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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Você está aqui: Cards de Engenharia Civil - Estruturas de Aço e Madeira |
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Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle |
Java para iniciantes - Como usar a instrução break em laços for e while da linguagem JavaQuantidade de visualizações: 13509 vezes |
A instrução break é usada para abandonarmos completamente a execução de um laço for ou while. Assim, a execução do laço é interrompida no ponto onde a instrução break se encontra e o controle segue para a próxima instrução do programa após o laço. Veja um exemplo no qual temos um laço for que é abandonado após a variável de controle atingir o valor 5:
public class Estudos{
public static void main(String[] args) {
for(int i = 0; i < 1000; i++){
if(i == 5)
break;
System.out.println(i);
}
}
}
Veja o mesmo código usando um laço while infinito:
public class Estudos{
public static void main(String[] args) {
int i = 0;
while(true){
if(i == 5)
break;
System.out.println(i);
i++;
}
}
}
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PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Passos Iniciais |
PHP para iniciantes - Quais as diferenças entre include e require do PHP?Quantidade de visualizações: 14263 vezes |
A principal diferença entre as diretivas require() e include() do PHP é que, se usarmos require() para incluir um arquivo que não pode ser incluído (talvez o arquivo não exista), um erro fatal será gerado e a execução de código na página será imediatamente suspenso. Um exemplo de tal mensagem de erro é:Warning: require(inexistente.php) [function.require]: failed to open stream: No such file or directory in /public_html/testes.php on line 3 Fatal error: require() [function.require]: Failed opening required 'inexistente.php' (include_path='.:/usr/share/pear') in /public_html/testes.php on line 3 Veja que geralmente recebemos um Warning e depois um Fatal error. Experimente criar o arquivo "inexistente.php" e as mensagens de advertência e erro desaparecerão. Se usarmos include() e o arquivo de inclusão não puder ser localizado, teremos uma advertência mas a execução do código na página não será interrompida: Warning: include(inexistente.php) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /public_html/testes.php on line 3 Warning: include() [function.include]: Failed opening 'inexistente.php' for inclusion (include_path='.:/usr/share/pear') in /public_html/testes.php on line 3 O uso de require() ou include() vai depender da situação: require() é melhor empregado para carregar arquivos que são essenciais para o restante da página, por exemplo, se você tiver um site usando banco de dados, então usar require() para incluir o arquivo contendo o login e senha do banco de dados é muito melhor que usar include(). Se usarmos include() nesta situação, poderemos terminar gerando mais erros e advertências que o pretendido. include() deve ser usado quando o arquivo a ser incluído não é essencial para o correto funcionamento da página. Um exemplo disso é quando incluímos um arquivo de topo ou rodapé de páginas. |
PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados |
Entendendo o tipo de dados NULL do PHP - Aprenda a usar o tipo de dados NULL da linguagem PHP - AtualizadaQuantidade de visualizações: 11440 vezes |
O tipo de dados NULL (nulo) do PHP é semelhante aos tipos undef (Perl) e None (Python). Este tipo de dados possui apenas um valor que é usado para indicar que uma variável não possui nenhum valor (não recebeu nenhuma atribuição ainda). Este tipo de dados pode ser escrito NULL, Null, null, etc. Não há distinção de maiúsculas e minúsculas. Veja um exemplo de seu uso:$nome = "Osmar J. Silva"; $nome = null; // variável é NULL agora $nome = Null; // mesmo resultado $nome = NULL; // mesmo resultado Se quisermos testar se uma variável ainda é NULL, podemos usar a função is_null(). Veja:
<?
