Java ::: Java + MySQL ::: Passos Iniciais

Java MySQL - Como efetuar uma conexão Java + JDBC + MySQL usando o NetBeans IDE

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Se sua intenção é usar a linguagem Java em combinação com o banco de dados MySQL, o primeiro passo é aprender como se conectar a este banco de dados usando JDBC (Java Database Connectivity). Para isso, siga atentamente os passos abaixo:

a) Pesquise e baixe o driver Sun Microsystem's JDBC Driver for MySQL. A versão mais recente deste driver é chamada de MySQL Connector/J e pode ser baixada no endereço http://dev.mysql.com/downloads. Durante a autoria deste artigo, o nome do arquivo a ser baixado era semelhante à mysql-connector-java-5.1.10.zip.

b) Depois de descompactar o arquivo baixado, adicione uma referência para o Jar mysql-connector-java-5.1.10-bin.jar. Se você estiver usando NetBeans, crie uma nova aplicação. Em seguida clique com o botão direito em Bibliotecas -> Adicionar Jar/pasta e localize o jar. Em seguida clique o botão Open.

c) Hora de efetuar uma conexão com o banco de dados. Para este exemplo eu fiz uma conexão com o MySQL 5.0 (o nome da base de dados que usei foi "estudos"). Veja o código:

package estudosjavamysql;

import java.sql.Connection;
import java.sql.DriverManager;
import java.sql.SQLException;

public class EstudosJavaMySQL{
  public static void main(String[] args){
    // strings de conexão
    String databaseURL = "jdbc:mysql://localhost/estudos";
    String usuario = "root";
    String senha = "osmar1234";
    String driverName = "com.mysql.jdbc.Driver";
    
    try {
      Class.forName(driverName).newInstance();
      Connection conn = DriverManager.getConnection(databaseURL, usuario, senha);
      System.out.println("Conexão obtida com sucesso.");
    }
    catch (SQLException ex) {
      System.out.println("SQLException: " + ex.getMessage());
      System.out.println("SQLState: " + ex.getSQLState());
      System.out.println("VendorError: " + ex.getErrorCode());
    }
    catch (Exception e) {
      System.out.println("Problemas ao tentar conectar com o banco de dados: " + e);
    } 
  }
}

Execute a aplicação. Se tudo correu bem você verá o resultado:

Conexão obtida com sucesso.


C++ ::: Win32 API (Windows API) ::: Arquivos e Diretórios

Como renomear arquivos e diretórios em C++ usando a função MoveFile() da API do Windows

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A função MoveFile() da API do Windows pode ser usada quando precisamos renomear um arquivo ou diretório. Veja seu protótipo:

BOOL WINAPI MoveFile(
  LPCTSTR lpExistingFileName,
  LPCTSTR lpNewFileName
);


Note que só precisamos fornecer o nome atual e o novo nome do arquivo ou diretório que queremos renomear. Se houver algum erro ao renomear o arquivo ou diretório, a função MoveFile() retornará o valor 0 (zero). Se a operação for efetuada com sucesso, um valor diferente de 0 (zero) será retornado. É sempre uma boa idéia usar a função GetLastError() para retornar o código do erro em caso de falha.

Veja um trecho de código no qual renomeamos um arquivo:

#include <cstdlib>
#include <iostream>
#include <windows.h>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // nome atual do arquivo
  CHAR nome_atual[] = "C:\\testes.txt";
  // novo nome do arquivo
  CHAR nome_novo[] = "C:\\novo.txt";
  
  // vamos renomear o arquivo
  if(MoveFile(nome_atual, nome_novo)){
    cout << "Arquivo renomeado com sucesso." << endl;                      
  }
  else{
    cout << "Erro ao renomear o arquivo: " << 
      GetLastError() << endl;     
  }
  
  system("PAUSE");
  return EXIT_SUCCESS;
}

Aqui nós estamos alterando o nome do arquivo testes.txt para novo.txt. Os possíveis erros nesta operação são:

a) ERROR_FILE_NOT_FOUND - Ocorre quando o arquivo fornecido como primeiro argumento para a função MoveFile() não existe. O código para este erro é 2 e a mensagem em português é "O sistema não pode encontrar o arquivo especificado (The system cannot find the file specified)".

b) ERROR_ALREADY_EXISTS - Ocorre quando o arquivo fornecido como segundo argumento para a função MoveFile() já existe. O código para este erro é 183 e a mensagem em português é "Não é possível criar um arquivo já existente (Cannot create a file when that file already exists)".

