LISP ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como calcular MMC em Lisp - Como calcular o Mínimo Múltiplo Comum na linguagem LispQuantidade de visualizações: 1129 vezes |
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O Mínimo Múltiplo Comum (MMC), ou LCM (Least Common Multiple) é um tipo de operação matemática utilizada para encontrar o menor número positivo, diferente de 0 (zero), que é múltiplo ao mesmo tempo de dois ou mais números. O MMC é utilizado, por exemplo, na soma e subtração de frações - quando é necessário um denominador comum. Nesta dica mostrarei como podemos calcular o MMC de dois números inteiros informados pelo usuário. Veja o código Common Lisp completo:
; variáveis que vamos usar no programa
(let ((num1)(num2)(maior)(mmc))
; Vamos ler o primeiro número
(princ "Informe o primeiro número: ")
; talvez o seu compilador não precise disso
(force-output)
; atribui o valor lido à variável num1
(setq num1 (read))
; Vamos ler o segundo número
(princ "Informe o segundo número: ")
; talvez o seu compilador não precise disso
(force-output)
; atribui o valor lido à variável num2
(setq num2 (read))
; agora escolhemos o maior número
(cond ((> num1 num2)(setq maior num1))
(t (setq maior num2))
)
; e entramos em um laço loop
(loop
; testa se o maior é divisível por num1 e por num2
(cond ((and (= 0 (rem maior num1))(= 0 (rem maior num2)))
; mmc recebe o maior e sai do laço
(setq mmc maior)(return)))
; incrementa o valor da variável maior
(setq maior (+ maior 1))
)
; mostra o resultado
(format t "O MMC dos dois números é ~D" mmc)
)
Ao executarmos este código Common Lisp nós teremos o seguinte resultado: Informe o primeiro número: 6 Informe o segundo número: 3 O MMC dos dois números é: 6 Note que a linguagem Common Lisp possui uma função LCM() que permite calcular o MMC de dois ou mais números. Minha intenção com essa dica foi mostrar como o cálculo do MMC é feito em Common Lisp. |
Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação orientada a objetos em Java - Como criar e usar interfaces em seus programas JavaQuantidade de visualizações: 12332 vezes |
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Muitos estudantes de Java torcem o nariz quando nós, professores e instrutores, tocamos no assunto de interfaces. Definitivamente este não é um tópico fácil de entender ao primeiro contato. Comecemos com uma analogia simples. É sabido que é cada vez maior o número de softwares sendo desenvolvidos em equipes, ou seja, o projeto do software é desmembrado e suas funcionalidades são implementadas por grupos diferentes de programadores. Quando estamos desenvolvendo software em grupos de programadores, é comum desenvolvermos partes que dependem do trabalho de um outro grupo. E, nem sempre podemos esperar que uma parte da qual dependemos fique pronta para só então progredirmos. Para isso, um contrato entre os grupos de programadores é firmado. E este contrato é o que chamamos de interface. Suponhamos que em um determinado momento meu grupo está desenvolvendo código que depende da parte de impressão, sendo desenvolvida por outro grupo. Todos se reúnem e decidimos quais funcionalidades a classe de impressão terá e quais métodos públicos serão disponibilizados. Feito isso, uma interface contendo a assinatura destes métodos é disponibilizada para todos e o desenvolvimento continua. Mais tarde, quando a classe de impressão estiver sendo desenvolvida, ela poderá implementar a interface anteriormente disponibilizada e tudo está resolvido. Sendo assim, uma interface na linguagem de programação Java é um tipo referência, similar a uma classe. A diferença é que uma interface pode conter apenas constantes e assinaturas e métodos. Não há a implementação dos corpos dos métodos. Além disso, interfaces não podem ser instanciadas usando new. Veja o que acontece quando tentamos fazer isso (lembre-se de que List é interface):
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
// cria um objeto da interface List
List lista = new List();
}
}
Ao tentarmos compilar este código teremos a seguinte mensagem de erro:
Estudos.java:6: java.util.List is abstract;
cannot be instantiated
List lista = new List();
^
1 error
Interfaces devem ser implementadas por classes ou extendidas por outras interfaces. Agora, um detalhe interessante. Se você verificar a API do Java, verá que a interface List é implementada pelas classes AbstractList, ArrayList, LinkedList e Vector. Desta forma, o código anterior pode ser modificado para:
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
// cria um objeto da interface List
List lista = new ArrayList();
}
}
Este código compila normalmente e fortalece nossa discussão a respeito da interface de impressão. O sistema inteiro pode fazer referências a uma interface e, para que ele funcione da forma esperada, só precisamos fornecer a classe que implementa a interface no momento de instanciar os objetos. Isso demonstra que o nome de uma interface pode ser usado em qualquer lugar no qual um tipo da classe que a implementa seja necessário. Vamos ver agora como criar uma interface chamada Pessoa. Veja:
public interface Pessoa{
public void setNome(String nome);
public String getNome();
}
Salve esta interface como Pessoa.java e a compile. Pronto! Esta interface já pode ser usada no sistema, contanto que todos do grupo tenham concordado com as assinaturas dos métodos. Agora observe uma classe Cliente que implementa esta interface:
public class Cliente implements Pessoa{
private String nome;
private int idade;
public void setNome(String nome){
this.nome = nome;
}
public String getNome(){
return this.nome;
}
}
Salve este código como Cliente.java e o compile. O primeiro detalhe a observar é o uso da palavra-chave implements para mostrar que a classe implementa a interface Pessoa. Note também que a classe fornece implementação para todos os métodos da interface. Não seguir esta regra geraria o seguinte erro de compilação:
Cliente.java:1: Cliente is not abstract and
does not override abstract method getNome() in
Pessoa
public class Cliente implements Pessoa{
^
1 error
Em resumo, uma interface define um protocolo de comunicação entre dois objetos e pode conter, além das assinaturas dos métodos, constantes. Neste caso todas estas constantes serão implicitamente public, static e final. Mesmo que estes modificadores sejam omitidos. |
PHP ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação Orientada a Objetos em PHP - Como criar e usar variáveis estáticas em PHPQuantidade de visualizações: 10480 vezes |
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Como já vimos em outras dicas desta seção, uma classe possui propriedades (variáveis) e métodos. Dessa forma, cada instância (cópia ou objeto) desta classe possui suas próprias cópias das variáveis declaradas na classe. Veja a seguinte declaração de uma classe Produto:
<?
