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Java ::: Design Patterns (Padrões de Projeto) ::: Singleton Pattern |
Padrões de projeto para iniciantes - Como usar o padrão de projeto Singleton em suas aplicações JavaQuantidade de visualizações: 12376 vezes |
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O padrão de projeto Singleton (ou Singleton Pattern) é um dos padrões de projeto mais conhecidos e implementado extensivamente nas linguagens que suportam programação orientada a objetos, tais como Java e C#. Nesta dica eu mostrarei como implementá-lo. Uma das situações nas quais usamos o padrão Singleton é quando queremos que somente uma instância de uma determinada classe seja criada e que esta esteja disponível para todas as demais classes do sistema. Um exemplo disso é uma classe responsável por registrar logs do sistema, uma classe responsável por obter conexões com o banco de dados, ou ainda uma classe que concentra dados de configuração da aplicação. Assim, a chave do padrão Singleton é um método estático, geralmente chamado de getInstance(), que retorna uma nova instância da classe se esta ainda não foi instanciada. Se a classe já tiver sido instanciada, o método getInstance() retorna a instância já existente. Vamos ver um exemplo deste padrão em Java. Observe o código a seguir: Código para Logger.java:
package estudos;
// Uma classe Singleton responsável por gravar
// logs no sistema
public class Logger {
// variável estática e privada que guarda a instância
// atual da classe
private static Logger instancia = null;
// Método estático que retorna uma instância já existente, ou
// cria uma nova instância
public static Logger getInstance() {
if (instancia == null) {
instancia = new Logger();
}
return instancia;
}
// Construtor privado para evitar que instâncias sejam
// criadas usando new
private Logger() {
// não precisamos fazer nada aqui
}
// método usado para registrar logs
public void registrarLog(String dados) {
System.out.println("Vou registrar o log: " + dados);
}
}
Veja agora como podemos chamar o método getInstance(), obter um objeto da classe Logger e "registrar um log": Código para Main.java:
package estudos;
public class Main {
public static void main(String[] args) {
// vamos registrar um novo log usando a classe Singleton
Logger.getInstance().registrarLog("Novo usuário cadastrado.");
}
}
Ao executar esta aplicação teremos a seguinte saída: Vou registrar o log: Novo usuário cadastrado. |
VisuAlg ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como resolver uma equação do segundo grau em VisuAlg - Como calcular Bhaskara em VisuAlgQuantidade de visualizações: 2194 vezes |
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Como resolver uma equação do 2º grau usando VisuAlg Nesta dica mostrarei como encontrar as raízes de uma equação quadrática, ou seja, uma equação do 2º usando um algoritmo escrito na ferramenta VisuAlg, uma das preferidas para o aprendizado de algoritmos e lógica de programação. Definimos como equação do 2º grau ou equações quadráticas qualquer equação do tipo ax² + bx + c = 0 em que a, b e c são números reais e a ≠ 0. Ela recebe esse nome porque, no primeiro membro da igualdade, há um polinômio de grau dois com uma única incógnita. Note que, dos coeficientes a, b e c, somente o a é diferente de zero, pois, caso ele fosse igual a zero, o termo ax² seria igual a zero, logo a equação se tornaria uma equação do primeiro grau: bx + c = 0. Independentemente da ordem da equação, o coeficiente a sempre acompanha o termo x², o coeficiente b sempre acompanha o termo x, e o coeficiente c é sempre o termo independente. Como resolver uma equação do 2º grau Conhecemos como soluções ou raízes da equação ax² + bx + c = 0 os valores de x que fazem com que essa equação seja verdadeira. Uma equação do 2º grau pode ter no máximo dois números reais que sejam raízes dela. Para resolver equações do 2º grau completas, existem dois métodos mais comuns: a) Fórmula de Bhaskara; b) Soma e produto. O primeiro método é bastante mecânico, o