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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle |
Tutorial de Java - Como usar a instrução condicional if e if...else do JavaQuantidade de visualizações: 54585 vezes |
Instruções if e if...else permitem executar trechos de códigos baseado em condições. Veja um exemplo:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
int valor = 5;
if(valor > 3)
System.out.println("Valor maior que 3");
}
}
Neste programa, a instrução
System.out.println("Valor maior que 3");
será executada somente se o teste (valor > 3) for verdadeiro. Observe que a expressão de teste deverá sempre ser do tipo boolean (true ou false). Neste exemplo temos apenas uma instrução a ser executada. Isso dispensa o uso das chaves ao redor do bloco de códigos. Se o bloco contiver mais de uma instrução, as chaves são necessárias. Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
int valor = 5;
if(valor > 3){
System.out.println("Valor maior que 3");
System.out.println("O valor é: " + valor);
}
}
}
A instrução if...else (se...senão) é usada quando queremos fornecer um caminho alternativo ao código. Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
int valor = 1;
if(valor > 3)
System.out.println("Valor maior que 3");
else
System.out.println("Valor menor que 3");
}
}
Você pode ainda usar if...else if...else (se...senão se...senão). Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
int valor = 3;
if(valor > 3)
System.out.println("Valor maior que 3");
else if(valor < 3)
System.out.println("Valor menor que 3");
else
System.out.println("Valor é igual a 3");
}
}
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Java ::: Dicas & Truques ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Como testar se uma matriz é uma matriz identidade usando JavaQuantidade de visualizações: 1655 vezes |
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Seja M uma matriz quadrada de ordem n. A matriz M é chamada de Matriz Identidade de ordem n (indicada por In) quando os elementos da diagonal principal são todos iguais a 1 e os elementos restantes são iguais a zero. Para melhor entendimento, veja a imagem de uma matriz identidade de ordem 3, ou seja, três linhas e três colunas: ![]() Veja um código Java completo no qual nós declaramos uma matriz quadrada de ordem 3, pedimos para o usuário informar os valores de seus elementos e no final informamos se a matriz é uma matriz identidade ou não:
package estudos;
import java.util.Scanner;
public class Estudos{
public static void main(String[] args){
int n = 3; // ordem da matriz quadrada
int matriz[][] = new int[n][n]; // matriz quadrada
// para efetuar a leitura do usuário
Scanner entrada = new Scanner(System.in);
// vamos pedir para o usuário informar os elementos da matriz
for (int i = 0; i < n; i++){
for (int j = 0; j < n; j++) {
System.out.print("Elemento na linha " + (i + 1) +
" e coluna " + (j + 1) + ": ");
matriz[i][j] = Integer.parseInt(entrada.nextLine());
}
}
// agora verificamos se a matriz é uma matriz identidade
boolean identidade = true;
for(int linha = 0; linha < n; linha++){
for(int coluna = 0; coluna < n; coluna++){
if(matriz[linha][coluna] != 1 && matriz[coluna][linha] != 0){
identidade = false;
break;
}
}
}
// agora mostramos a matriz lida
System.out.printf("\n");
for (int i = 0; i < n; i++) {
for (int j = 0; j < n; j++) {
System.out.printf("%d ", matriz[i][j]);
}
System.out.printf("\n");
}
if (identidade){
System.out.printf("\nA matriz informada é uma matriz identidade.\n");
}
else{
System.out.printf("\nA matriz informada não é uma matriz identidade.\n");
}
}
}
Ao executar este código Java nós teremos o seguinte resultado: Elemento na linha 1 e coluna 1: 1 Elemento na linha 1 e coluna 2: 0 Elemento na linha 1 e coluna 3: 0 Elemento na linha 2 e coluna 1: 0 Elemento na linha 2 e coluna 2: 1 Elemento na linha 2 e coluna 3: 0 Elemento na linha 3 e coluna 1: 0 Elemento na linha 3 e coluna 2: 0 Elemento na linha 3 e coluna 3: 1 1 0 0 0 1 0 0 0 1 A matriz informada é uma matriz identidade. |