$nome;
if(is_null($nome)){
echo 'A variável $nome ainda é NULL.';
}
?>
Este código mostrará o seguinte resultado: A variável $nome ainda é NULL. Note que, se as advertências estiverem habilitadas na página PHP, a seguinte mensagem será exibida: Warning: Undefined variable $nome in ...\index.php on line 4 Esta é a forma da linguagem PHP nos advertir de que a variável foi declarada mas não foi inicializada com algum valor. Esta dica foi revisada, atualizada e testada no PHP 8. |
JavaScript ::: Dicas & Truques ::: Validação de Formulários |
Validação de formulários em JavaScript - Como validar CPF (com pontos e hífen) usando expressões regularesQuantidade de visualizações: 45114 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos escrever uma função JavaScript para a validação de números de CPF, dessa vez usando pontos e o hífen. Isso é interessante porque, muitas vezes, o usuário copia seu CPF de outro lugar e cola nas caixas de texto de nossas aplicações. A pagina HTML que contém o formulário se parece com a imagem abaixo: ![]() E agora veja o código JavaScript completo para o exemplo, incluindo o código HTML para a página:
<html>
<head>
<title>Estudando JavaScript</title>
<style type="text/css">
input {margin-bottom: 3px; margin-top: 3px}
</style>
<script type="text/javascript">
function validarCPF(){
var cpf = document.cadastro.cpf.value;
var filtro = /^\d{3}.\d{3}.\d{3}-\d{2}$/i;
if(!filtro.test(cpf)){
window.alert("CPF inválido. Tente novamente.");
return false;
}
cpf = remove(cpf, ".");
cpf = remove(cpf, "-");
if(cpf.length != 11 || cpf == "00000000000" ||
cpf == "11111111111" ||
cpf == "22222222222" || cpf == "33333333333" ||
cpf == "44444444444" ||
cpf == "55555555555" || cpf == "66666666666" ||
cpf == "77777777777" ||
cpf == "88888888888" || cpf == "99999999999"){
window.alert("CPF inválido. Tente novamente.");
return false;
}
soma = 0;
for(i = 0; i < 9; i++){
soma += parseInt(cpf.charAt(i)) * (10 - i);
}
resto = 11 - (soma % 11);
if(resto == 10 || resto == 11){
resto = 0;
}
if(resto != parseInt(cpf.charAt(9))){
window.alert("CPF inválido. Tente novamente.");
return false;
}
soma = 0;
for(i = 0; i < 10; i ++){
soma += parseInt(cpf.charAt(i)) * (11 - i);
}
resto = 11 - (soma % 11);
if(resto == 10 || resto == 11){
resto = 0;
}
if(resto != parseInt(cpf.charAt(10))){
window.alert("CPF inválido. Tente novamente.");
return false;
}
window.alert("CPF válido. Muito obrigado.");
return true;
}
function remove(str, sub) {
i = str.indexOf(sub);
r = "";
if (i == -1) return str;
r += str.substring(0,i) + remove(str.substring(i + sub.length), sub);
return r;
}
</script>
</head>
<body>
<form name="cadastro" onSubmit="return validarCPF()">
Informe seu CPF (use os pontos e o hífen):<br>
<input type="text" maxlength="14" name="cpf">
<input type="submit" value="Enviar!">
</form>
</body>
</html>
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C++ ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Como criar uma classe C++ completa, incluindo os arquivos de definição .h e implementação .cppQuantidade de visualizações: 28575 vezes |
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Esta dica o guiará passo-a-passo na criação de uma classe C++, incluindo os arquivos .h e .cpp. Para isso vamos usar o Dev-C++ (acreditamos que o procedimento é parecido com outros compiladores). Vamos começar com o arquivo de definição. Com um projeto já iniciado no Dev-C++, vá em File -> New -> Source File. Quando perguntado se deseja adicionar o arquivo ao projeto existente, clique Yes. Salve o arquivo com o nome de "pessoa.h" e inclua nele o seguinte código:
/*
Código de definição: pessoa.h
*/
#ifndef PESSOA_H
#define PESSOA_H
#include <string>
using std::string;
class Pessoa{
public:
void setNome(string nome);
void setIdade(int idade);
string getNome();
int getIdade();
private:
string nome;
int idade;
};
#endif
Salve este código como pessoa.h no diretório de sua aplicação C++. Este é o arquivo de definição da classe. É nele que declaramos os membros públicos e privados, incluindo as assinaturas dos métodos da classe. Passemos agora ao arquivo de implementação. Novamente vá em File -> New -> Source File. Quando perguntado se deseja adicionar o arquivo ao projeto existente, clique Yes. Salve o novo arquivo como "pessoa.cpp" e inclua nele o seguinte conteúdo:
/*
Código de implementação: pessoa.cpp
*/
#include "pessoa.h"
void Pessoa::setNome(string nome){
this->nome = nome;
}
void Pessoa::setIdade(int idade){
this->idade = idade;
}
string Pessoa::getNome(){
return this->nome;
}
int Pessoa::getIdade(){
return this->idade;
}
Salve este código como pessoa.cpp no diretório de sua aplicação C++. Este é o arquivo de implementação dos métodos da classe Pessoa. Veja o uso da palavra-chave this quando queremos referenciar o objeto atual da classe e, é claro, evitar ambiguidade entre o nome das variáveis da classe e os nomes dos parâmetros dos métodos. Hora de testar. Crie o arquivo principal da aplicação (aquele que contém o método main()):
#include <iostream>
#include "pessoa.h"
using namespace std;
int main(int argc, char *argv[])
{
// declara um objeto da classe Pessoa
Pessoa p;
// informa o nome e idade da pessoa
p.setNome("Osmar J. Silva");
p.setIdade(27);
// obtém o nome e idade da pessoa
cout << "Nome: " << p.getNome() << endl;
cout << "Idade: " << p.getIdade() << endl;
cout << "\n" << endl;
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
Funcionou tudo como planejado? Se funcionou, parabéns! Já fizemos um bom progresso na criação e uso de classes em C++. |
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