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Portugol ::: Dicas & Truques ::: Geometria, Trigonometria e Figuras Geométricas |
Como calcular o coeficiente angular de uma reta em Portugol dados dois pontos no plano cartesianoQuantidade de visualizações: 604 vezes |
O Coeficiente Angular de uma reta é a variação, na vertical, ou seja, no eixo y, pela variação horizontal, no eixo x. Sim, isso mesmo. O coeficiente angular de uma reta tem tudo a ver com a derivada, que nada mais é que a taxa de variação de y em relação a x. Vamos começar analisando o seguinte gráfico, no qual temos dois pontos distintos no plano cartesiano: ![]() Veja que o segmento de reta AB passa pelos pontos A (x=3, y=6) e B (x=9, y=10). Dessa forma, a fórmula para obtenção do coeficiente angular m dessa reta é: \[\ \text{m} = \frac{y_2 - y_1}{x_2 - x_1} = \frac{\Delta y}{\Delta x} = tg \theta \] Note que __$\Delta y__$ e __$\Delta x__$ são as variações dos valores no eixo das abscissas e no eixo das ordenadas. No triângulo retângulo que desenhei acima, a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto oposto e a variação __$\Delta y__$ se refere ao comprimento do cateto adjascente. Veja agora o trecho de código na linguagem Portugol que solicita as coordenadas x e y dos dois pontos, efetua o cálculo e mostra o coeficiente angular m da reta que passa pelos dois pontos: // Calcular o coeficiente angular de uma reta em Portugol programa { // vamos incluir a biblioteca Matematica inclua biblioteca Matematica --> mat funcao inicio() { // coordenadas dos dois pontos real x1, y1, x2, y2 // guarda o coeficiente angular real m // x e y do primeiro ponto escreva("Coordenada x do primeiro ponto: ") leia(x1) escreva("Coordenada y do primeiro ponto: ") leia(y1) // x e y do segundo ponto escreva("Coordenada x do segundo ponto: ") leia(x2) escreva("Coordenada y do segundo ponto: ") leia(y2) // vamos calcular o coeficiente angular m = (y2 - y1) / (x2 - x1) // mostramos o resultado escreva("O coeficiente angular é: ", m) } } Ao executar este código Portugol Webstudio nós teremos o seguinte resultado: Coordenada x do primeiro ponto: 3 Coordenada y do primeiro ponto: 6 Coordenada x do segundo ponto: 9 Coordenada y do segundo ponto: 10 O coeficiente angular é: 0.6666666666666666 No entanto, fique atento às propriedades do coeficiente angular da reta: 1) O coeficiente angular é positivo quando a reta for crescente, ou seja, m > 0; 2) O coeficiente angular é negativo quando a reta for decrescente, ou seja, m < 0; 3) Se a reta estiver na horizontal, ou seja, paralela ao eixo x, seu coeficiente angular é zero (0). 4) Se a reta estiver na vertical, ou seja, paralela ao eixo y, o coeficiente angular não existe. |
Python ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios |
Como criar um diretório em Python usando a função mkdir() do módulo osQuantidade de visualizações: 3223 vezes |
Podemos usar a função mkdir() do módulo os da linguagem Python para criarmos diretórios. Em sua versão mais simples, este método pede somente o nome e caminho do diretório a ser criado. Se o caminho for omitido, o novo diretório será criado no diretório atual, ou seja, o diretório da aplicação Python. Veja um exemplo no qual criamos um diretório chamado "app" no diretório "C:\estudos_python": # importa o módulo os import os # método principal def main(): # nome do diretório diretorio = "C:\\estudos_python\\app" # vamos criar o diretório os.mkdir(diretorio) # mostramos o resultado print('O diretório foi criado com sucesso.') if __name__== "__main__": main() Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado: c:\estudos_python>python estudos.py O diretório