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Planilha de Dimensionamento de Tubulações
Hidráulicas Água Fria e Água Quente CompletaNossa planilha automática de dimensionamento de tubulações de água fria e quente é uma ferramenta desenvolvida para auxiliar engenheiros e projetistas no cálculo rápido e preciso das redes hidráulicas de edificaçoes. Por meio da inserçao de dados como vazao, diâmetro da tubulaçao, comprimento da rede, material do tubo e coeficientes hidráulicos, a planilha realiza automaticamente os cálculos necessários para verificar velocidade da água, perda de carga e dimensionamento adequado das tubulaçoes. |
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PHP ::: Fundamentos da Linguagem ::: Passos Iniciais |
PHP para iniciantes - Quais as diferenças entre include e require do PHP?Quantidade de visualizações: 14404 vezes |
A principal diferença entre as diretivas require() e include() do PHP é que, se usarmos require() para incluir um arquivo que não pode ser incluído (talvez o arquivo não exista), um erro fatal será gerado e a execução de código na página será imediatamente suspenso. Um exemplo de tal mensagem de erro é:Warning: require(inexistente.php) [function.require]: failed to open stream: No such file or directory in /public_html/testes.php on line 3 Fatal error: require() [function.require]: Failed opening required 'inexistente.php' (include_path='.:/usr/share/pear') in /public_html/testes.php on line 3 Veja que geralmente recebemos um Warning e depois um Fatal error. Experimente criar o arquivo "inexistente.php" e as mensagens de advertência e erro desaparecerão. Se usarmos include() e o arquivo de inclusão não puder ser localizado, teremos uma advertência mas a execução do código na página não será interrompida: Warning: include(inexistente.php) [function.include]: failed to open stream: No such file or directory in /public_html/testes.php on line 3 Warning: include() [function.include]: Failed opening 'inexistente.php' for inclusion (include_path='.:/usr/share/pear') in /public_html/testes.php on line 3 O uso de require() ou include() vai depender da situação: require() é melhor empregado para carregar arquivos que são essenciais para o restante da página, por exemplo, se você tiver um site usando banco de dados, então usar require() para incluir o arquivo contendo o login e senha do banco de dados é muito melhor que usar include(). Se usarmos include() nesta situação, poderemos terminar gerando mais erros e advertências que o pretendido. include() deve ser usado quando o arquivo a ser incluído não é essencial para o correto funcionamento da página. Um exemplo disso é quando incluímos um arquivo de topo ou rodapé de páginas. |
PHP ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação Orientada a Objetos em PHP - Como criar e usar variáveis estáticas em PHPQuantidade de visualizações: 10714 vezes |
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Como já vimos em outras dicas desta seção, uma classe possui propriedades (variáveis) e métodos. Dessa forma, cada instância (cópia ou objeto) desta classe possui suas próprias cópias das variáveis declaradas na classe. Veja a seguinte declaração de uma classe Produto:
<?
// classe Produto com duas variáveis privadas e seus
// correspondentes métodos mutatórios e acessórios
class Produto{
private $nome;
private $preco;
public function setNome($nome){
$this->nome = $nome;
}
public function getNome(){
return $this->nome;
}
public function setPreco($preco){
$this->preco = $preco;
}
public function getPreco(){
return $this->preco;
}
}
?>
Aqui cada instância da classe Produto terá suas próprias variáveis $nome e $preco. Há, porém, situações nas quais gostaríamos que uma determinada variável pertencesse à classe e não à cada instância individual. Um bom exemplo disso seria uma variável que registra a quantidade de instâncias que temos de uma classe ou a técnica de se atribuir um identificador único a cada instância da classe. Variáveis estáticas em PHP podem ser criadas por meio do uso da palavra-chave static. É comum tais variáveis serem declaradas com o modificador public, o que as torna acessíveis fora da classe na qual estas estão declaradas. Veja um exemplo:
<?
// classe Produto com duas variáveis privadas e seus
// correspondentes métodos mutatórios e acessórios
class Produto{
private $nome;
private $preco;
// uma variável estática que permite contar as instâncias
// desta classe
public static $contador = 0;
// construtor da classe Produto
function __construct(){
// vamos incrementar o contador aqui
self::$contador++;
}
}
// vamos criar duas instâncias da classe Produto
$p1 = new Produto();
$p2 = new Produto();
// vamos obter o valor do contador de instâncias
echo "Até este momento já criamos " . Produto::$contador .
" instâncias da classe Produto";
?>
Este código possui alguns pontos interessantes e merece uma análise bem detalhada. Perceba que, dentro da classe, uma variável estática é acessada usando-se self e não $this, como fazemos com as variáveis de instâncias. Outra observação interessante é em relação ao acesso da variável estática fora da classe. Aqui nós usamos o nome da classe seguida por um par de dois pontos "::" e não por meio de referências às suas instâncias individuais. Finalmente observe o construtor da classe. A cada instância construída nós acessamos a variável estática e incrementamos seu valor em 1. É importante observar que variáveis estáticas não podem ser acessadas por meio de referências às instâncias da classe usando o operador "->". Assim, o trecho de código abaixo: // vamos tentar alterar o valor da variável estática por meio // de uma referência a uma das instâncias da classe Produto $p1->contador = 5; não provoca erros mas, também não traz o resultado esperado. |
Ruby ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como pesquisar uma substring em uma string em Ruby usando o método index() da classe StringQuantidade de visualizações: 7851 vezes |
Este exemplo mostra como usar o método index() da classe String da linguagem Ruby para testar a existência de uma substring em uma string. Se a substring pesquisada não for encontrada na string, o valor nil é retornado. Veja:
# declara e inicializa uma variável string
frase = "Gosto muito de Ruby"
substring = "Ruby"
# vamos verificar se a substring está contida
# na string
if frase.index(substring) != nil
puts("A substring está contida na string")
else
puts("A substring NÃO está contida na string")
end
Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado: A substring está contida na string |
R ::: Dicas & Truques ::: Trigonometria - Funções Trigonométricas |
Como calcular o comprimento da hipotenusa em R dadas as medidas do cateto oposto e do cateto adjascenteQuantidade de visualizações: 1442 vezes |
Nesta dica mostrarei como é possível usar a linguagem R para retornar o comprimento da hipotenusa dadas as medidas do cateto oposto e do cateto adjascente. Vamos começar analisando a imagem a seguir:![]() Veja que, nessa imagem, eu já coloquei os comprimentos da hipotenusa, do cateto oposto e do cateto adjascente. Para facilitar a conferência dos cálculos, eu coloquei também os ângulos theta (que alguns livros chamam de alfa) e beta já devidamente calculados. Então, sabendo que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos (Teorema de Pitógoras): \[c^2 = a^2 + b^2\] Tudo que temos a fazer a converter esta fórmula para código R (um script do R). Veja:
a <- 20 # medida do cateto oposto
b <- 30 # medida do cateto adjascente
# agora vamos calcular o comprimento da hipotenusa
c <- sqrt(a ^ 2 + b ^ 2)
# e mostramos o resultado
paste("O comprimento da hipotenusa é:", c)
Ao executar este código R (script do R) nós teremos o seguinte resultado: [1] "O comprimento da hipotenusa é: 36.0555127546399" Como podemos ver, o resultado retornado com o código R confere com os valores da imagem apresentada. |
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