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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

Ruby ::: Fundamentos da Linguagem ::: Passos Iniciais

Como retornar a versão do Ruby instalada na sua máquina usando ruby -v ou a constante RUBY_DESCRIPTION

Quantidade de visualizações: 9990 vezes
Se você quiser saber a versão do Ruby instalada em seu computador, ou a versão do interpretador sendo usado no momento, basta abrir uma janela de comando e disparar o comando:

ruby -v

Você terá um resultado parecido com o seguinte:

ruby 2.7.4p191 (2021-07-07 revision a21a3b7d23) [x64-mingw32]

Se você estiver na tela do Interactive Ruby, você pode simplesmente digitar RUBY_DESCRIPTION e pressionar Enter. O resultado será o mesmo exibido em uma janela de comando usando ruby -v.

Podemos também usar a constante RUBY_DESCRIPTION dentro de um script Ruby. Veja:

# Este exemplo mostra como obter a versão do Ruby
# usando a constante RUBY_DESCRIPTION
 
# guarda a versão em uma variável
versao = RUBY_DESCRIPTION

# mostra na tela
puts "A versão do Ruby é: #{versao}"

Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

A versão do Ruby é: ruby 2.7.4p191 (2021-07-07 revision a21a3b7d23) [x64-mingw32]


Delphi ::: Dicas & Truques ::: Rotinas de Conversão

Como converter uma string em um valor numérico de ponto-flutuante (com parte fracionária) em Delphi usando as funções StrToFloat(), TryStrToFloat() e StrToFloatDef()

Quantidade de visualizações: 25599 vezes
Em algumas situações precisamos converter strings em valores numéricos do tipo ponto-flutuante, ou seja, números que contenham uma parte fracionária. Isso acontece quando recebemos valores de caixas de texto e precisamos usuá-los em cálculos.

Vamos começar com a função StrToFloat() da unit SysUtils. Esta função recebe uma string representando um valor de ponto-flutuante válido e retorna um valor de ponto-flutuante. Veja o exemplo:

procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
  valor1, valor2, soma: Double;
begin
  // vamos receber as strings dos TEdits e converter
  // seus valores para números de ponto-flutuante
  // note que em Delphi, um valor de ponto-flutuante
  // é informado em caixas de texto usando vírgula. Ex: 7,3
  valor1 := StrToFloat(Edit1.Text);
  valor2 := StrToFloat(Edit2.Text);

  // vamos obter a soma dos dois valores
  soma := valor1 + valor2;

  // vamos exibir o resultado. Note o uso de FloatToStr() para
  // converter o valor fracionário em string
  ShowMessage('A soma é: ' + FloatToStr(soma));
end;

Note que, se a string sendo convertida possuir um valor de ponto-flutuante inválido, uma exceção do tipo EConvertError será lançada. Podemos evitar isso usando a função TryStrToFloat(). Esta função recebe dois argumentos: a string a ser convertida e a variável do tipo Extended, Double ou Single que receberá o valor. O resultado será true se a conversão for feita com sucesso e false em caso contrário. Veja:

procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
  valor: Double;
begin
  // vamos tentar converter o valor da caixa de texto
  // em um valor de ponto-flutuante
  if TryStrToFloat(Edit1.Text, valor) then
    ShowMessage('Conversão efetuada com sucesso.')
  else
    ShowMessage('Erro na conversão');
end;

Há ainda uma terceira possibilidade: usar a função StrToFloatDef(). Esta função funciona exatamente da mesma forma que StrToFloat(), exceto que agora, se houver um erro de conversão, um valor de ponto-flutuante padrão será retornado. Veja:

procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
  valor: Double;
begin
  // vamos converter o valor da caixa de texto
  // em um valor de ponto-flutuante. Se a conversão não puder
  // ser feita o valor 10,50 será atribuído à varial valor
  valor := StrToFloatDef(Edit1.Text, 10.50);

  // vamos exibir o resultado
  ShowMessage(FloatToStr(valor));
end;

Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009.


R ::: Dicas & Truques ::: Geometria, Trigonometria e Figuras Geométricas

Como calcular o coeficiente angular de uma reta em R dados dois pontos no plano cartesiano

Quantidade de visualizações: 1994 vezes
O Coeficiente Angular de uma reta é a variação, na vertical, ou seja, no eixo y, pela variação horizontal, no eixo x. Sim, isso mesmo. O coeficiente angular de uma reta tem tudo a ver com a derivada, que nada mais é que a taxa de variação de y em relação a x.

Vamos começar analisando o seguinte gráfico, no qual temos dois pontos distintos no plano cartesiano:



Veja que o segmento de reta AB passa pelos pontos A (x=3, y=6) e B (x=9, y=10). Dessa forma, a fórmula para obtenção do coeficiente angular m dessa reta é:

\[\ \text{m} = \frac{y_2 - y_1}{x_2 - x_1} = \frac{\Delta y}{\Delta x} = tg \theta \]

Note que __$\Delta y__$ e __$\Delta x__$ são as variações dos valores no eixo das abscissas e no eixo das ordenadas. No triângulo retângulo que desenhei acima, a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto oposto e a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto adjascente.