foi criado com sucesso. Note que um erro do tipo FileExistsError será exibido se o diretório já existir: Traceback (most recent call last): File "c:\estudos_python\estudos.py", line 16, in <module> main() File "c:\estudos_python\estudos.py", line 10, in main os.mkdir(diretorio) FileExistsError: [WinError 183] Não é possível criar um arquivo já existente: 'C:\\estudos_python\\app' Uma forma de evitar este erro é verificar se o diretório já existe ou usar uma construção try...except. Veja: # importa o módulo os import os # método principal def main(): # nome do diretório diretorio = "C:\\estudos_python\\app" try: # vamos criar o diretório os.mkdir(diretorio) # mostramos o resultado print('O diretório foi criado com sucesso.') except os.error as error_msg: print("Houve um erro: %s" % str(error_msg)) if __name__== "__main__": main() Execute o código novamente e veja como o tratamento de erro ficou mais elegante. |
Firebird ::: Dicas & Truques ::: Tipos de Dados |
Como usar os tipos CHAR e VARCHAR do FirebirdQuantidade de visualizações: 16246 vezes |
O Firebird fornece dois tipos de dados básicos para armazenar informação em texto ou caracteres: CHAR e VARCHAR (O tipo BLOB também permite armazenar caracteres por meio de seu sub-tipo text). CHAR e VARCHAR são tipos de dados que podem armazenar quaisquer informações do tipo texto. Números que não serão envolvidos em cálculos, tais como CEPs, números de ruas, etc, são geralmente armazenados em campos do tipo CHAR ou VARCHAR. O comprimento de um campo do tipo CHAR ou VARCHAR é informado entre parênteses, e pode ser um valor inteiro que vai de 1 até 32.767. Esta largura de caracteres é extremamente útil quando precisamos armazenar dados de tamanho fixo ou pré-definido, tais como códigos de CEPs para um determinado país. Comparado com a maioria dos outros bancos de dados, o Firebird armazena somente as informações significantes. Se um campo é definido como CHAR(100), mas contém apenas 10 caracteres, os bytes definidos adicionalmente não são usados. Isso acontece porque o Firebird armazena os tipos CHAR e VARCHAR de forma igual, e não preenche o espaço não usado com caracteres vazios. Tanto CHAR quanto VARCHAR são guardados na memória em sua forma declarada, mas, o registro é comprimido antes da armazenagem. Além disso, tenha em mente que os campos do tipo VARCHAR exigem mais espaço de armazenamento que os campos do tipo CHAR. Isso ocorre porque, ao armazenar um VARCHAR, o Firebird adiciona dois bytes que serão usados para guardar o real tamanho do campo (o tamanho declarado). Desta forma, um CHAR ocupará menos espaço de armazenamento. Contudo, quando fazemos um SELECT envolvendo campos do tipo VARCHAR, o Firebird removerá os dois bytes adicionados anteriomente e retornará o valor armazenado. Quando um SELECT é efetuado com campos do tipo CHAR, o Firebird retorna o valor e os espaços em branco. Em termos práticos podemos considerar esta regra: somente use CHAR se você for armazenar strings com poucos caracteres. A exceção a esta regra acontece quando estamos trabalhando com tabelas intermediárias exigidas para a exportação de dados para arquivos de tamanhos fixos. Neste caso os campos CHAR de tamanho fixo trarão uma enorme vantagem. Esta forma eficiente de armazenamento do Firebird pode trazer algumas confusão, principalmente quando estamos importando dados, uma vez que bases de dados Paradox e dBase guardam também os espaços em branco. Assim, depois de importar um arquivo dBase de 10Mb para o Firebird, o resultado será algo em torno de 3-6Mb, ainda que todos os dados tenham sido importados corretamente. Observe também que campos CHAR indexados não devem ter mais