que faz com que muitos o prefiram. Já para utilizar o segundo, é necessário o conhecimento de múltiplos e divisores. Além disso, quando as soluções da equação são números quebrados, soma e produto não é uma alternativa boa. Como resolver uma equação do 2º grau usando Bhaskara Como nosso algoritmo VisuAlg vai resolver a equação quadrática usando a Fórmula de Bhaskara, o primeiro passo é encontrar o determinante. Veja: \[\Delta =b^2-4ac\] Nem sempre a equação possui solução real. O valor do determinante é que nos indica isso, existindo três possibilidades: a) Se determinante > 0, então a equação possui duas soluções reais. b) Se determinante = 0, então a equação possui uma única solução real. c) Se determinante < 0, então a equação não possui solução real. Encontrado o determinante, só precisamos substituir os valores, incluindo o determinante, na Fórmula de Bhaskara: \[x = \dfrac{- b\pm\sqrt{b^2- 4ac}}{2a}\] Vamos agora ao código VisuAlg. Nossa aplicação vai pedir para o usuário informar os valores dos três coeficientes a, b e c e, em seguida, vai apresentar as raizes da equação:
Algoritmo "Como resolver uma equação do 2º grau usando VisuAlg"
Var
// variáveis usadas na resolução do problema
// os coeficientes
a, b, c: real
// as duas raizes, a imaginaria e o discriminante
raiz1, raiz2, imaginaria, discriminante: real
Inicio
// vamos pedir para o usuário informar os valores dos coeficientes
escreva("Valor do coeficiente a: ")
leia(a)
escreva("Valor do coeficiente b: ")
leia(b)
escreva("Valor do coeficiente c: ")
leia(c)
// vamos calcular o discriminante
discriminante <- (b * b) - (4 * a * c)
// a equação possui duas soluções reais?
se discriminante > 0 então
raiz1 <- (-b + raizq(discriminante)) / (2 * a)
raiz2 <- (-b - raizq(discriminante)) / (2 * a)
escreva("Duas raizes: x1 = ", raiz1, " e x2 = ", raiz2)
senão
// a equação possui uma única solução real?
se discriminante = 0 então
raiz1 <- -b / (2 * a)
raiz2 <- -b / (2 * a)
escreva("Duas raizes iguais: x1 = ", raiz1, " e x2 = ", raiz2)
// a equação não possui solução real?
senão
raiz1 <- -b / (2 * a)
raiz2 <- -b / (2 * a)
imaginaria <- raizq(-discriminante) / (2 * a)
escreva("Existem duas raízes complexas: ")
escreva("x1 = ", raiz1, " + " ,imaginaria, " e x2 = ", raiz2, " - ", imaginaria)
fimse
fimse
Fimalgoritmo
Ao executar este código VisuAlg nós teremos o seguinte resultado: Valor do coeficiente a: 1 Valor do coeficiente b: 2 Valor do coeficiente c: -3 Existem duas raizes: x1 = 1.0 e x2 = -3.0 |
Angular ::: Artigos e Tutorias ::: CRUD - CREATE, READ, UPDATE, DELETE |
Tutorial Angular para iniciantes: Como criar uma aplicação que grava novos alunos em uma base de dados MySQL usando PHP como back-end - Versão Angular CLIQuantidade de visualizações: 7012 vezes |
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Neste pequeno tutorial mostrarei como é possível usar o framework Angular para desenvolver um front-end que permite cadastrar alunos no banco de dados MySQL usando a linguagem PHP como back-end. É claro que você poderá trocar o PHP por Node.js ou qualquer linguagem do lado do servidor. O importante aqui é entender o processo de desenvolvimento. Então, se você ainda não o fez, verifique se o Angular CLI está devidamente instalado e funcionando na sua máquina. Isso pode ser feito abrindo-se uma nova janela de terminal e disparando o comando: c:\estudos_web>ng --version Sua máquina deverá retornar algo parecido com: Angular CLI: 11.2.1 Node: 14.15.4 OS: win32 x64 Obteve resultado semelhante? Então podemos prosseguir. Comece disparando o comando abaixo para criar uma nova aplicação Angular usando o Angular CLI: c:\docs_osmar>cd c:\estudos_angular c:\estudos_angular>ng new escola Veja que pedi para o comando ng do Angular CLI criar um novo projeto com o nome escola (você pode escolher o nome que desejar). Aguarde alguns minutos até que o processo seja finalizado. Criando a entidade Aluno, ou a classe Aluno, ou melhor ainda, o model Aluno Como nossa aplicação vai gravar alunos na base de dados, nada melhor do que começar criando nossa entidade ou model Aluno. Vá até a pasta "C:\estudos_angular\escola\src\app" e crie um arquivo chamado aluno.ts com o seguinte conteúdo:
