Java ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas |
Como calcular o cateto adjascente dadas as medidas da hipotenusa e do cateto oposto em JavaQuantidade de visualizações: 1598 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos tirar proveito do Teorema de Pitágoras para obter a medida do cateto adjascente quando temos as medidas da hipotenusa e do cateto oposto. Este teorema diz que "o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos", o que torna a nossa tarefa, na linguagem Java, muito fácil. Comece observando a imagem a seguir: ![]() Veja que, nessa imagem, eu já coloquei os comprimentos da hipotenusa, do cateto oposto e do cateto adjascente. Para facilitar a conferência dos cálculos, eu coloquei também os ângulos theta (que alguns livros chamam de alfa) e beta já devidamente calculados. A medida da hipotenusa é, sem arredondamentos, 36.056 metros. Então, sabendo que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (Teorema de Pitógoras): \[c^2 = a^2 + b^2\] Tudo que temos que fazer é mudar a fórmula para: \[b^2 = c^2 - a^2\] Veja que agora o quadrado do cateto adjascente é igual ao quadrado da hipotenusa menos o quadrado do cateto oposto. Não se esqueça de que a hipotenusa é o maior lado do triângulo retângulo. Veja agora como esse cálculo é feito em linguagem Java:
package arquivodecodigos;
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
double c = 36.056; // medida da hipotenusa
double a = 20; // medida do cateto oposto
// agora vamos calcular a medida da cateto adjascente
double b = Math.sqrt(Math.pow(c, 2) - Math.pow(a, 2));
// e mostramos o resultado
System.out.println("A medida do cateto adjascente é: " +
b);
}
}
Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado: A medida do cateto adjascente é: 30.00058559428465 Como podemos ver, o resultado retornado com o código Java confere com os valores da imagem apresentada. |
MySQL ::: Dicas & Truques ::: Joins (Junções) |
Como usar joins no MySQLQuantidade de visualizações: 11504 vezes |
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As junções (joins) são ferramentas presentes na maioria dos bancos de dados que suportam SQL e são usadas quando precisamos recuperar dados de uma ou mais tabelas com base em suas relações lógicas. Desta forma, é possível combinar os registros de tais tabelas de forma a construir um "super-registro", que nos permitirá exibir relatórios mais elaborados. Para o bom entendimento de junções, vamos considerar duas tabelas: filmes e generos. Aqui nós temos uma cardinalidade de 1 x N. Um filme possui um gênero, enquanto um gênero pode abranger vários filmes. Vamos começar criando estas duas tabelas (comece com a tabela generos, já que esta não depende da tabela de filmes): Comando DLL CREATE TABLE para a tabela generos: CREATE TABLE generos( id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT, nome VARCHAR(45) NOT NULL, PRIMARY KEY(id) ) ENGINE = InnoDB; Veja agora o comando SQL para a criação da tabela de filmes: Comando DLL CREATE TABLE para a tabela filmes:
CREATE TABLE filmes(
id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
titulo VARCHAR(45) NOT NULL,
genero INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
PRIMARY KEY(id),
CONSTRAINT fk_filmes_generos FOREIGN KEY fk_filmes_generos(id)
REFERENCES generos(id) ON DELETE RESTRICT ON UPDATE RESTRICT
)
ENGINE = InnoDB;
Veja que a tabela filmes contém uma chave estrangeira referenciando a chave primária da tabela generos. Isso nos permite "atrelar" um filme ao seu gênero. Vá em frente e insira alguns dados em ambas as tabelas. Primeiro cadastre alguns gêneros e em seguida alguns filmes. Vejamos agora a importância dos joins. Observe o resultado de um comando DML SELECT na tabela filmes: SELECT * FROM filmes; id titulo genero 1 EFEITO BORBOLETA 6 2 O PENTELHO 1 3 VIAGEM MALDITA 3 Nesta query o gênero é retornado como um valor inteiro, ou seja, o valor do campo id da tabela generos. Em muitos casos este não é o comportamento que queremos. Em vez do id do gênero nós gostaríamos de exibir seu nome. Isso pode ser conseguido da seguinte forma: SELECT filmes.id, filmes.titulo, generos.nome FROM filmes, generos WHERE filmes.genero = generos.id; id titulo genero 1 EFEITO BORBOLETA FICÇÃO 2 O PENTELHO COMÉDIA 3 VIAGEM MALDITA TERROR Nesta query eu usei o nome completo da tabela antes do nome dos campos a serem retornados. Na prática, é comum darmos apelidos às tabelas. Veja: SELECT f.id, f.titulo, g.nome FROM filmes f, generos g WHERE f.genero = g.id; Neste exemplo, não usamos as palavras-chaves INNER JOIN, LEFT JOIN, RIGHT JOIN, etc. A junção está "escondida" na cláusula SELECT. Esta técnica é conhecida como "junção implícita" ou "implicit join". Veja como o mesmo resultado pode ser obtido usando a junção INNER JOIN: SELECT f.id, f.titulo, g.nome FROM filmes f INNER JOIN generos g ON f.genero = g.id; Veja minhas outras dicas sobre junções para aprender mais sobre INNER JOIN, LEFT JOIN, RIGHT JOIN, OUTER JOIN, FULL JOIN, etc. |
GoLang ::: Fundamentos da Linguagem ::: Variáveis e Constantes |
Como declarar variáveis em Go usando var e sem definir o tipo da variávelQuantidade de visualizações: 637 vezes |
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Em algumas situações nós queremos declarar variáveis na linguagem Go mas não queremos definir de antemão o tipo, ou seja, se ela será do tipo int, float, boolean, string, etc. Essa situação é muito comum quando a variável receberá o retorno de uma função. Quando não definimos o tipo da variável, a própria linguagem se encarrega de fazer isso para nós, por meio da inferência de tipos. Assim, dependendo do valor que a variável recebe, o seu tipo será definido automaticamente. Veja um exemplo:
// pacote principal
package main
// vamos importar os módulos necessários
import (
"fmt"
)
// esta é a função principal do programa
func main() {
// vamos declarar uma variável do tipo real
// Como não definimos o tipo, ele será
// automaticamente float64
var salario = 1250.94
// vamos mostrar o tipo da variável
fmt.Printf("O tipo da variável é: %T", salario)
}
Ao executarmos este código Golang nós teremos o seguinte resultado: O tipo da variável é: float64 |
PHP ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Como testar se uma variável é do tipo array em PHP usando a função is_array()Quantidade de visualizações: 12382 vezes |
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Em algumas situações nós precisamos verificar se uma determinada variável é do tipo array (vetor ou matriz). Em PHP esse procedimento pode ser feito com o auxílio da função is_array(), que recebe uma variável e retorna verdadeiro se ela é do tipo array e falso em caso contrário. Veja o código PHP completo para o exemplo:
<?php
// vamos criar um array de inteiros
$valores = Array(5, 2, 7, 1);
// vamos testar se a variável é do tipo array
if(is_array($valores)){
echo 'A variável $valores é do tipo array.';
}
else{
echo 'A variável $valores NÃO é do tipo array.';
}
?>
Ao executar este código PHP nós teremos o seguinte resultado: A variável $valores é do tipo array. |
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