que 80 caracteres de comprimento (Firebird 2.5). Quando estamos criando campos do tipo CHAR, este tipo de dados pode ser definido como CHAR ou CHARACTER. Já o tipo VARCHAR pode ser definido como VARCHAR, CHARACTER VARYING ou CHAR VARYING. Veja um comando DDL CREATE TABLE usado para criar uma tabela do Firebird contendo campos do tipo CHAR e VARCHAR: CREATE TABLE PESSOAS( ID INTEGER NOT NULL, NOME VARCHAR(40) NOT NULL, SEXO CHAR(1) NOT NULL ); Aqui o campo ID é do tipo INTEGER, NOME é do tipo VARCHAR(40) e SEXO é do tipo CHAR(1). Veja agora um comando DML INSERT INTO que mostra como inserir um novo registro nesta tabela: INSERT INTO PESSOAS VALUES(12, 'OSMAR J. SILVA', 'M'); É importante notar que, se um campo for do tipo CHAR(1) e, na query INSERT ou UPDATE nós fornecermos dois ou mais caracteres, o Firebird se recusará a gravar ou atualizar o registro, exibindo a seguinte mensagem de erro: Arithmetic overflow or division by zero has occurred. arithmetic exception, numeric overflow, or string truncation. string right truncation. |
C# ::: LINQ ::: LINQ to Objects |
Como retornar o maior elemento em um array de int em C# usando a função Max() do LINQQuantidade de visualizações: 1132 vezes |
Nesta dica mostrarei, em um exemplo bem simples, como podemos usar o método Max() do LINQ (Language-Integrated Query) do C# para retornar o maior elemento de um vetor de inteiros. Note que temos um vetor de int com os valores {5, 2, 8, 3, 0, 1} e o valor 8 deverá ser retornado como sendo o maior. Veja o código completo para o exemplo: using System; using System.Linq; namespace Estudos { class Principal { static void Main(string[] args) { // vamos construir um vetor de inteiros int[] valores = {5, 2, 8, 3, 0, 1}; // vamos obter o maior elemento do vetor int maior = valores.Max(); // vamos mostrar o resultado Console.WriteLine("O maior valor é: {0}", maior); Console.WriteLine("\nPressione uma tecla para sair..."); Console.ReadKey(); } } } Ao executar este código C# nós teremos o seguinte resultado: O maior valor é: 8 Fique atento ao fato de que o método Max() pode atirar uma exceção do tipo InvalidOperation se o array ou coleção estiver vazia ou não incluir nenhum elemento que se encaixe nas condições testadas. Veja o resultado ao chamarmos este método em um vetor vazio: System.InvalidOperationException HResult=0x80131509 Message=Sequence contains no elements Source=System.Linq StackTrace: at System.Linq.ThrowHelper.ThrowNoElementsException() at System.Linq.Enumerable.Max(IEnumerable`1 source) at Estudos.Principal.Main(String[] args) in C:\estudos_c#\Estudos\Principal.cs:line 11 |
wxWidgets ::: Dicas & Truques ::: wxFrame |
Como usar a classe wxFrame para criar a janela principal de suas aplicações C++ wxWidgetsQuantidade de visualizações: 2059 vezes |
A classe wxFrame, definida no arquivo <wx/frame.h>, herda diretamente da classe wxTopLevelWindow (que herda de wxWindow) e, em geral, é usada para representar a janela principal da aplicação. Em tempo de execução seu tamanho pode ser alterado, maximizado, restaurado e minimizado. Esta janela também inclui uma borda mais grossa, uma barra de títulos e, opcionalmente, uma barra de menus, uma barra de ferramentas ou uma barra de status. Uma wxFrame pode atuar como um contâiner para outros controles, tais como botões, caixa de texto, listas, tabelas, etc. No entanto, não podemos inserir em uma wxFrame uma outra wxFrame ou um diálogo. O construtor não vazio da classe wxFrame é: wxFrame::wxFrame(wxWindow* parent, wxWindowID id, const wxString& title, const wxPoint& pos = wxDefaultPosition, const wxSize& size = wxDefaultSize, long style = wxDEFAULT_FRAME_STYLE, const wxString& name = wxFrameNameStr) O parâmetro parent pode ser, e geralmente é, NULL. Se esse valor for diferente de NULL, a frame será minimizada quando sua janela mãe foi minimizada e restaurada quando esta for restaurada. Note que estamos falando de aplicações de janelas de múltiplos documentos (janelas MDI). O parâmetro id é o identificador da janela. Podemos informar -1 para indicar um valor default. O parâmetro title é o texto a ser exibido na barra de títulos da janela. O parâmetro pos é a posição da janela, expressa como um wxPoint (coordenada x e y). Se fornecermos o valor wxDefaultPosition para este parâmetro, a posição da janela será escolhida pelo sistema de janelas ou pela biblioteca wxWidgets, dependendo da plataforma. O parâmetro size é o tamanho da janela, expresso como um wxSize (largura e altura). O valor wxDefaultSize indica o tamanho padrão (default), escolhido pelo sistema de janelas ou pela biblioteca wxWidgets, dependendo da plataforma. O parâmetro style é o estilo da janela. O valor padrão é wxDEFAULT_FRAME_STYLE (que pode ser redimensionada, possui um botão de minimizar, de maximizar, etc). O parâmetro name é usado para associar a janela com um item nomeado, permitindo a personalização individual da janela em sistemas que usam o Motif. No Windows este parâmetro não possui nenhum efeito. Vamos ao código agora. Veja os arquivos de definição e de implementação para a criação de uma janela wxFrame: Código para janelaprincipal.h: #ifndef _JANELAPRINCIPAL_H #define _JANELAPRINCIPAL #include <wx/wx.h> // Definição da nossa janela wxFrame class JanelaPrincipal : public wxFrame{ public: // construtor não vazio JanelaPrincipal(const wxChar *titulo, int posX, int posY, int largura, int altura); // destrutor ~JanelaPrincipal(); }; #endif // _JANELAPRINCIPAL_H Código para janelaprincipal.cpp: #include "janelaprincipal.h" // arquivo de implementação JanelaPrincipal::JanelaPrincipal(const wxChar *titulo, int posX, int posY, int largura, int altura) : wxFrame((wxFrame *)NULL, -1, titulo, wxPoint(posX, posY), wxSize(largura, altura)){ // não vamos fazer nada aqui por enquanto } JanelaPrincipal::~JanelaPrincipal(){ // por enquanto vamos deixar o construtor vazio } Agora veja o arquivo de definição e de implementação necessários para a criação e exibição da nossa janela: Código para aplicacao.h: #include <wx/wx.h> // arquivo de definição // declaramos a classe application class MinhaAplicacao : public wxApp{ public: // é chamado no startup da aplicação virtual bool OnInit(); }; // declara MinhaAplicacao& GetApp() DECLARE_APP(MinhaAplicacao) Código para aplicacao.cpp #include "aplicacao.h" #include "janelaprincipal.h" // arquivo de implementação // aqui o wxWidgets cria nosso objeto MinhaAplicacao e o associa // com a função de entrada main() ou WinMain() IMPLEMENT_APP(MinhaAplicacao) bool MinhaAplicacao::OnInit(){ // vamos criar nossa janela JanelaPrincipal *janela = new JanelaPrincipal(wxT("Cadastro"), 50, 50, 500, 400); // vamos exibir a janela wxFrame janela->Show(TRUE); // essa vai ser a janela principal da aplicação SetTopWindow(janela); // podemos iniciar o loop de eventos return true; } Note que, para que a janela seja visível na tela, devemos fazer uma chamada ao método Show() e fornecer o valor TRUE. Esta função é definida originalmente em wxWindow. Veja também que chamamos SetTopWindow() para informar ao wxWidgets que esta é a janela principal, razão pela qual fornecemos o valor NULL para o parâmetro parent. |
Python ::: NumPy Python Library (Biblioteca Python NumPy) ::: Passos Iniciais |
Machine Learning para iniciantes - Como usar a biblioteca NumPy em seus programas PythonQuantidade de visualizações: 2304 vezes |
