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Delphi ::: Data Controls (Controles de Dados) ::: TDBGrid |
Como retornar a quantidade de colunas do TDBGrid do Delphi em tempo de execuçãoQuantidade de visualizações: 9742 vezes |
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Em algumas situações precisamos obter a quantidade de colunas em um controle TDBGrid em tempo de execução. Isso pode ser feito por meio da propriedade Count da classe TDBGridColumns. Um controle TDBGrid possui uma referência a um objeto desta classe por meio de sua propriedade Columns. Veja um trecho de código no qual clicamos em um botão e exibimos a quantidade de colunas em um DBGrid chamado "DBGrid1":
procedure TForm3.Button3Click(Sender: TObject);
var
colunas: Integer;
begin
// vamos obter a quantidade de colunas no DBGrid
colunas := DBGrid1.Columns.Count;
ShowMessage('O DBGrid possui ' + IntToStr(colunas) + ' colunas');
end;
Ao executar o código e clicar no botão você verá uma mensagem parecida com: "O DBGrid possui 10 colunas". Esta dica foi escrita e testada no Delphi 2009. |
VisuAlg ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: VisuAlg Básico |
Exercícios Resolvidos de VisuAlg - Escreva um programa VisuAlg para calcular e imprimir o número de lâmpadas necessáriasQuantidade de visualizações: 499 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Escreva um programa VisuAlg para calcular e imprimir o número de lâmpadas necessárias para iluminar um determinado cômodo de uma residência. Dados de entrada: a potência da lâmpada utilizada (em watts), as dimensões (largura e comprimento, em metros) do cômodo. Considere que a potência necessária é de 18 watts por metro quadrado. Sua saída deverá ser parecida com: Informe a potência da lâmpada (em watts): 100 Informe a largura do cômodo (em metros): 6 Informe o comprimento do cômodo (em metros): 4 Serão necessárias 4 lâmpadas. Veja a resolução completa para o exercício em VisuAlg, comentada linha a linha:
algoritmo "Como calcular o número de lâmpadas necessárias"
var
// variáveis usadas na resolução do problema
potencia_lampada, largura_comodo, comprimento_comodo: real
area_comodo, potencia_total: real
quant_lampadas: inteiro
inicio
// vamos ler a potência da lâmpada
escreva("Informe a potência da lâmpada (em watts): ")
leia(potencia_lampada)
// vamos ler a largura do cômodo
escreva("Informe a largura do cômodo (em metros): ")
leia(largura_comodo)
// agora vamos ler o comprimento do cômodo
escreva("Informe o comprimento do cômodo (em metros): ")
leia(comprimento_comodo)
// agora vamos calcular a área do cômodo
area_comodo <- largura_comodo * comprimento_comodo
// calculamos a potência total necessária para iluminar
// todo o cômodo
potencia_total <- area_comodo * 18
// e finalmente calculamos a quantidade de lâmpadas necessárias
quant_lampadas <- Int(potencia_total / potencia_lampada)
// será necessário no mínimo uma lâmpada
se quant_lampadas = 0 entao
quant_lampadas <- quant_lampadas + 1
fimse
// e mostramos o resultado
escreva("Serão necessárias ", quant_lampadas, " lâmpadas.")
fimalgoritmo
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C ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Como ordenar os elementos de um vetor C usando a ordenação da bolha (Bubble Sort)Quantidade de visualizações: 26502 vezes |
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O método ou algorítmo de ordenação da bolha é uma das técnicas mais simples de ordenação. No entanto, este método não é eficiente, visto que o tempo despendido para sua execução é muito elevado se comparado à outros métodos existentes. Geralmente usamos este método quando queremos ordenar 50 elementos ou menos. O entendimento deste método é fácil. Se estivermos ordenados os valores do menor para o maior, o método da bolha percorre os elementos da matriz, comparando e movendo o menor valor para a primeira posição da matriz, tal qual bolhas indo para a superfície. Veja um exemplo completo:
#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>
void bubble_sort(int matriz[], int tam){
int temp, i, j;
for(i = 0; i < tam; i++){
for(j = 0; j < tam; j++){
if(matriz[i] < matriz[j]){
temp = matriz[i];
matriz[i] = matriz[j];
matriz[j] = temp;
}
}
}
}
int main(int argc, char *argv[])
{
int valores[] = {4, 6, 2, 8, 1, 9, 3, 0, 11};
int i, tamanho = 9;
// imprime a matriz sem a ordenação
for(i = 0; i < 9; i++){
printf("%d ", valores[i]);
}
// vamos ordenar a matriz
bubble_sort(valores, tamanho);
// imprime a matriz ordenada
puts("\n");
for(i = 0; i < 9; i++){
printf("%d ", valores[i]);
}
puts("\n");
system("pause");
return 0;
}
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Firebird ::: Dicas & Truques ::: Tipos de Dados |
Como usar os tipos CHAR e VARCHAR do FirebirdQuantidade de visualizações: 16476 vezes |
