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Java ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas

Como calcular o cateto adjascente dadas as medidas da hipotenusa e do cateto oposto em Java

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Nesta dica mostrarei como podemos tirar proveito do Teorema de Pitágoras para obter a medida do cateto adjascente quando temos as medidas da hipotenusa e do cateto oposto. Este teorema diz que "o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos", o que torna a nossa tarefa, na linguagem Java, muito fácil.

Comece observando a imagem a seguir:



Veja que, nessa imagem, eu já coloquei os comprimentos da hipotenusa, do cateto oposto e do cateto adjascente. Para facilitar a conferência dos cálculos, eu coloquei também os ângulos theta (que alguns livros chamam de alfa) e beta já devidamente calculados. A medida da hipotenusa é, sem arredondamentos, 36.056 metros.

Então, sabendo que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (Teorema de Pitógoras):

\[c^2 = a^2 + b^2\]

Tudo que temos que fazer é mudar a fórmula para:

\[b^2 = c^2 - a^2\]

Veja que agora o quadrado do cateto adjascente é igual ao quadrado da hipotenusa menos o quadrado do cateto oposto. Não se esqueça de que a hipotenusa é o maior lado do triângulo retângulo.

Veja agora como esse cálculo é feito em linguagem Java:

package arquivodecodigos;

public class Estudos{
  public static void main(String args[]){
    double c = 36.056; // medida da hipotenusa
    double a = 20; // medida do cateto oposto
  
    // agora vamos calcular a medida da cateto adjascente
    double b = Math.sqrt(Math.pow(c, 2) - Math.pow(a, 2));
 
    // e mostramos o resultado
    System.out.println("A medida do cateto adjascente é: " +
      b);
  }
}

Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado:

A medida do cateto adjascente é: 30.00058559428465

Como podemos ver, o resultado retornado com o código Java confere com os valores da imagem apresentada.


MySQL ::: Dicas & Truques ::: Joins (Junções)

Como usar joins no MySQL

Quantidade de visualizações: 11504 vezes
As junções (joins) são ferramentas presentes na maioria dos bancos de dados que suportam SQL e são usadas quando precisamos recuperar dados de uma ou mais tabelas com base em suas relações lógicas. Desta forma, é possível combinar os registros de tais tabelas de forma a construir um "super-registro", que nos permitirá exibir relatórios mais elaborados.

Para o bom entendimento de junções, vamos considerar duas tabelas: filmes e generos. Aqui nós temos uma cardinalidade de 1 x N. Um filme possui um gênero, enquanto um gênero pode abranger vários filmes. Vamos começar criando estas duas tabelas (comece com a tabela generos, já que esta não depende da tabela de filmes):

Comando DLL CREATE TABLE para a tabela generos:

CREATE TABLE generos(
  id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
  nome VARCHAR(45) NOT NULL,
  PRIMARY KEY(id)
)
ENGINE = InnoDB;

Veja agora o comando SQL para a criação da tabela de filmes:

Comando DLL CREATE TABLE para a tabela filmes:

CREATE TABLE filmes(
  id INTEGER UNSIGNED NOT NULL AUTO_INCREMENT,
  titulo VARCHAR(45) NOT NULL,
  genero INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
  PRIMARY KEY(id),
  CONSTRAINT fk_filmes_generos FOREIGN KEY fk_filmes_generos(id)
    REFERENCES generos(id) ON DELETE RESTRICT ON UPDATE RESTRICT
)
ENGINE = InnoDB;

Veja que a tabela filmes contém uma chave estrangeira referenciando a chave primária da tabela generos. Isso nos permite "atrelar" um filme ao seu gênero. Vá em frente e insira alguns dados em ambas as tabelas. Primeiro cadastre alguns gêneros e em seguida alguns filmes.

Vejamos agora a importância dos joins. Observe o resultado de um comando DML SELECT na tabela filmes:

SELECT * FROM filmes;

id  titulo	        genero
1   EFEITO BORBOLETA	6
2   O PENTELHO	        1
3   VIAGEM MALDITA	3

Nesta query o gênero é retornado como um valor inteiro, ou seja, o valor do campo id da tabela generos. Em muitos casos este não é o comportamento que queremos. Em vez do id do gênero nós gostaríamos de exibir seu nome. Isso pode ser conseguido da seguinte forma:

SELECT filmes.id, filmes.titulo, generos.nome FROM filmes,
generos WHERE filmes.genero = generos.id;

id  titulo	        genero
1   EFEITO BORBOLETA	FICÇÃO
2   O PENTELHO	        COMÉDIA
3   VIAGEM MALDITA	TERROR

Nesta query eu usei o nome completo da tabela antes do nome dos campos a serem retornados. Na prática, é comum darmos apelidos às tabelas. Veja:

SELECT f.id, f.titulo, g.nome FROM filmes f,
generos g WHERE f.genero = g.id;

Neste exemplo, não usamos as palavras-chaves INNER JOIN, LEFT JOIN, RIGHT JOIN, etc. A junção está "escondida" na cláusula SELECT. Esta técnica é conhecida como "junção implícita" ou "implicit join". Veja como o mesmo resultado pode ser obtido usando a junção INNER JOIN:

SELECT f.id, f.titulo, g.nome FROM filmes f INNER JOIN
generos g ON f.genero = g.id;

Veja minhas outras dicas sobre junções para aprender mais sobre INNER JOIN, LEFT JOIN, RIGHT JOIN, OUTER JOIN, FULL JOIN, etc.


GoLang ::: Fundamentos da Linguagem ::: Variáveis e Constantes

Como declarar variáveis em Go usando var e sem definir o tipo da variável

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Em algumas situações nós queremos declarar variáveis na linguagem Go mas não queremos definir de antemão o tipo, ou seja, se ela será do tipo int, float, boolean, string, etc. Essa situação é muito comum quando a variável receberá o retorno de uma função.

Quando não definimos o tipo da variável, a própria linguagem se encarrega de fazer isso para nós, por meio da inferência de tipos. Assim, dependendo do valor que a variável recebe, o seu tipo será definido automaticamente.

Veja um exemplo:

// pacote principal
package main

// vamos importar os módulos necessários
import (
  "fmt"
)
  
// esta é a função principal do programa
func main() {
  // vamos declarar uma variável do tipo real
  // Como não definimos o tipo, ele será
  // automaticamente float64
  var salario = 1250.94
  
  // vamos mostrar o tipo da variável
  fmt.Printf("O tipo da variável é: %T", salario)
}

Ao executarmos este código Golang nós teremos o seguinte resultado:

O tipo da variável é: float64


PHP ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes)

Como testar se uma variável é do tipo array em PHP usando a função is_array()

Quantidade de visualizações: 12382 vezes
Em algumas situações nós precisamos verificar se uma determinada variável é do tipo array (vetor ou matriz). Em PHP esse procedimento pode ser feito com o auxílio da função is_array(), que recebe uma variável e retorna verdadeiro se ela é do tipo array e falso em caso contrário.

Veja o código PHP completo para o exemplo:

<?php
  // vamos criar um array de inteiros
  $valores = Array(5, 2, 7, 1);

  // vamos testar se a variável é do tipo array
  if(is_array($valores)){
    echo 'A variável $valores é do tipo array.';
  }
  else{
    echo 'A variável $valores NÃO é do tipo array.';
  }
?>

Ao executar este código PHP nós teremos o seguinte resultado:

A variável $valores é do tipo array.


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