Criada em 2005 por Travis Oliphant, a biblioteca NumPy é uma biblioteca Python que, embora escrita parcialmente em código Python, possui trechos de código C ou C++, principalmente as partes que requerem processamento ou computação mais veloz. Estudiosos, entusiastas e desenvolvedores de soluções envolvendo Data Science, Deep Learning, Machine Learning e Inteligência Artificial (IA) em geral, encontram nessa biblioteca muitas funções úteis para a criação e manipulação de vetores e matrizes, além de funções para trabalhar no domínio de algebra linear e transformação fourier. A biblioteca NumPy (Numerical Python) é um projeto open source e pode ser usada livremente em qualquer programa Python. Uma das razões para a sua adoção é a substituição das listas Python pelos vetores e matrizes NumPy, já que estes últimos são 50 vezes mais rápidas que as listas Python, que muitas vezes fazem o papel de arrays. Minha instalação do Python já possui a biblioteca NumPy? A melhor forma de descobrir se a NumPy já está disponível para os seus códigos Python é rodando o seguinte trecho de código: # importamos a bibliteca NumPy import numpy as np def main(): # construimos um vetor de cinco elementos vetor = np.array([20, 3, 87, 4, 120]) # imprimimos seu conteúdo print(vetor) if __name__== "__main__": main() Se você vir o resultado abaixo: [ 20 3 87 4 120] então sua instalação do Python já contém a biblioteca NumPy e você está pronto(a) para experimentar as demais dicas e truques dessa seção. Porém, se você ainda não tiver a NumPy, a seguinte mensagem de erro será exibida: Exception has occurred: ModuleNotFoundError No module named 'numpy' File "C:\estudos_python\estudos.py", line 2, in <module> import numpy as np Não se desespere. Basta abrir uma janela de prompt e disparar o comando abaixo: pip install numpy Aguarde alguns minutos para que o Pip baixe e instale a biblioteca. Em seguida tente executar o código acima novamente. Agora é só aproveitar tudo que a biblioteca NumPy tem a nos oferecer. |
C++ ::: Fundamentos da Linguagem ::: Estruturas de Controle |
C++ para iniciantes - Como usar o laço for em C++Quantidade de visualizações: 23020 vezes |
O laço for é usado quando queremos executar um bloco de códigos um determinado número de vezes. Este laço é composto de três partes:for(início; condição; incremento/decremento){ bloco de instruções } A parte início é executada uma única vez (na entrada do laço). Geralmente é nesta parte que declaramos e inicializamos a variável de controle. Na parte condição nós testamos a condição atual da variável de controle, para verificar se o laço pode continuar sua execução. Na parte do incremento/decremento nós alteramos o valor da variável de controle. Finalmente o bloco de instruções representa as instruções que serão executadas no laço. Veja um exemplo de laço for no qual exibimos os números de 0 a 10: #include <string> #include <iostream> using namespace std; int main(int argc, char *argv[]){ // um laço for que conta de 0 a 10 for(int i = 0; i <= 10; i++){ cout << i << "\n"; } cout << "\n\n"; system("PAUSE"); // pausa o programa return EXIT_SUCCESS; } Veja agora um laço for usado para exibir os números de 10 a 0: #include <string> #include <iostream> using namespace std; int main(int argc, char *argv[]){ // um laço for que conta de 10 a 0 for(int i = 10; i >= 0; i--){ cout << i << "\n"; } cout << "\n\n"; system("PAUSE"); // pausa o programa return EXIT_SUCCESS; } É importante observar que mais de uma expressão podem ser executadas nas partes início e incremento/decremento de um laço for. Veja um exemplo: #include <string> #include <iostream> using namespace std; int main(int argc, char *argv[]) { // um laço for que conta de 10 a 0 for(int i = 0, x = 4; i <= 10; i++, x += 2){ cout << (i * x) << "\n"; } cout << "\n\n"; system("PAUSE"); // pausa o programa return EXIT_SUCCESS; } |
