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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

Ruby ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes)

Como criar e usar arrays em Ruby - Vetores e matrizes na linguagem Ruby

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Como criar arrays em Ruby - Vetores e matrizes na linguagem Ruby

Arrays (vetores e matrizes) em Ruby são criadas a partir da classe Array. Esta classe serve para agrupar uma coleção de referências a objetos. Cada referência aos objetos ocupa uma posição no array, identificada por um número inteiro não negativo.

Podemos criar arrays em Ruby de duas formas: usando literais ou explicitamente, criando um objeto Array. Veja como criar um array usando a notação literal:

# cria um array de valores inteiros
valores = [43, 12, 8, 56]

# obtém o valor do segundo elemento
valor = valores[1]

# altera o valor do primeiro elemento
valores[0] = 5

Vamos agora criar um array usando um objeto da classe Array:

# cria um objeto da classe Array
valores = Array.new

# atribui valores inteiros ao array
valores[0] = 76
valores[1] = 3
valores[2] = 9
valores[3] = 87

# obtém o valor do segundo elemento
valor = valores[1]

# altera o valor do primeiro elemento
valores[0] = 5

Arrays em Ruby armazenam referências a objetos e, como em Ruby tudo é objeto, podemos criar arrays de tipos diferentes. Veja:

# cria um array de tipos diferentes
valores = [43, "Osmar", 7.5]

# obtém o valor do segundo elemento
valor = valores[1]

# altera o valor do primeiro elemento
valores[0] = 5



Laravel ::: Artigos e Tutorias ::: CRUD - CREATE, READ, UPDATE, DELETE

Como criar um CRUD completo em Laravel 8 - CRUD em Laravel usando PHP e MySQL (MariaDB) - Parte 1

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Uma das maiores dificuldades de quem está aprendendo a desenvolver aplicações em Laravel é encontrar livros e tutoriais realmente direcionados para os iniciantes. A documentação do framework Laravel é muito consistente e apurada, mas não nos oferece um caminho progressivo para desenvolver do zero uma aplicação que vai de encontro ao anseio daqueles que querem desenvolver códigos Laravel com conexão à banco de dados, principalmente com o MySQL (ou MariaDB).

Nesta série de tutoriais eu mostrarei como criar um CRUD completo em Laravel e MySQL, usando o XAMPP (PHP, MySQL e Apache Web Server). CRUD é uma abreviação para CREATE, READ, UPDADE e DELETE, ou seja, as quatro operações que comumente usamos em cadastros de clientes, produtos, etc.

Então, sem mais atrasos, vamos colocar a mão na massa. Comece verificando se você já tem o Laravel instalado. Caso não tenha, aqui mesmo no site você encontrará instruções para fazer a instalação. Certifique-se também de que o seu XAMPP esteja instalado e funcionando corretamente.

Criando a aplicação Laravel

Para começar, vamos criar a aplicação. Daremos a ela o nome de biblioteca e faremos o cadastro de alguns livros. Abra uma janela de prompt e dispare os comandos abaixo:

C:\Users\Osmar>cd C:\xampp\htdocs
C:\xampp\htdocs>composer create-project --prefer-dist laravel/laravel biblioteca

Aguarde um pouco até que a aplicação seja criada e as dependências sejam instaladas. Vá pegar um cafezinho e, quando voltar, verifique se tudo correu bem e vamos progredir.

Hora de criar a base de dados no MySQL

Depois de criada a aplicação Laravel, vamos até o banco MySQL criar a nossa base de dados. Daremos a ela o nome de biblioteca. Você pode criar a base de dados usando o phpMyAdmin, a linha de comando ou sua ferramenta GUI favorita. O passo seguinte é configurar os parâmetros de conexão essa base de dados. Para isso, abra o arquivo .env na raiz do projeto e localize as linhas abaixo (caso não saiba como abrir o arquivo .env, use a opção File -> Open File do Visual Code da Microsoft):

DB_CONNECTION=mysql
DB_HOST=127.0.0.1
DB_PORT=3306
DB_DATABASE=laravel
DB_USERNAME=root
DB_PASSWORD=

Encontrou as linhas mencionadas? Agora altere-as para as definições abaixo:

DB_CONNECTION=mysql
DB_HOST=localhost
DB_PORT=3306
DB_DATABASE=biblioteca
DB_USERNAME=root
DB_PASSWORD=osmar1234

É claro que os parâmetros de conexão Laravel + MySQL podem variar do meu exemplo para o seu.