export class Aluno{
id: number = 0;
matricula: number;
nome: string;
curso: string;
constructor(matricula: number, nome: string,
curso: string, id?: number) {
this.matricula = matricula;
this.nome = nome;
this.curso = curso;
}
}
Veja que nosso model Aluno possui os atributos matricula, nome, curso e id (que é opcional na classe, pois será gerado automaticamente pela tabela no banco de dados MySQL. O passo seguinte é criar o serviço que nos permitirá a comunicação com o servidor remoto, a saber: a página PHP que gravará os dados na base MySQL. Criando o serviço aluno.service para a comunicação com o servidor remoto Para criar o serviço que nos permitirá gravar os alunos na base de dados MySQL, abra uma janela de terminal (ou use a que você já tem aberta) e dispare o seguinte comando: c:\escola>ng generate service cadastros/aluno --flat CREATE src/app/cadastros/aluno.service.spec.ts (352 bytes) CREATE src/app/cadastros/aluno.service.ts (134 bytes) Note que este comando deve ser disparado dentro da pasta da sua aplicação. Agora, temos um arquivo aluno.service.ts dentro da pasta cadastros no diretório C:\estudos_angular\escola\src\app (o seu deve ser diferente, não se esqueça). Assim, abra o arquivo aluno.service.ts e vamos modificá-lo para o seguinte código:
import {Injectable} from '@angular/core';
// precisamos do serviço HTTP para fazer a requisição AJAX
import {HttpClient, HttpErrorResponse, HttpParams} from '@angular/common/http';
// precisamos também do Observable, do map e catchError
import {Observable, throwError} from 'rxjs';
import {map, catchError} from 'rxjs/operators';
// precisamos também da classe Aluno
import {Aluno} from '../aluno';
@Injectable({
providedIn: 'root'
})
export class AlunoService {
// url base do endereço do serviço remoto
baseUrl = 'http://localhost/servicos';
// vetor de alunos já gravados
alunos: Aluno[] = [];
// vamos fazer uma injeção de dependência aqui
constructor(private http: HttpClient){}
// método que permite fazer uma requisição HTTP e gravar
// o novo aluno
cadastrar(aluno: Aluno): Observable<Aluno[]> {
const dados = {
nome: aluno.nome, matricula: aluno.matricula,
curso: aluno.curso,
};
return this.http.post(`${this.baseUrl}/gravar_aluno.php`, {dados: aluno})
.pipe(map((res) => {
// adiciona o novo aluno no vetor de alunos
this.alunos.push(res['dados']);
// e o retorna para o chamador deste método
return this.alunos;
}),
catchError(this.tratarErro));
}
private tratarErro(error: HttpErrorResponse) {
// vamos mostrar o erro no console
console.log(error);
// e vamos matar a aplicação aqui, pois não há mais nada
// a fazer
return throwError('Houve um erro: ' + error);
}
}
Há algumas importações importantes neste serviço: Injectable do '@angular/core', HttpClient, HttpErrorResponse e HttpParams do '@angular/common/http', Observable e throwError do 'rxjs', map e catchError do 'rxjs/operators' e, mais importante, a classe Aluno de '../aluno'. Em outras dicas em nosso site você aprenderá melhor sobre cada um desses imports. No construtor da classe AlunoService nós fazemos uma injeção de dependência (DI) para um objeto HttpClient, que será usado para fazer uma requisição POST. Esta requisição ocorre no método cadastrar(), que recebe um objeto da classe Aluno e o fornece como JSON na requisição POST. Assim que o novo aluno é cadastrado na base de dados MySQL, este método retorna o novo aluno (como JSON) e nós o adicionamos a um vetor de alunos, que será exibido na tela de cadastro para indicar os alunos já cadastrados. Antes de prosseguirmos, que diacho é esse erro "implicitly has an 'any' type"? Se você tentar executar a aplicação agora, de imediato já notará duas mensagens de erro (ou pelo menos uma delas): Error: src/app/app.component.ts:24:18 - error TS7006: Parameter 'f' implicitly has an 'any' type. 24 cadastrarAluno(f) { Error: src/app/cadastros/aluno.service.ts:36:26 - error TS7053: Element implicitly has an 'any' type because expression of type '"dados"' can't be used to index type 'Object'. Property 'dados' does not exist on type 'Object'. 36 this.alunos.push(res['dados']); Se elas aparecem na sua versão do Angular, basta adicionar a linha "noImplicitAny": false no arquivo tsconfig.json na raiz da aplicação e o problema será resolvido. Já estamos bem adiantados. Hora de escrever o código do app.component.ts O Angular CLI já criou um arquivo app.component.ts. Abra-o e altere o seu código para a versão abaixo:
import {Component} from '@angular/core';
// importamos a classe Aluno
import {Aluno} from './aluno';
// importamos o serviço AlunoService
import {AlunoService} from './cadastros/aluno.service';
@Component({
selector: 'app-root',
templateUrl: './app.component.html',
styleUrls: ['./app.component.css']
})
export class AppComponent {
alunos: Aluno[] = [];
// criamos uma nova instância da classe Aluno
aluno = new Aluno(0, '', '', 0);
erro = '';
sucesso = '';
// fazemos uma injeção de dependência aqui
constructor(private alunoService: AlunoService) {}
// aqui temos o método que permitirá cadastrar um novo aluno
cadastrarAluno(f) {
this.alunoService.cadastrar(this.aluno)
.subscribe(
(res: Aluno[]) => {
// recebemos a lista atualizada de alunos
this.alunos = res;
// enviamos um ok para o formulário
this.sucesso = 'Aluno cadastrado com sucesso.';
// finalmente resetamos o formulário
f.reset();
},
(err) => this.erro = err
);
}
}
Neste arquivo temos uns imports importantes: Component do '@angular/core', Aluno de './aluno' e AlunoService de './cadastros/aluno.service'. Em seguida, dentro da anotação @Component nós temos as definições para o selector, o templateUrl e o styleUrls. Finalmente, na classe AppComponent, nós temos as declaramos de um vetor de Aluno[], um objeto da classe Aluno e algumas variáveis auxiliares. No construtor dessa classe nós fazemos uma injeção de dependência (DI) para um objeto da classe AlunoService. Então temos o método cadastrarAluno(), que recebe o formulário HTML e o repassa para o método cadastrar() do aluno.service. Como retorno desse método nós obtemos a lista atualizada dos alunos já cadastrados nessa sessão (atenção: não estamos obtendo os alunos cadastrados anteriomente na base de dados MySQL. Isso será visto em outra parte do tutorial). Já temos o app.component.ts, vamos complementar o app.component.html Com o app.component.ts devidamente ajustado, vamos nos concentrar agora no app.component.html, que contém o formulário que nos permitirá cadastrar os alunos. Veja o código completo para ele:
<h3>Cadastrar Novo Aluno</h3>
<form #f="ngForm" name="cadastrarForm">
<table width="200" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3">
<tr>
<td>Matrícula:</td>
<td><input type="text" name="matricula" [(ngModel)]="aluno.matricula"></td>
</tr>
<tr>
<td>Nome:</td>
<td><input type="text" name="nome" [(ngModel)]="aluno.nome"></td>
</tr>
<tr>
<td>Curso:</td>
<td><input type="text" name="curso" [(ngModel)]="aluno.curso"></td>
</tr>
<tr>
<td> </td>
<td><button (click)="cadastrarAluno(f)">Gravar</button></td>
</tr>
</table>
</form>
<div *ngIf="erro" class="alert alert-danger">{{erro}}</div>
<div *ngIf="sucesso" class="alert alert-success">{{sucesso}}</div>
<ul *ngFor="let aluno of alunos; let i = index;">
<li>{{i + 1}}; {{aluno.matricula}}; {{aluno.nome}}; {{aluno.curso}}</li>
</ul>
Veja que fiz um código HTML bem simples, sem firulas. Depois que você entender todos os elementos, então você poderá formatar e deixar mais bonito. O importante é observar como usamos ngModel para ligar os campos do formulário aos atributos da classe Aluno. Coloquei também dois ngIf para mostrar as mensagens de sucesso e de erro, e, finalmente, um ngFor para percorrer e exibir os alunos já cadastrados durante essa sessão. Vamos lá? Já podemos executar o exemplo. A partir da pasta raiz da aplicação, dispare o comando abaixo: c:\estudos_angular\escola>ng serve --open Depois de alguns segundos teremos o seguinte resultado: ![]() Obteve o mesmo resultado? Que