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Planilha de Dimensionamento de Tubulações Hidráulicas Água Fria e Água Quente Completa
Nossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes.

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Ruby ::: Dicas & Truques ::: Hashes (Arrays Associativas)

Como criar um hash em Ruby - Criação e uso de arrays associativos na linguagem Ruby

Quantidade de visualizações: 9692 vezes
Os hashes (também chamados de arrays associativas, mapas ou dicionários) são parecidos com arrays no sentido em que são coleções indexadas de referências a objetos. Contudo, enquanto podemos indexar arrays usando inteiros, hashes podem ser indexados usando-se qualquer tipo de dados: strings, expressões regulares, inteiros, e assim por diante.

Quando guardamos um valor em um hash, estamos na verdade guardando dois objetos: o índice (geralmente chamado de chave) e o valor. Os valores em um hash Ruby podem ser de qualquer tipo.

Hashes em Ruby podem ser criados de duas formas: usando a notação literal ou criando-se um objeto da classe Hash.

Veja como criamos um hash usando notação literal:

# cria um hash de estados e capitais
capitais = {'Goiás' => 'Goiânia',  'Mato Grosso' => 'Cuiabá', 
  'Paraná' => 'Curitiba'}
  
# exibe a capital correspondente ao estado de Mato Grosso
puts capitais['Mato Grosso']

Veja como usamos os nomes dos estados como chaves e os nomes das capitais como valores para cada um dos elementos do hash. Veja agora como criar este mesmo hash por meio da criação de um objeto da classe Hash:

# cria um hash de estados e capitais
capitais = Hash.new

capitais['Goiás'] = 'Goiânia'
capitais['Mato Grosso'] = 'Cuiabá'
capitais['Paraná'] = 'Curitiba'
  
# exibe a capital correspondente ao estado de Mato Grosso
puts capitais['Mato Grosso']



LISP ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como retornar uma substring de uma string em LISP usando a função subseq()

Quantidade de visualizações: 833 vezes
Nesta dica mostrarei como podemos extrair uma parte de uma palavra, frase ou texto, ou seja, vamos obter uma substring a partir de uma string. Na linguagem LISP isso pode ser feito por meio da função subseq().

Esta função aceita 3 argumentos. O primeiro argumento é a string a partir da qual a substring será extraída. O segundo argumento é o índice inicial da substring, começando sempre em 0. O terceiro argumento marca o índice final da substring (um índice a mais que o último caractere desejado). Se o terceiro argumento for omitido, todo o restante da string será incluído na substring.

Veja o código LISP completo para o exemplo no qual pedimos para o usuário informar uma frase e extraímos dessa frase os 5 primeiros caracteres:

; variáveis que vamos usar no programa
(let ((frase)(substring))
  ; Vamos pedir para o usuário informar
  ; uma frase
  (princ "Informe uma frase: ")
  ; talvez o seu compilador não precise disso
  (force-output)
  ; atribui o valor lido à variável frase
  (setq frase (read-line))
  
  ; vamos mostrar a frase informada
  ; o símbolo ~% provoca uma quebra de linha
  (format t "A frase informada foi: ~S~%" frase)
  
  ; agora vamos obter os 5 primeiros caracteres
  (setq substring (subseq frase 0 5))
  
  ; e mostramos a substring
  (format t "A substring obtida foi: ~S" substring)
)

Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado:

A frase informada foi: "Estudar LISP é bom demais"
A substring obtida foi: "Estud"


PHP ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como abrir um arquivo em PHP - Passos necessários para abrir um arquivo usando PHP

Quantidade de visualizações: 18620 vezes
Nesta dica mostrarei os passos necessários para abrir um arquivo usando PHP. Note que usei a função file_exists() para verificar se o caminho e nome do arquivo indicados existem no sistema. Em seguida efetuamos uma chamada à função fopen() indicando que o arquivo será aberto no modo leitura.

Veja como coloquei todo o código em uma exceção try..catch. Usar exceções em PHP é a melhor forma de garantir que seus códigos responderão corretamente a eventos inesperados.

Veja o código completo para o exemplo:

<?php
// Informe o nome do arquivo que você deseja abrir
$arquivo = "c:\\estudos_php\\teste.txt";

// Use a função file_exists() para confirmar a existência do
// do arquivo.
if(file_exists($arquivo)){
  // Tente abrir o arquivo (neste exemplo vamos abrí-lo para leitura)
  try{
    if($readfile = fopen($arquivo, "r")){
      // Já podemos manipular o arquivo.
      echo "Arquivo aberto com sucesso.";
    } 
    else{
      // Não foi possível abrir. Vamos lançar uma exceção.
      throw new exception("Não consegui abrir o arquivo.");
    }
  } 
  catch(exception $e){
    echo $e->getmessage();
  }
} 
else{
  echo "Arquivo não existe.";
}
?>

Ao executar este código PHP nós teremos duas situações. Se o arquivo existir, a mensagem "Arquivo aberto com sucesso." será exibida. Se o arquivo não existir, a mensagem "Arquivo não existe".