Vamos criar a migração (migration) - Mais café, por favor

Com a base de dados MySQL já criada, vamos criar agora uma tabela chamada livros. Em uma janela de terminal, dispare os comandos abaixo:

C:\xampp\htdocs>cd C:\xampp\htdocs\biblioteca

C:\xampp\htdocs\biblioteca>php artisan make:migration criar_tabela_livros --create=livros
Created Migration: 2021_01_29_141019_criar_tabela_livros

Se tudo correu bem, abra o diretório C:\xampp\htdocs\biblioteca\database\migrations e verá um arquivo chamado 2021_01_29_141019_criar_tabela_livros.php. Abra-o e teremos o seguinte conteúdo:

<?php

use Illuminate\Database\Migrations\Migration;
use Illuminate\Database\Schema\Blueprint;
use Illuminate\Support\Facades\Schema;

class CriarTabelaLivros extends Migration
{
  /**
   * Run the migrations.
   *
   * @return void
  */
  public function up()
  {
    Schema::create('livros', function (Blueprint $table) {
      $table->id();
      $table->timestamps();
    });
  }

  /**
   * Reverse the migrations.
   *
   * @return void
  */
  public function down()
  {
    Schema::dropIfExists('livros');
  }
}
?>

Note que temos uma classe chamada CriarTabelaLivros que extende Migration e, dentro dessa classe, foram criados dois métodos: up(), que permite criar a tabela livros e down(), que permite excluí-la.

Vamos alterar o método up() para a seguinte versão:

public function up()
{
  Schema::create('livros', function (Blueprint $table) {
    $table->increments('id');
    $table->string('titulo');
    $table->string('autor');
    $table->integer('paginas');
    $table->timestamps();
  });
}


Veja que nossa tabela livros será composta de quatro campos: id (chave primária auto-incremento), titulo (varchar), autor (varchar) e paginas (int). O Laravel incluirá dois outros campos: created_at e updated_at para podemos registrar data e hora da criação e alteração dos registros individuais.

Vamos fazer a migração agora?

Agora que já temos a base de dados MySQL criada, configuramos os parâmetros de conexão no arquivo .env e criamos o arquivo de migração, o passo seguinte é rodar a migração. Para isso abra uma janela de terminal e digite o comando a seguir:

C:\xampp\htdocs\biblioteca>php artisan migrate
Migrating: 2021_01_29_141019_criar_tabela_livros
Migrated: 2021_01_29_141019_criar_tabela_livros (63.66ms)

Se olharmos na base de dados agora, veremos que a tabela livros foi devidamente criada. Confira os campos atentamente e faça as alterações que julgar necessárias.

Na parte 2 deste tutorial de CRUD usando Laravel + MySQL, veremos como criar a rota de direcionamento das ações CRUD, o controlador (controller), o model (model) e as views (visões). Até lá e bons estudos.

Leia a parte 2 aqui: Como criar um CRUD completo em Laravel 8 - CRUD em Laravel usando PHP e MySQL (MariaDB) - Parte 2


Delphi ::: Dicas & Truques ::: Rotinas de Conversão

Como converter strings em valores TDateTime usando as funções StrToDate() e StrToDateDef() do Delphi

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A função StrToDate() da unit SysUtils é usada quando queremos converter strings em valores TDateTime. No Delphi 2009 esta função possui duas assinaturas:

function StrToDate(const S: string): TDateTime; overload;
function StrToDate(const S: string; const FormatSettings: 
  TFormatSettings): TDateTime; overload;


A primeira versão de StrToDate() recebe uma string contendo uma data e retorna um objeto TDateTime. Veja o seguinte trecho de código:

procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
  data: string;
  data2: TDateTime;
begin
  // vamos converter a data 22/02/2005
  data := '22/02/2005';