Ruby ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres |
Como trabalhar com strings em RubyQuantidade de visualizações: 8359 vezes |
Strings em Ruby são usadas para representar palavras, frases e textos e são bem parecidas com strings em outras linguagens dinâmicas, tais como Perl, Python e PHP. Além disso, strings em Ruby são dinâmicas, mutáveis e flexíveis. Podemos declarar e definir uma variável do tipo string em Ruby da seguinte forma: nome = "Osmar J. Silva" puts nome Em ruby, strings são objetos da classe String. Isso quer dizer que podemos efetuar chamadas à uma grande variedade de métodos desta classe a partir de qualquer variável do tipo string. Veja um exemplo: nome = "Osmar" puts nome.length Este exemplo exibirá a quantidade de caracteres contidos na string nome. Strings em Ruby podem estar contidas em aspas duplas ou aspas simples: nome = "Osmar J Silva" puts(nome) nome = 'Osmar J Silva' puts(nome) A diferença é que, quando usamos aspas duplas, podemos codificar dados binários dentro da string, assim como usar "\n" para provocar quebras de linha. Quando usamos aspas simples, podemos usar apenas "\'" para exibir uma aspa simples e "\\" para exibir uma barra invertida. |
Java ::: Classes e Componentes ::: JTextArea |
Java Swing - Como definir a cor de fundo para um JTextAreaQuantidade de visualizações: 130 vezes |
Nesta dica mostrarei como podemos aplicar uma cor de fundo a um controle área de texto, ou seja, um JTextArea do Java Swing. Para isso nós só precisamos fazer uma chamada ao seu método setBackground() e passar a cor desejada. Veja um exemplo de como isso pode ser feito: textArea = new JTextArea(10, 20); // Define a cor de fundo textArea.setBackground(Color.YELLOW); Note que aqui nós temos uma variável chamada textArea, do tipo JTextArea. |
Java ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Arrays e Matrix (Vetores e Matrizes) |
Exercícios Resolvidos de Java - Como verificar quantas vezes um valor é encontrado em um vetor - Como usar vetores e matrizes em JavaQuantidade de visualizações: 16228 vezes |
Pergunta/Tarefa: Escreva um programa Java que declara, constrói e inicializa um vetor de 10 inteiros. Em seguida peça para que o usuário informe um valor a ser pesquisado. Faça uma varredura no vetor e informe quantas vezes o valor pesquisado é encontrado: // declara, constrói e inicializa um vetor de 10 inteiros int valores[] = {4, 21, 9, 8, 12, 21, 4, 4, 1, 10}; Informe um valor: 4 O valor foi encontrado: 3 vezes Informe um valor: 8 O valor foi encontrado: 1 vezes Informe um valor: 3 O valor foi encontrado: 0 vezes Veja a resolução comentada deste exercício usando Java: package estudos; import java.util.Scanner; public class Estudos{ public static void main(String[] args){ // declara, constrói e inicializa um vetor de 10 inteiros int valores[] = {4, 21, 9, 8, 12, 21, 4, 4, 1, 10}; // para ler a entrada do usuário Scanner entrada = new Scanner(System.in); // vamos ler um valor inteiro System.out.print("Informe um valor: "); int pesquisa = Integer.parseInt(entrada.nextLine()); // vamos verificar quantas vezes o valor informado está // contido no vetor int repeticoes = 0; for(int i = 0; i < valores.length; i++){ if(valores[i] == pesquisa){ repeticoes++; // encontrou? vamos contar esta ocorrência } } // vamos mostrar o resultado System.out.println("O valor foi encontrado: " + repeticoes + " vezes"); } } |
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