inserir_final(inicio, 45);
inicio = inserir_final(inicio, 3);
inicio = inserir_final(inicio, 98);
inicio = inserir_final(inicio, 47);
// vamos exibir o resultado
printf("Valores presentes na lista ligada antes da remocao:\n");
exibir(inicio);
// vamos remover o nó no fim da lista
if(inicio != NULL){
inicio = remover_final(inicio);
}
// vamos exibir o resultado
printf("\nValores presentes na lista ligada apos a remocao:\n");
exibir(inicio);
system("pause");
return 0;
}
Ao executar esse código você terá o seguinte resultado: Valores presentes na lista ligada antes da remocao: 45 3 98 47 No removido: 47 Valores presentes na lista ligada apos a remocao: 45 3 98 Pressione qualquer tecla para continuar. . . |
Delphi ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas |
Como calcular o cateto oposto dadas as medidas da hipotenusa e do cateto adjascente em DelphiQuantidade de visualizações: 3334 vezes |
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Todos estamos acostumados com o Teorema de Pitágoras, que diz que "o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos". Baseado nessa informação, fica fácil retornar a medida do cateto oposto quando temos as medidas da hipotenusa e do cateto adjascente. Isso, claro, via programação em linguagem Delphi. Comece observando a imagem a seguir: ![]() Veja que, nessa imagem, eu já coloquei os comprimentos da hipotenusa, do cateto oposto e do cateto adjascente. Para facilitar a conferência dos cálculos, eu coloquei também os ângulos theta (que alguns livros chamam de alfa) e beta já devidamente calculados. A medida da hipotenusa é, sem arredondamentos, 36.056 metros. Então, sabendo que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (Teorema de Pitógoras): \[c^2 = a^2 + b^2\] Tudo que temos que fazer é mudar a fórmula para: \[a^2 = c^2 - b^2\] Veja que agora o quadrado do cateto oposto é igual ao quadrado da hipotenusa menos o quadrado do cateto adjascente. Não se esqueça de que a hipotenusa é o maior lado do triângulo retângulo. Veja agora como esse cálculo é feito em linguagem Delphi:
procedure TForm2.Button1Click(Sender: TObject);
var
a, b, c: Real;
begin
c := 36.056; // medida da hipotenusa
b := 30; // medida do cateto adjascente
// agora vamos calcular o comprimento da cateto oposto
a := sqrt(sqr(c) - sqr(b));
// e mostramos o resultado
Edit1.Text := 'A medida do cateto oposto é: ' +
FloatToStr(a);
end;
Veja que o cálculo é feito a partir do evento Click de um botão Button1 e o resultado é apresentado na propriedade Text de uma caixa de texto Edit1. Ao executar este código Delphi nós teremos o seguinte resultado: A medida do cateto oposto é: 20,0008783807112 Como podemos ver, o resultado retornado com o código Delphi confere com os valores da imagem apresentada. |
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