Veja agora o trecho de código na linguagem R que solicita as coordenadas x e y dos dois pontos, efetua o cálculo e mostra o coeficiente angular m da reta que passa pelos dois pontos:

# x e y do primeiro ponto
x1 <- readline("Coordenada x do primeiro ponto: ")
y1 <- readline("Coordenada y do primeiro ponto: ")
x1 <- as.numeric(x1)
y1 <- as.numeric(y1)

# x e y do segundo ponto
x2 <- readline("Coordenada x do segundo ponto: ")
y2 <- readline("Coordenada y do segundo ponto: ")
x2 <- as.numeric(x2)
y2 <- as.numeric(y2)

# agora vamos calcular o coeficiente angular
m <- (y2 - y1) / (x2 - x1)

# mostramos o resultado
paste("O coeficiente angular é:", m)

Ao executar este código em linguagem R nós teremos o seguinte resultado:

[1] "O coeficiente angular é: 0.666666666666667"

Veja agora como podemos calcular o coeficiente angular da reta que passa pelos dois pontos usando o Teorema de Pitágoras. Note que agora nós estamos tirando proveito da tangente do ângulo Theta (__$\theta__$), também chamado de ângulo Alfa ou Alpha (__$\alpha__$):

# x e y do primeiro ponto
x1 <- readline("Coordenada x do primeiro ponto: ")
y1 <- readline("Coordenada y do primeiro ponto: ")
x1 <- as.numeric(x1)
y1 <- as.numeric(y1)

# x e y do segundo ponto
x2 <- readline("Coordenada x do segundo ponto: ")
y2 <- readline("Coordenada y do segundo ponto: ")
x2 <- as.numeric(x2)
y2 <- as.numeric(y2)

# vamos obter o comprimento do cateto oposto
cateto_oposto <- y2 - y1
# e agora o cateto adjascente
cateto_adjascente <- x2 - x1
# vamos obter o ângulo tetha, ou seja, a inclinação da hipetunesa
# (em radianos, não se esqueça)
tetha <- atan2(cateto_oposto, cateto_adjascente)
# e finalmente usamos a tangente desse ângulo para calcular
# o coeficiente angular
tangente <- tan(tetha)

# mostramos o resultado
paste("O coeficiente angular é:", tangente)

Ao executar este código você verá que o resultado é o mesmo. No entanto, fique atento às propriedades do coeficiente angular da reta:

1) O coeficiente angular é positivo quando a reta for crescente, ou seja, m > 0;

2) O coeficiente angular é negativo quando a reta for decrescente, ou seja, m < 0;

3) Se a reta estiver na horizontal, ou seja, paralela ao eixo x, seu coeficiente angular é zero (0).

4) Se a reta estiver na vertical, ou seja, paralela ao eixo y, o coeficiente angular não existe.


VisuAlg ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Estruturas de Controle

Exercícios Resolvidos de VisuAlg - Ler os lados de um triângulo e informar se ele é isósceles, escaleno ou equilátero

Quantidade de visualizações: 998 vezes
Pergunta/Tarefa:

Um triângulo é uma forma geométrica (polígono) composta de três lados, sendo que cada lado é menor que a soma dos outros dois lados. Assim, para que um triângulo seja válido, é preciso que seus lados A, B e C obedeçam à seguinte regra:

A < (B + C), B < (A + C) e C < (A + B).

Escreva um programa VisuAlg que leia os três lados de um triângulo e verifique se tais valores realmente formam um triângulo. Se o teste for satisfatório, informe se o triângulo é isósceles (dois lados iguais e um diferente), escaleno (todos os lados diferentes) ou equilátero (todos os lados iguais).

Sua saída deverá ser parecida com:

Informe o primeiro lado do triângulo: 30
Informe o segundo lado do triângulo: 40
Informe o terceiro lado do triângulo: 60
O triângulo é escaleno
Resposta/Solução:

Veja a resolução comentada deste exercício usando VisuAlg:

algoritmo "Testar o tipo de um triângulo em VisuAlg"

var
  // variáveis usadas na resolução do problema
  lado_a, lado_b, lado_c: inteiro

inicio
  // vamos ler o primeiro lado do triângulo
  escreva("Informe o primeiro lado do triângulo: ")
  leia(lado_a)

  // vamos ler o segundo lado do triângulo
  escreva("Informe o segundo lado do triângulo: ")
  leia(lado_b)

  // vamos ler o terceiro lado do triângulo
  escreva("Informe o terceiro lado do triângulo: ")
  leia(lado_c)

  // os lados informados formam um triângulo?
  se ((lado_a < (lado_b + lado_c)) e (lado_b < (lado_a + lado_c)) e 
    (lado_c < (lado_a + lado_b))) entao
    // é um triângulo equilátero (todos os lados iguais)?
    se ((lado_a = lado_b) e (lado_b = lado_c)) entao
      escreval("O triângulo é equilátero")
    senao
      // é isósceles (dois lados iguais e um diferente)?
      se ((lado_a = lado_b) ou (lado_a = lado_c) ou (lado_c = lado_b)) entao
        escreval("O triângulo é isósceles")
      senao
        // é escaleno
        escreval("O triângulo é escaleno")
      fimse
    fimse
  senao
    escreval("Os lados informados não formam um triângulo.")
  fimse

fimalgoritmo



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