Delphi ::: Dicas & Truques ::: Bilbiotecas Estáticas (obj) e Dinâmicas (DLLs) |
Como criar DLLs usando Delphi? É possível criar DLLs para o Windows usando Delphi?Quantidade de visualizações: 13766 vezes |
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As DLLs (Dynamic Link Libraries - Bibliotecas de Vínculo Dinâmico) são arquivos compilados bem similares aos arquivos .exe que estamos acostumados a criar em Delphi. Uma DLL contém rotinas, recursos ou ambos. Mas, não pode ser executada por si só, ou seja, se dermos duplo-clique em uma DLL nada acontecerá. Isso acontece porque uma DLL é desenvolvida para ser usada juntamente como outros aplicativos e/ou outras DLLs. No ambiente Windows encontramos muitas DLLs. Na verdade, o Windows e sua Win32 API é uma coleção de DLLs. Se olharmos nos diretórios System ou System32 encontraremos várias delas, incluindo kernel32.dll, gdi32.dll, user32.dll, shell32.dll, comctl32.dll, entre outras. Mas, para que servem as DLLs? É possível desenvolver aplicações Windows sem usá-las? Vamos às respostas. As DLLs existem com o propósito de compartilhar código entre aplicações. Isso quer dizer que uma mesma DLL pode estar sendo usada por vários programas ao mesmo tempo. E isso é verdade no ambiente Windows. Todos os programas de interface gráfica escritos em Delphi, C, C++, etc e que usam os componentes gráficos do Windows estão de alguma forma fazendo uso de códigos disponíveis em DLLs do sistema. Sem o aproveitamente de tais códigos os executáveis ficariam enormes, visto que cada um teria que implementar as rotinas de desenho e diretivas de criação de janelas. Ao aproveitar as funcionalidades disponíveis nas DLLs do sistema esta tarefa se torna muito mais fácil. Mas, além de usar DLLs de terceiros com códigos já prontos e devidamente testados, você também pode criar suas próprias DLLs. O motivo disso é que você pode querer compartilhar algumas de suas rotinas entre os vários aplicativos que você desenvolve. A maior vantagem disso é que, ao atualizar ou corrigir o código em uma DLL você estará certo de que todas as aplicações que fazem uso desta DLL automaticamente perceberão e tirarão proveito da atualização. Entre as vantagens do uso de DLLs podemos citar: a) Podemos compartilhar rotinas e códigos entre várias aplicativos; b) Ao mantermos boa parte de nossos códigos em DLLs nós conseguimos economizar memória e espaço em disco; c) Outros desenvolvedores poderão usar nossas rotinas e lógica mesmo sem ter acesso aos nossos códigos-fontes; d) Podemos usar códigos escritos em outras linguagens em nossos programas Delphi. Isso quer dizer que uma DLL escrita em C/C++ poderá ser usada em um programa Delphi sem qualquer problema. A prova disso é que as DLLs do Windows são escritas em C/C++. Hora de criar sua primeira DLL em Delphi. Consulte outras dicas nesta seção para aprender a fazê-lo. Para fins de compatibilidade, esta dica foi escrita usando Delphi 2009. |
Delphi ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística |
Como calcular desvio padrão em Delphi - Delphi para Matemática e EstatísticaQuantidade de visualizações: 2597 vezes |
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Em Matemática e Estatística, o Desvio padrão (em inglês: Standard Deviation) é uma medida de dispersão, ou seja, é uma medida que indica o quanto um conjunto de dados é uniforme. Quando o desvio padrão é baixo, isso quer dizer que os dados do conjunto estão mais próximos da média. Como calcular o desvio padrão de um conjunto de dados? Vamos começar analisando a fórmula mais difundida na matemática e na estatística: \[\sigma = \sqrt{ \frac{\sum_{i=1}^N (x_i -\mu)^2}{N}}\] Onde: a) __$\sigma__$ é o desvio; b) __$x_i__$ é um valor qualquer no conjunto de dados na posição i; c) __$\mu__$ é a média aritmética dos valores do conjunto de dados; d) N é a quantidade de valores no conjunto. O somatório dentro da raiz quadrada nos diz que devemos somar todos os elementos do conjunto, desde a posição 1 até a posição n, subtrair cada valor pela média do conjunto e elevar ao quadrado. Obtida a soma, nós a dividimos pelo tamanho do conjunto. Veja o código Delphi completo que obtém o desvio padrão a partir de um conjunto de dados contendo quatro valores:
// Algoritmo Delphi para calcular desvio padrão
program estudos_delphi;
{$APPTYPE CONSOLE}
uses
SysUtils, Math;
var
// conjunto de dados
conjunto: array[1..4] of double = (10, 30, 90, 30);
soma: double; // Soma dos elementos
desvio_padrao: double; // Desvio padrão
tam: integer; // Tamanho dos dados
media: double; // média
i: integer;
begin
soma := 0.0;
desvio_padrao := 0.0;
tam := 4;
// vamos somar todos os elementos
for i := 1 to tam do
begin
soma := soma + conjunto[i];
end;
// agora obtemos a média do conjunto de dados
media := soma / tam;
// e finalmente obtemos o desvio padrão
for i := 1 to tam do
begin
// não esqueça de adicionar a unit Math
desvio_padrao := desvio_padrao + Power(conjunto[i] - media, 2);
end;
// mostramos o resultado
WriteLn('Desvio Padrão Populacional: ' + FloatToStr(Sqrt(desvio_padrao / tam)));
WriteLn('Desvio Padrão Amostral: ' + FloatToStr(Sqrt(desvio_padrao / (tam - 1))));
WriteLn;
Write('Pressione Enter para sair...');
ReadLn;
end.
Ao executar este código Delphi nós teremos o seguinte resultado: Desvio Padrão Populacional: 30.0 Desvio Padrão Amostral: 34.64101615137755 Veja que, para calcular o Desvio Padrão Populacional, nós dividimos o somatório pela quantidade de elementos no conjunto, enquanto, para calcular o Desvio Padrão Amostral, nós dividimos o somatório pela quantidade de elementos - 1 (cuidado com a divisão por zero no caso de um conjunto com apenas um elemento). |
Java ::: Java Swing - Componentes Visuais ::: JList |
Como retornar os índices dos itens selecionados em uma JList de seleção múltipla do Java SwingQuantidade de visualizações: 8664 vezes |
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Em outra dica desta seção nós vimos como obter e retornar os valores selecionados em uma JList de múltipla seleção do Java Swing. Agora veremos como retornar os índices dos valores selecionados. Para isso nós vamos usar o método getSelectedIndices(), que retorna um vetor (array) de inteiros. Note o uso da constante ListSelectionModel.MULTIPLE_INTERVAL_SELECTION fornecida para o método setSelectionMode() da JList para indicar a forma de seleção que estamos usando no exemplo. Veja o código Java Swing completo para o exemplo:
package estudos;
import java.awt.*;
import java.awt.event.*;
import javax.swing.*;
public class Estudos extends JFrame{
JList lista;
public Estudos() {
super("A classe JList");
Container c = getContentPane();
c.setLayout(new FlowLayout(FlowLayout.LEFT));
// Cria os itens da lista
String nomes[] = {"Carlos", "Marcelo", "Fabiana",
"Carolina", "Osmar"};
// Cria a JList
lista = new JList(nomes);
// Define a seleção múltipla para a lista
lista.setSelectionMode(
ListSelectionModel.MULTIPLE_INTERVAL_SELECTION);
// Um botão que permite obter os índices do itens
// selecionados
JButton btn = new JButton("Obter índices selecionados");
btn.addActionListener(
new ActionListener(){
public void actionPerformed(ActionEvent e){
int[] indices = lista.getSelectedIndices();
String res = "Índices selecionados:\n";
for(int i = 0; i < indices.length; i++)
res += indices[i] + "\n";
JOptionPane.showMessageDialog(null, res);
}
}
);
// Adiciona a lista à janela
c.add(new JScrollPane(lista));
// Adiciona o botão à janela
c.add(btn);
setSize(350, 250);
setVisible(true);
}
public static void main(String args[]){
Estudos app = new Estudos();
app.setDefaultCloseOperation(JFrame.EXIT_ON_CLOSE);
}
}
Lembre-se que as teclas Ctrl ou Shift devem estar pressionadas enquanto escolhemos os itens de uma JList de seleção múltipla. |
Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de Java |
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