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C++ ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Recursão (Recursividade) |
Exercício Resolvido de C++ - Um método recursivo que calcula o número de Fibonacci para um dado índiceQuantidade de visualizações: 972 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Observe a série de números Fibonacci abaixo: Série: 0 1 1 2 3 5 8 13 21 34 55 89 Índice: 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Este algoritmo consiste em, dado um determinado índice, retornar o número de Fibonacci correspondente. Recursivamente, o cálculo pode ser feito da seguinte forma: fib(0) = 0; fib(1) = 1; fib(indice) = fib(indice - 2) + fib(indice - 1); sendo o indice >= 2 Os casos nos quais os índices são 0 ou 1 são os casos bases (aqueles que indicam que a recursividade deve parar). Seu método deverá possuir a seguinte assinatura:
int fibonacci(int indice){
// sua implementação aqui
}
Informe o índice: 6 O número de Fibonacci no índice informado é: 8 Veja a resolução comentada deste exercício usando C++:
#include <string>
#include <iostream>
using namespace std;
// assinatura da função recursiva
int fibonacci(int indice);
int main(int argc, char *argv[]){
// variáveis usadas na resolução do problema
int indice;
// vamos solicitar o índice do número de Fibonacci
cout << "Informe o índice: ";
// lê o índice
cin >> indice;
// calcula o número de Fibonacci no índice informado
cout << "O número de Fibonacci no índice informado é: " <<
fibonacci(indice) << endl;
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
// função recursiva que o número de Fibonacci em um determinado índice
int fibonacci(int indice){
if(indice == 0){ // caso base; interrompe a recursividade
return 0;
}
else if(indice == 1){ // caso base; interrompe a recursividade
return 1;
}
else{ // efetua uma nova chamada recursiva
return fibonacci(indice - 1) + fibonacci(indice - 2);
}
}
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GNU Octave ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Pesquisa Operacional |
Exercício Resolvido de Octave - Programação Linear - Um fazendeiro decidiu misturar duas rações, a Ração X e a Ração Y. Cada porção de ração dada aos animaisQuantidade de visualizações: 602 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Este exercício de Octave aborda o uso da função glpk() para resolver um problema de Pesquisa Operacional usando Programação Linear. 1) Um fazendeiro decidiu misturar duas rações, a Ração X e a Ração Y. Cada porção de ração dada aos animais exige 60g de proteína e 30g de gordura. A Ração X possui 15g de proteína e 10g de gordura, e custa R$ 80,00 a unidade. A Ração Y apresenta 20g de proteína e 5g de gordura e custa R$ 50,00 a unidade. Quanto de cada ração deve ser usada para minimizar os custos do fazendeiro? Sua saída deverá ser parecida com: A solução para o problema de minimização é: x = 2.40 y = 1.20 O custo mínimo é: 252.00 Antes de passarmos ao código Octave, vamos fazer a modelagem matemática do problema. O primeiro passo é identificar as variáveis. Assim, vamos chamar de x o número de unidades da Ração X e de y o número de unidades da Ração Y. Veja: x = Número de unidades da Ração X y = Número de unidades da Ração Y E então temos a função custo: custo = 80x + 50y A primeira restrição diz respeito à quantidade de proteína em cada porção de ração. Sabendo que a Ração X apresenta 15g de proteína e a Ração Y apresenta 20g de proteína nós temos: R1: 15x + 20y >= 60 (proteína) A segunda restrição diz respeito à quantidade de gordura em cada porção de ração. Sabendo que a Ração X apresenta 10g de gordura e a Ração Y apresenta 5g de gordura nós temos: R2: 10x + 5y >= 30 (gordura) As restrições R3 e R4 dizem respeito à não negatividade das variáveis de decisão: R3: x >= 0 R4: y >= 0 Veja agora o código Octave completo (pesquisa_operacional.m):
# vamos começar definindo a matriz que representa a função de
# minimização
c = [80.0, 50.0]';
# agora a matriz de restrições
A = [15, 20; 10, 5];
b = [60, 30]';
# as restrições de não negatividade e o limite superior
lb = [0, 0]';
ub = [];
# definimos as restrições como limites inferiores
ctype = "LL";
# indicamos que vamos usar variáveis contínuas (não inteiros)
vartype = "CC";
# vamos usar minimização, por isso definimos o valor 1. Se fosse
# maximização o valor seria -1
s = 1;
# definimos os parâmetros adicionais
param.msglev = 1;
param.itlim = 100;
# e chamamos a função glpk()
[xmin, fmin, status, extra] = glpk(c, A, b, lb, ub, ctype, vartype, s, param);
# mostramos a solução para o problema de minimização
printf("A solução para o problema de minimização é:\n\n");
printf("x = %.2f\n", xmin(1));
printf("y = %.2f\n", xmin(2));
# para finalizar vamos mostrar o custo mínimo
printf("\nO custo mínimo é: %.2f\n\n", fmin);
Ao executar o código você perceberá que, para minimizar os custos do fazendeiro, deverão ser usados na mistura 2,4 unidades da Ração X e 1,2 unidades da Raça Y, a um custo mínimo de R$ 252,00. |
C++ ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como criar diretórios em C++ usando a função mkdir()Quantidade de visualizações: 10809 vezes |
Em algumas situações nossos códigos C++ precisam criar diretórios. Isso pode ser feito com o auxílio da função mkdir(), disponível no header direct.h (trazido da linguagem C). Veja a assinatura desta função:int _mkdir(const char *pathname); Veja um trecho de código C++ no qual criamos um diretório no mesmo diretório do executável.