  // a conversão acontece aqui. Note que, caso a conversão
  // não seja possível, uma exceção do tipo EConvertError será
  // disparada (lançada)
  try
    data2 := StrToDate(data);
    ShowMessage(DateTimeToStr(data2));
  except
    on e: EConvertError do
      ShowMessage('Não foi possível efetuar a conversão: ' +
        e.Message);
  end;
end;


Note que a função StrToDate() lançará uma exceção do tipo EConvertError se a string não possuir uma data válida. Os valores de strings representando datas válidas incluem mês/dia/ano, dia/mês/ano e ano/mês/dia. A ordem de dia, mês e ano é determinada pela variáve global ShortDateFormat. Se fornecermos valores apenas para o dia e o mês a função incluirá o ano atual. Não podemos esquecer a barra de separação de datas. Se seu aplicativo foi desenvolvido para rodar em outras localidades, obtenha o separador de datas por meio da variável global DateSeparator.

A primeira versão da função StrToDate() não é segura em relação a threads (thread-safe) devido ao uso de informações de localização contidas em variáveis globais, ou seja, se uma thread modificar os valores de tais variáveis, código sendo executado em outras threads sofrerão as consequencias. Para evitar isso podemos usar a segunda versão de StrToDate(), que usa um objeto FormatSettings para guardar as informações de localização. Veja um exemplo:

procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
  data: string;
  data2: TDateTime;
  formato: TFormatSettings;
begin
  // vamos converter a data 22/02/2005
  data := '22/02/2005';

  // a conversão acontece aqui. Note que, caso a conversão
  // não seja possível, uma exceção do tipo EConvertError será
  // disparada (lançada)
  try
    GetLocaleFormatSettings(LOCALE_SYSTEM_DEFAULT, formato);
    data2 := StrToDate(data, formato);
    ShowMessage(DateTimeToStr(data2));
  except
    on e: EConvertError do
      ShowMessage('Não foi possível efetuar a conversão: ' +
        e.Message);
  end;
end;

A função StrToDateDef() é similar à função StrToDate(). A diferença é que, se a string possuir uma data inválida, a função StrToDateDef() retorna uma data padrão, ou seja, não haverá nenhuma exceção atirada. Veja:

procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
  data: string;
  data2: TDateTime;
begin
  // vamos converter a data 2s2/02/2005 (inválida)
  data := '2s2/02/2005';

  // a conversão acontece aqui. Note que, caso a conversão
  // não seja possível, a data atual será retornada
  data2 := StrToDateDef(data, Now);
  ShowMessage(DateTimeToStr(data2));
end;

Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009.


Java ::: Coleções (Collections) ::: Vector

Java Collections - Como remover um determinado elemento de um Vector baseado em seu valor

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Muitas vezes precisamos excluir um determinado elemento de um Vector baseado em seu valor. Isso pode ser feito com o método remove(). Veja sua assinatura:

public boolean remove(Object o)
Veja que só precisamos fornecer o valor do elemento a ser removido. O retorno será um valor boolean mostrando o resultado da operação. Eis um trecho de código exemplificando isso:

import java.util.*;

public class Estudos{ 
  public static void main(String args[]){ 
    // Cria o Vector
    Vector<String> nomes = new Vector<String>();

    // adiciona itens ao Vector
    nomes.addElement("Osmar");
    nomes.addElement("Marcos");
    nomes.addElement("Ingrid");

    // vamos exibir os elementos
    for(String nome : nomes)
      System.out.println(nome);

    // vamos excluir o elemento "Ingrid"
    boolean sucesso = nomes.remove("Ingrid");
    if(sucesso)    
      System.out.println("\nO elemento foi removido " +
        "com sucesso.\n");
    else 
      System.out.println("\nO elemento NAO foi removido " +
        "com sucesso.\n");

    // vamos exibir os elementos novamente
    for(String nome : nomes)
      System.out.println(nome);
  } 
}

Ao executar este exemplo nós teremos o seguinte resultado:

Osmar
Marcos
Ingrid

O elemento foi removido com sucesso.

Osmar
Marcos


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