maravilha! Mas não podemos cadastrar alunos ainda, pois a parte do back-end ainda não foi desenvolvida. Mas isso é coisa simples. Criando a tabela no banco de dados MySQL Nosso front-end já está completo e rodando. Chegou a hora de nos concentrarmos no back-end. Inicialmente vamos criar a tabela na base de dados MySQL. Veja sua estrutura e o código SQL DDL para a sua criação: CREATE TABLE `alunos` ( `id` int(11) NOT NULL, `matricula` int(11) NOT NULL, `nome` varchar(100) NOT NULL, `curso` varchar(100) NOT NULL ) ENGINE=InnoDB DEFAULT CHARSET=latin1; Marque o campo id como chave primária e auto-incremento. Agora vamos ao código PHP, que mantive muito simples também, sem validações, o que deixo por sua conta. A página PHP que recebe os alunos e os gravam na tabela MySQL Segue abaixo o código completo para a página gravar_aluno.php, colocada no diretório "C:\xampp\htdocs\servicos" (fique atento ao endereço onde você vai colocá-la, seja na sua máquina local ou em um servidor remoto):
<?php
// não deixe quebra de linha nos headers abaixo
header('Access-Control-Allow-Origin: *');
header('Access-Control-Allow-Methods: POST, GET,
PUT, DELETE, OPTIONS');
header('Access-Control-Allow-Headers: Origin,
X-Requested-With, Content-Type, Accept');
header("Content-Type: application/json; charset=utf-8");
// vamos obter os dados vindo do formulário
// atenção: em um código real temos que validar
$dados = file_get_contents("php://input");
// a requisição foi post?
if(isset($dados) && !empty($dados)){
$request = json_decode($dados);
$nome = $request->dados->nome;
$matricula = $request->dados->matricula;
$curso = $request->dados->curso;
// vamos efetuar a conexão com o banco
$con = new mysqli("localhost", "root",
"osmar1234", "estudos");
// conexão efetuada com sucesso?
if($con->connect_errno){
echo "Não foi possível efetuar a conexão: " .
$mysqli->connect_error;
exit(); // vamos sair daqui
}
// comando sql
$query = "INSERT INTO alunos(id, matricula, nome,
curso) VALUES (null, '$matricula', '$nome', '$curso')";
// vamos disparar o comando sql
if(mysqli_query($con, $query)){
http_response_code(201);
$aluno = [
'matricula' => $matricula,
'nome' => $nome,
'curso' => $curso,
'id' => mysqli_insert_id($con)
];
// vamos retornar o aluno recém cadastrado
echo json_encode(['dados'=>$aluno]);
}
else{
http_response_code(422);
}
}
?>
Se você observar atentamente o nosso exemplo, verá que a aplicação Angular está rodando em http://localhost:4200 enquanto a página PHP estará rodando em http://localhost/servicos/gravar_aluno.php, ou seja, mesmo servidor mas portas diferentes. Dessa forma, a requisição AJAX feita a partir da aplicação Angular vai falhar, com a seguinte mensagem de erro: Access to XMLHttpRequest at 'http://localhost/servicos/gravar_aluno.php' from origin 'http://localhost:4200' has been blocked by CORS policy: Response to preflight request doesn't pass access control check: No 'Access-Control-Allow-Origin' header is present on the requested resource. Por essa razão, a página PHP contém os headers que liberam o acesso cross-site (de servidor diferente): // não deixe quebra de linha nos headers abaixo header('Access-Control-Allow-Origin: *'); header('Access-Control-Allow-Methods: POST, GET, PUT, DELETE, OPTIONS'); header('Access-Control-Allow-Headers: Origin, X-Requested-With, Content-Type, Accept'); header("Content-Type: application/json; charset=utf-8"); Um outro detalhe interessante é o uso da função PHP file_get_contents("php://input") para receber o JSON enviado pela aplicação Angular. Programadores PHP vão achar isso uma "gambiarra", mas, atualmente, essa é a única forma de recebermos uma requisição POST usando JSON no PHP. O restante do código é fácil de entender: criamos a conexão com o banco de dados, gravamos o aluno e retornamos um novo JSON contendo o novo aluno inserido. Note o uso de mysqli_insert_id() para obter o id do registro recém-inserido com o propósito de devolvermos o novo aluno com esse atributo já preenchido. E agora o resultado final. Veja a imagem abaixo: ![]() Conseguiu executar o exemplo também? Em outra dicas de Angular você encontra as demais partes do tutorial, a saber: listar, editar e excluir os alunos. Até lá e bons estudos. |