Veja agora um trecho de código no qual renomeamos um diretório:

#include <cstdlib>
#include <iostream>
#include <windows.h>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // nome atual do diretório
  CHAR nome_atual[] = "C:\\imagens";
  // novo nome do diretório
  CHAR nome_novo[] = "C:\\imagens2";
  
  // vamos renomear o diretório
  if(MoveFile(nome_atual, nome_novo)){
    cout << "Diretório renomeado com sucesso." << endl;                      
  }
  else{
    cout << "Erro ao renomear o diretório: " << 
      GetLastError() << endl;     
  }
  
  system("PAUSE");
  return EXIT_SUCCESS;
}



Java ::: Coleções (Collections) ::: HashMap

Java Collections - Como usar a classe HashMap da linguagem Java

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A classe HashMap, do pacote java.util, é uma das principais implementações da interface Map. Além de fornecer todas as operações opcionais de um map, esta classe permite a inserção de chaves e valores com o valor null. Em realidade, a classe HashMap é bem similar à classe Hashtable, com a diferença que HashMap não é sincronizada (tenha cuidado ao usuá-la em ambiente de múltiplas threads) e permite valores e chaves null.

Veja sua posição na hierarquia de classes Java:

java.lang.Object
  java.util.AbstractMap<K,V>
    java.util.HashMap<K,V>
Esta classe implementa ainda as interfaces Serializable, Cloneable e Map<K,V>. Algumas sub-classes conhecidas são LinkedHashMap e PrinterStateReasons.

O uso principal da classe HashMap é quando queremos associar chaves e valores e, posteriormente, recuperar valores baseados em suas chaves. Veja um exemplo no qual temos cidades e habitantes:

package arquivodecodigos;

import java.util.*;
 
public class Estudos{
  @SuppressWarnings("unchecked")
  public static void main(String[] args){
     
    // cria uma nova instância de HashMap
    HashMap cidadesHabitantes = new HashMap();
     
    // vamos adicionar algumas chaves e seus valores
    cidadesHabitantes.put("Goiânia", new Integer(4334598));
    cidadesHabitantes.put("São Paulo", new Integer(49282768));
    cidadesHabitantes.put("Brasília", new Integer(96736887));   
  
    // vamos obter uma view dos mapeamentos
    Set set = cidadesHabitantes.entrySet();
 
    // obtemos um iterador
    Iterator i = set.iterator();
 
    // e finalmente exibimos todas as chaves e seus valores
    while(i.hasNext()){
      Map.Entry entrada = (Map.Entry)i.next();
      System.out.println("Chave: " + entrada.getKey() + 
        " - Valor: " + entrada.getValue());
    }
 
    System.exit(0);
  }
}

Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado:

Chave: Goiânia - Valor: 4334598
Chave: Brasília - Valor: 96736887
Chave: São Paulo - Valor: 49282768

Uma observação importante em relação à classe HashMap é que esta não honra nenhuma ordem específica de seus elementos, ou seja, a ordem dos pares chave-valor em uma operação de exibição pode ser bem diferente da ordem de inserção.


C# ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

C# para iniciantes - Qual a diferença entre string e String?

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Muitos usuários do nosso site nos enviam essa pergunta, pois ficam confusos com a escrita de "string" e "String". Nesta dica mostrarei a diferença entre esses dois tipos de dados. Comece analisando o código abaixo:

using System;

namespace Estudos{
  class Program{
    static void Main(string[] args) {
      string frase = "Sou uma string";
      String outra = "Sou outra string";

      Console.WriteLine("\n\nPressione uma tecla para sair...");
      Console.ReadKey();
    }
  }
}

Se você tentar compilar o código acima, verá que ele não somente compila como também executa sem problemas. Isso acontece porque, do ponto de vista do compilador e interpretador C#, não há diferença alguma entre "string" e "String".

O tipo string representa uma string de caracteres Unicode (16 bits - 2 bytes) e é um apelido para a classe String da plataforma .NET. O fato de os projetistas da linguagem C# terem permitido a escrita toda em letras minúsculas se deve à frequência com que esse tipo é usado em nossos códigos, se asemelhando aos tipos primitivos int, float, double, etc.


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