// classe Produto com duas variáveis privadas e seus
// correspondentes métodos mutatórios e acessórios
class Produto{
private $nome;
private $preco;
public function setNome($nome){
$this->nome = $nome;
}
public function getNome(){
return $this->nome;
}
public function setPreco($preco){
$this->preco = $preco;
}
public function getPreco(){
return $this->preco;
}
}
?>
Aqui cada instância da classe Produto terá suas próprias variáveis $nome e $preco. Há, porém, situações nas quais gostaríamos que uma determinada variável pertencesse à classe e não à cada instância individual. Um bom exemplo disso seria uma variável que registra a quantidade de instâncias que temos de uma classe ou a técnica de se atribuir um identificador único a cada instância da classe. Variáveis estáticas em PHP podem ser criadas por meio do uso da palavra-chave static. É comum tais variáveis serem declaradas com o modificador public, o que as torna acessíveis fora da classe na qual estas estão declaradas. Veja um exemplo:
<?
// classe Produto com duas variáveis privadas e seus
// correspondentes métodos mutatórios e acessórios
class Produto{
private $nome;
private $preco;
// uma variável estática que permite contar as instâncias
// desta classe
public static $contador = 0;
// construtor da classe Produto
function __construct(){
// vamos incrementar o contador aqui
self::$contador++;
}
}
// vamos criar duas instâncias da classe Produto
$p1 = new Produto();
$p2 = new Produto();
// vamos obter o valor do contador de instâncias
echo "Até este momento já criamos " . Produto::$contador .
" instâncias da classe Produto";
?>
Este código possui alguns pontos interessantes e merece uma análise bem detalhada. Perceba que, dentro da classe, uma variável estática é acessada usando-se self e não $this, como fazemos com as variáveis de instâncias. Outra observação interessante é em relação ao acesso da variável estática fora da classe. Aqui nós usamos o nome da classe seguida por um par de dois pontos "::" e não por meio de referências às suas instâncias individuais. Finalmente observe o construtor da classe. A cada instância construída nós acessamos a variável estática e incrementamos seu valor em 1. É importante observar que variáveis estáticas não podem ser acessadas por meio de referências às instâncias da classe usando o operador "->". Assim, o trecho de código abaixo: // vamos tentar alterar o valor da variável estática por meio // de uma referência a uma das instâncias da classe Produto $p1->contador = 5; não provoca erros mas, também não traz o resultado esperado. |
Delphi ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como substituir todas as ocorrências de uma substring em uma string em Delphi sem considerar maiúsculas e minúsculas usando a função ReplaceText()Quantidade de visualizações: 12235 vezes |
Algumas vezes precisamos substituir todas as ocorrências de uma substring em uma string mas não queremos diferenciar letras maiúsculas de letras minúsculas. Em Delphi isso pode ser feito com o auxílio da função ReplaceText(). Esta função requer a string na qual a substituição ocorrerá, a substring a ser substituída e a nova substring. O resultado será uma nova string resultante da substituição. Veja o exemplo:procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject); var frase: string; begin frase := 'PHP? Sim, eu gosto muito de PHP'; // vamos substituir todas as ocorrências de "PHP" por "Delphi' // sem considerar maiúsculas e minúsculas frase := ReplaceText(frase, 'Php', 'Delphi'); // vamos exibir o resultado ShowMessage(frase); end; Lembre-se de que esta função não diferencia maiúsculas e minúsculas. Não se esqueça de adicionar a unit StrUtils no uses do seu formulário. Para questões de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009. |
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