Java ::: Java Swing - JTable e classes relacionadas ::: JTable |
Como aplicar cores alternadas às linhas de uma JTable do Java SwingQuantidade de visualizações: 1 vezes |
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Nesta dica eu mostrarei como aplicar o tão falado "efeito zebrinha" nas linhas de uma tabela JTable do Java Swing. A técnica é muito simples é, uma vez aprendida, possibilita a criação de códigos cada vez mais interessantes. Veja como efetuo uma chamada ao método prepareRenderer() para obter um Component representando a célula que está sendo renderizada. Se o índice da linha da célula for par e não estiver selecionada, nós efetuamos uma chamada à setBackground() da classe Component para definir a sua cor de fundo. Veja o código completo para o exemplo:
package arquivodecodigos;
import javax.swing.*;
import java.awt.*;
import javax.swing.table.*;
public class Estudos extends JFrame {
public Estudos() {
super("Exemplo de uma tabela com efeito zebrinha");
// colunas da tabela
String[] colunas = {"Cidade", "Estado", "Habitantes"};
// conteúdo da tabela
Object[][] conteudo = {
{"Goiânia", "GO", "43.023.432"},
{"São Paulo", "SP", "5.343.234"},
{"Rio de Janeiro", "RJ", "6.434.212"},
{"Jussara", "GO", "87.454"},
{"Barra do Garças", "MT", "64.344"}
};
// constrói a tabela
final JTable tabela = new JTable(conteudo, colunas) {
@Override
public Component prepareRenderer(TableCellRenderer renderer,
int rowIndex, int vColIndex) {
Component c = super.prepareRenderer(renderer, rowIndex, vColIndex);
if (rowIndex % 2 == 0 && !isCellSelected(rowIndex, vColIndex)) {
c.setBackground(Color.YELLOW);
}
else {
c.setBackground(getBackground());
}
return c;
}
};
tabela.setPreferredScrollableViewportSize(new Dimension(350, 150));
Container c = getContentPane();
c.setLayout(new FlowLayout());
JScrollPane scrollPane = new JScrollPane(tabela);
c.add(scrollPane);
setSize(400, 300);
setVisible(true);
}
public static void main(String args[]) {
Estudos app = new Estudos();
app.setDefaultCloseOperation(JFrame.EXIT_ON_CLOSE);
}
}
Ao executar este código Java Swing nós teremos o seguinte resultado: ![]() |
Java ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Como classificar um array em ordem crescente usando o método sort() da classe Arrays do JavaQuantidade de visualizações: 27134 vezes |
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Nesta dica mostrarei como podemos usar o método sort() da classe Arrays da linguagens Java para ordenar um vetor de inteiros em ordem crescente. A assinatura do método sort() que usaremos é aquela que recebe apenas um argumento, ou seja, o array a ser ordenado. Note que a implementação de ordenação usada pelo método sort() é a ordenação quicksort, considerada uma das mais rápidas nos dias atuais. Veja o código completo para o exemplo:
package estudos;
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
// vamos declarar e construir um vetor de 5 inteiros
int[] valores = new int[5];
// inicializa os elementos do array
valores[0] = 23;
valores[1] = 65;
valores[2] = 2;
valores[3] = 87;
valores[4] = 34;
// exibe os valores dos elementos do array
// usando o laço for melhorado
System.out.println("Elementos na ordem original:");
for(int valor : valores){
System.out.print(valor + " ");
}
// ordena os valores em ordem crescente
Arrays.sort(valores);
// exibe os valores dos elementos do array
// usando o laço for melhorado
System.out.println("\n\nElementos classificados em ordem crescente:");
for(int valor : valores){
System.out.print(valor + " ");
}
System.out.println("\n\n");
System.exit(0);
}
}
Ao executarmos este código Java nós teremos o seguinte resultado: Elementos na ordem original: 23 65 2 87 34 Elementos classificados em ordem crescente: 2 23 34 65 87 |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Java |
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