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O Firebird fornece dois tipos de dados básicos para armazenar informação em texto ou caracteres: CHAR e VARCHAR (O tipo BLOB também permite armazenar caracteres por meio de seu sub-tipo text). CHAR e VARCHAR são tipos de dados que podem armazenar quaisquer informações do tipo texto. Números que não serão envolvidos em cálculos, tais como CEPs, números de ruas, etc, são geralmente armazenados em campos do tipo CHAR ou VARCHAR. O comprimento de um campo do tipo CHAR ou VARCHAR é informado entre parênteses, e pode ser um valor inteiro que vai de 1 até 32.767. Esta largura de caracteres é extremamente útil quando precisamos armazenar dados de tamanho fixo ou pré-definido, tais como códigos de CEPs para um determinado país. Comparado com a maioria dos outros bancos de dados, o Firebird armazena somente as informações significantes. Se um campo é definido como CHAR(100), mas contém apenas 10 caracteres, os bytes definidos adicionalmente não são usados. Isso acontece porque o Firebird armazena os tipos CHAR e VARCHAR de forma igual, e não preenche o espaço não usado com caracteres vazios. Tanto CHAR quanto VARCHAR são guardados na memória em sua forma declarada, mas, o registro é comprimido antes da armazenagem. Além disso, tenha em mente que os campos do tipo VARCHAR exigem mais espaço de armazenamento que os campos do tipo CHAR. Isso ocorre porque, ao armazenar um VARCHAR, o Firebird adiciona dois bytes que serão usados para guardar o real tamanho do campo (o tamanho declarado). Desta forma, um CHAR ocupará menos espaço de armazenamento. Contudo, quando fazemos um SELECT envolvendo campos do tipo VARCHAR, o Firebird removerá os dois bytes adicionados anteriomente e retornará o valor armazenado. Quando um SELECT é efetuado com campos do tipo CHAR, o Firebird retorna o valor e os espaços em branco. Em termos práticos podemos considerar esta regra: somente use CHAR se você for armazenar strings com poucos caracteres. A exceção a esta regra acontece quando estamos trabalhando com tabelas intermediárias exigidas para a exportação de dados para arquivos de tamanhos fixos. Neste caso os campos CHAR de tamanho fixo trarão uma enorme vantagem. Esta forma eficiente de armazenamento do Firebird pode trazer algumas confusão, principalmente quando estamos importando dados, uma vez que bases de dados Paradox e dBase guardam também os espaços em branco. Assim, depois de importar um arquivo dBase de 10Mb para o Firebird, o resultado será algo em torno de 3-6Mb, ainda que todos os dados tenham sido importados corretamente. Observe também que campos CHAR indexados não devem ter mais que 80 caracteres de comprimento (Firebird 2.5). Quando estamos criando campos do tipo CHAR, este tipo de dados pode ser definido como CHAR ou CHARACTER. Já o tipo VARCHAR pode ser definido como VARCHAR, CHARACTER VARYING ou CHAR VARYING. Veja um comando DDL CREATE TABLE usado para criar uma tabela do Firebird contendo campos do tipo CHAR e VARCHAR: CREATE TABLE PESSOAS( ID INTEGER NOT NULL, NOME VARCHAR(40) NOT NULL, SEXO CHAR(1) NOT NULL ); Aqui o campo ID é do tipo INTEGER, NOME é do tipo VARCHAR(40) e SEXO é do tipo CHAR(1). Veja agora um comando DML INSERT INTO que mostra como inserir um novo registro nesta tabela: INSERT INTO PESSOAS VALUES(12, 'OSMAR J. SILVA', 'M'); É importante notar que, se um campo for do tipo CHAR(1) e, na query INSERT ou UPDATE nós fornecermos dois ou mais caracteres, o Firebird se recusará a gravar ou atualizar o registro, exibindo a seguinte mensagem de erro: Arithmetic overflow or division by zero has occurred. arithmetic exception, numeric overflow, or string truncation. string right truncation. |
Java ::: Dicas & Truques ::: Recursão (Recursividade) |
Java Avançado - Como listar o conteúdo de um diretório recursivamenteQuantidade de visualizações: 1 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos usar recursividade (recursão) para listar todo o conteúdo de um diretório. Este é um exercício para melhorar o seu entendimento de funções recursivas em Java. Veja o código completo para o exemplo:
package arquivodecodigos;
import java.io.*;
import java.util.*;
public class Estudos {
static int indentLevel = -1;
public static void main(String[] args) {
listPath(new File("c:\\estudos_c"));
}
static void listPath(File path) {
File files[];
indentLevel++;
files = path.listFiles();
Arrays.sort(files);
for (int i = 0, n = files.length; i < n; i++) {
for (int indent = 0; indent < indentLevel; indent++) {
System.out.print(" ");
}
System.out.println(files[i].getName());
if(files[i].isDirectory()) {
listPath(files[i]);
}
}
indentLevel--;
}
}
Ao executar este código nós teremos o seguinte resultado:
DICA.txt
estudos
.vs
estudos
v16
.suo
Browse.VC.db
ipch
AutoPCH
1dcb307edee5acf8
ORIGEM.ipch
Debug
estudos.exe
estudos.exe.recipe
estudos.ilk
estudos.log
estudos.pdb
estudos.tlog
CL.command.1.tlog
CL.read.1.tlog
CL.write.1.tlog
estudos.lastbuildstate
link.command.1.tlog
link.read.1.tlog
link.write.1.tlog
estudos.vcxproj.FileListAbsolute.txt
Origem.obj
vc142.idb
vc142.pdb
estudos.sln
estudos.vcxproj
estudos.vcxproj.filters
estudos.vcxproj.user
Origem.cpp
Estudos_C.dev
Estudos_C.exe
Estudos_C.layout
main.c
main.o
Makefile.win
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