#include <iostream>
#include <direct.h>
using namespace std;
int main(int argc, char *argv[]){
// vamos criar o diretório
char diretorio[] = "estudos";
// vamos testar se houve erro na criação do diretório
if(mkdir(diretorio) == -1){
cout << "Erro: " << strerror(errno) << endl;
}
else{
cout << "Diretório criado com sucesso" << endl;
}
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
É possível usar a versão Unicode de mkdir(), ou _mkdir(). O método _wmkdir(), também presente em direct.h é útil quando precisamos internacionalizar nossas aplicações. Veja o exemplo:
#include <iostream>
#include <direct.h>
using namespace std;
int main(int argc, char *argv[]){
// vamos criar o diretório
wchar_t diretorio[] = L"C:\\Dev-Cpp\\estudos";
// vamos testar se houve erro na criação do diretório
if(_wmkdir(diretorio) == -1){
cout << "Erro: " << strerror(errno) << endl;
}
else{
cout << "Diretório criado com sucesso" << endl;
}
system("PAUSE"); // pausa o programa
return EXIT_SUCCESS;
}
Note que agora eu troquei o tipo char por wchar_t e usei o sinalizado L antes da atribuição da string. |
VB.NET ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle |
Como usar a instrução Select...Case do VB.NETQuantidade de visualizações: 21136 vezes |
As instruções If...Then e If...Then...Else são muito úteis para testarmos condições em nossos códigos. Porém, há situações em que os caminhos a serem testados são tantos que se torna um pouco tedioso escrever tantos ElseIfs. Para estas situações nós temos a instrução Select...Case. Veja seu uso no trecho de código abaixo:
Dim valor As Integer = 7
Select Case valor
Case 1 To 5
Console.WriteLine("Entre 1 e 5 (inclusive)")
Case 6, 7, 8
Console.WriteLine("Entre 6 e 8 (inclusive)")
Case 9 To 10
Console.WriteLine("Igual a 9 ou 10")
Case Else
Console.WriteLine("Não encontrado no teste")
End Select
Os valores a serem testados em cada passo da instrução podem ser separados por vírgulas ou por faixa, usando a palavra-chave To. Neste último caso, o valor limite também é incluído no teste. O tipo de dados da variável de teste deve se enquadrar nos tipos: Boolean, Byte, Char, Date, Double, Decimal, Integer, Long, Object, SByte, Short, Single, String, UInteger, ULong e UShort. |
LISP ::: LISP para Engenharia ::: Geometria Analítica e Álgebra Linear |
Como converter Coordenadas Polares para Coordenadas Cartesianas em LISP - LISP para EngenhariaQuantidade de visualizações: 959 vezes |
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Nesta nossa série de LISP e AutoLISP para Geometria Analítica e Álgebra Linear, mostrarei um código 100% funcional para fazer a conversão entre coordenadas polares e coordenadas cartesianas. Esta operação é muito frequente em computação gráfica e é parte integrante das disciplinas dos cursos de Engenharia (com maior ênfase na Engenharia Civil). Na matemática, principalmente em Geometria e Trigonometria, o Sistema de Coordenadas Polares é um sistema de coordenadas em duas dimensões no qual cada ponto no plano é determinado por sua distância a partir de um ponto de referência conhecido como raio (r) e um ângulo a partir de uma direção de referência. Este ângulo é normalmente chamado de theta (__$\theta__$). Assim, um ponto em Coordenadas Polares é conhecido por sua posição (r, __$\theta__$). Já o sistema de Coordenadas no Plano Cartesiano, ou Espaço Cartesiano, é um sistema que define cada ponto em um plano associando-o, unicamente, a um conjuntos de pontos numéricos. Dessa forma, no plano cartesiano, um ponto é representado pelas coordenadas (x, y), com o x indicando o eixo horizontal (eixo das abscissas) e o y indicando o eixo vertical (eixo das ordenadas). Quando saímos do plano (espaço 2D ou R2) para o espaço (espaço 3D ou R3), temos a inclusão do eixo z (que indica profundidade). Antes de prosseguirmos, veja uma imagem demonstrando os dois sistemas de coordenadas: ![]() A fórmula para conversão de Coordenadas Polares para Coordenadas Cartesianas é: x = raio × coseno(__$\theta__$) y = raio × seno(__$\theta__$) E aqui está o código LISP completo que recebe as coordenadas polares (r, __$\theta__$) e retorna as coordenadas cartesianas (x, y):
; programa LISP que converte Coordenadas Polares
; em Coordenadas Cartesianas
(let((raio)(theta)(graus)(x)(y))
; vamos ler o raio e o ângulo
(princ "Informe o raio: ")
(force-output)
(setq raio (read))
(princ "Informe o theta: ")
(force-output)
(setq theta (read))
(princ "Theta em graus (1) ou radianos (2): ")
(force-output)
(setq graus (read))
; o theta está em graus?
(if(eq graus 1)
(setq theta (* theta (/ pi 180.0)))
)
; fazemos a conversão para coordenadas cartesianas
(setq x (* raio (cos theta)))
(setq y (* raio (sin theta)))
; exibimos o resultado
(format t "As Coordenadas Cartesianas são: (x = ~F, y = ~F)"
x y)
)
Ao executar este código LISP nós teremos o seguinte resultado: Informe o raio: 1 Informe o theta: 1.57 Theta em graus (1) ou radianos (2): 2 As Coordenadas Cartesianas são: (x = 0,00, y = 1,00) |
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