Há ainda uma terceira mensagem, que será exibida caso a exceção for atirada, indicando que o arquivo não pôde ser aberto por alguma outra razão.


Java ::: Dicas & Truques ::: Internacionalização e Localização (Internationalization, i18n, Localization, l10n)

Como usar os construtores da classe Locale em seus programas Java

Quantidade de visualizações: 10073 vezes
A classe Locale, na versão 1.6 do Java, apresenta 3 construtores. Aprender a usá-los corretamente trará muito mais flexibilidade aos seus códigos.

Veja o primeiro construtor:

Locale(String language)


Este construtor requer como argumento um código de língua válido, ou seja, um dos códigos de duas letras minúsculas definidos pelo ISO-639. Assim, "pt" é para o português, "en" para o inglês, e assim por diante. Veja:

import java.util.*;
import java.text.*;

public class Estudos{ 
  public static void main(String args[]){ 
    // criamos um locale para o Brasil
    Locale localeBR = new Locale("pt");
    
    // vamos obter a data e hora atual
    Calendar agora = Calendar.getInstance();

    // vamos formatar de acordo com o formato de
    // data longa no português brasileiro
    DateFormat df = DateFormat.getDateInstance(
      DateFormat.FULL, localeBR);

    // vamos exibir o resultado
    System.out.println(df.format(agora.getTime())); 
  } 
}

Veja o segundo construtor:

Locale(String language, String country)


Este construtor requer a língua (language) e o país (country). O argumento country deve ser um código de país válido, ou seja, um dos códigos de duas letras maiúsculas definidos pelo ISO-3166. Assim, "BR" é para o Brasil, "PT" para Portugal, "US" para United States, e assim por diante. Este construtor que aceita o código da língua e o código do país é o mais frequentemente usado, uma vez que Brasil e Portugal possuem o mesmo código de língua, mas códigos de paises diferentes. Além disso, há países cujas regiões falam línguas diferentes, por exemplo, o Canadá. Veja um exemplo:

import java.util.*;
import java.text.*;

public class Estudos{ 
  public static void main(String args[]){ 
    // criamos um locale para o Brasil
    Locale localeBR = new Locale("pt", "BR");
    
    // vamos obter a data e hora atual
    Calendar agora = Calendar.getInstance();

    // vamos formatar de acordo com o formato de
    // data longa no português brasileiro
    DateFormat df = DateFormat.getDateInstance(
      DateFormat.FULL, localeBR);

    // vamos exibir o resultado
    System.out.println(df.format(agora.getTime())); 
  } 
}

Vejamos agora o terceiro construtor:

Locale(String language, String country, String variant)


Este construtor requer a língua, o país e a variante de localização. O argumento variante é um código específico relacionado ao fornecedor do sistema ou browser. Por exemplo: WIN para Windows, MAC para Macintosh, etc. Este último construtor não é usado comumente, razão pela qual o exemplo de seu uso fica pendente até a próxima revisão desta dica.


Ruby ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes)

Como adicionar itens ao final de um array em Ruby usando a função push()

Quantidade de visualizações: 8287 vezes
Em algumas situações nós precisamos adicionar novos elementos ao final de um array em Ruby. Para isso nós podemos usar a função push() do objeto Array.

Veja como isso pode ser feito no código abaixo:

# vamos criar um array de nomes
nomes = []

# Lê entrada até que o valor -1 seja
# fornecido
loop do
  print "Digite um nome (-1 para sair): "
  nome = gets.chomp
  
  # vamos adicionar este nome no final do
  # array
  if nome != "-1"
    nomes.push(nome) # adiciona o nome ao array
  end
  
  # vamos sair do laço se o valor for "-1"
  if nome == "-1"
    break
  end
end

# Exibe todos os valores do array
puts "\nOs nomes fornecidos foram:"
nomes.each do | nome |
  puts nome
end

Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

Digite um nome (-1 para sair): MARCELO
Digite um nome (-1 para sair): JOANA
Digite um nome (-1 para sair): OSMAR
Digite um nome (-1 para sair): JAQUELINE
Digite um nome (-1 para sair): -1

Os nomes fornecidos foram:
MARCELO
JOANA
OSMAR
JAQUELINE


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Ruby

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