Rust ::: Fundamentos da Linguagem ::: Compilador rustc |
Como escrever um "Hello, World!" na linguagem Rust usando a ferramenta rustcQuantidade de visualizações: 935 vezes |
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Então você já fez a instalação do Rust, testou o seu funcionamento disparando "rustc --version" em uma janela de terminal e agora quer começar a aprender mais sobre a linguagem? Que tal começar escrevendo o famoso "Hello, World!" ("Olá, Mundo!")? Nesta dica mostrarei como essa tarefa é fácil, principalmente se optarmos pelo uso da ferramenta rustc. Lembre-se, no entanto, que rustc é usado diretamente quando estamos escrevendo aplicações simples, provas de conceito, protótipos e coisas assim. Para aplicações mais complexas, é sempre recomendado o uso do Cargo, que é um sistema de build e gerenciador de pacotes do Rust. Então vamos começar. Abra o seu editor de códigos favorito (tal como o Notepad++) e digite a seguinte listagem:
fn main() {
println!("Hello, world! Aqui é Rust na veia.");
}
Salve este arquivo como "estudos.rs" no diretório de sua preferência. Aqui eu optei por salvá-lo em um diretório chamado "C:\estudos_rust". Agora vamos compilar nosso programa Rust. Abra uma janela de terminal e navegue até o diretório que você salvou o arquivo "estudos.rs" e dispare o comando abaixo: C:\Users\Osmar>cd c:\estudos_rust c:\estudos_rust>rustc estudos.rs Se tudo correr bem, você verá a criação de um arquivo "estudos.exe". Para executá-lo pela linha de comando nós só precisamos disparar: c:\estudos_rust>estudos Hello, world! Aqui é Rust na veia. Simples, né? No entanto, se dermos duplo-clique em cima do executável gerado, ele abre e fecha automaticamente. Não seria bom exibir uma mensagem do tipo "Pressione uma tecla para fechar..."? Basta modificar seu código para a versão abaixo:
// importamos a biblioteca io
use std::io;
use std::io::Write;
fn main() {
println!("Hello, world! Aqui é Rust na veia.");
// procedimento para pausar o programa
let mut resposta = String::new();
print!("\nPressione Enter para sair...");
io::stdout().flush().unwrap();
io::stdin().read_line(&mut resposta)
.expect("Erro ao ler a entrada do usuário");
}
Sim, eu sei que agora nós adicionamos código demais para alcançar um detalhe tão simples. Mas, à medida que a linguagem Rust evolui, talvez os desenvolvedores resolvam simplificar esta parte. Compile o programa novamente e experimente abrir o executável com duplo-clique. Você verá que agora o programa fica aguardando o pressionamento da tecla Enter para fechar. |
Java ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos |
Programação orientada a objetos em Java - Como criar e usar interfaces em seus programas JavaQuantidade de visualizações: 12312 vezes |
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Muitos estudantes de Java torcem o nariz quando nós, professores e instrutores, tocamos no assunto de interfaces. Definitivamente este não é um tópico fácil de entender ao primeiro contato. Comecemos com uma analogia simples. É sabido que é cada vez maior o número de softwares sendo desenvolvidos em equipes, ou seja, o projeto do software é desmembrado e suas funcionalidades são implementadas por grupos diferentes de programadores. Quando estamos desenvolvendo software em grupos de programadores, é comum desenvolvermos partes que dependem do trabalho de um outro grupo. E, nem sempre podemos esperar que uma parte da qual dependemos fique pronta para só então progredirmos. Para isso, um contrato entre os grupos de programadores é firmado. E este contrato é o que chamamos de interface. Suponhamos que em um determinado momento meu grupo está desenvolvendo código que depende da parte de impressão, sendo desenvolvida por outro grupo. Todos se reúnem e decidimos quais funcionalidades a classe de impressão terá e quais métodos públicos serão disponibilizados. Feito isso, uma interface contendo a assinatura destes métodos é disponibilizada para todos e o desenvolvimento continua. Mais tarde, quando a classe de impressão estiver sendo desenvolvida, ela poderá implementar a interface anteriormente disponibilizada e tudo está resolvido. Sendo assim, uma interface na linguagem de programação Java é um tipo referência, similar a uma classe. A diferença é que uma interface pode conter apenas constantes e assinaturas e métodos. Não há a implementação dos corpos dos métodos. Além disso, interfaces não podem ser instanciadas usando new. Veja o que acontece quando tentamos fazer isso (lembre-se de que List é interface):
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
// cria um objeto da interface List
List lista = new List();
}
}
Ao tentarmos compilar este código teremos a seguinte mensagem de erro:
Estudos.java:6: java.util.List is abstract;
cannot be instantiated
List lista = new List();
^
1 error
Interfaces devem ser implementadas por classes ou extendidas por outras interfaces. Agora, um detalhe interessante. Se você verificar a API do Java, verá que a interface List é implementada pelas classes AbstractList, ArrayList, LinkedList e Vector. Desta forma, o código anterior pode ser modificado para:
import java.util.*;
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
// cria um objeto da interface List
List lista = new ArrayList();
}
}
Este código compila normalmente e fortalece nossa discussão a respeito da interface de impressão. O sistema inteiro pode fazer referências a uma interface e, para que ele funcione da forma esperada, só precisamos fornecer a classe que implementa a interface no momento de instanciar os objetos. Isso demonstra que o nome de uma interface pode ser usado em qualquer lugar no qual um tipo da classe que a implementa seja necessário. Vamos ver agora como criar uma interface chamada Pessoa. Veja:
public interface Pessoa{
public void setNome(String nome);
public String getNome();
}
Salve esta interface como Pessoa.java e a compile. Pronto! Esta interface já pode ser usada no sistema, contanto que todos do grupo tenham concordado com as assinaturas dos métodos. Agora observe uma classe Cliente que implementa esta interface:
public class Cliente implements Pessoa{
private String nome;
private int idade;
public void setNome(String nome){
this.nome = nome;
}
public String getNome(){
return this.nome;
}
}
Salve este código como Cliente.java e o compile. O primeiro detalhe a observar é o uso da palavra-chave implements para mostrar que a classe implementa a interface Pessoa. Note também que a classe fornece implementação para todos os métodos da interface. Não seguir esta regra geraria o seguinte erro de compilação:
Cliente.java:1: Cliente is not abstract and
does not override abstract method getNome() in
Pessoa
public class Cliente implements Pessoa{
^
1 error
Em resumo, uma interface define um protocolo de comunicação entre dois objetos e pode conter, além das assinaturas dos métodos, constantes. Neste caso todas estas constantes serão implicitamente public, static e final. Mesmo que estes modificadores sejam omitidos. |
Java ::: Fundamentos da Linguagem ::: Tipos de Dados |
Como usar o tipo de dados char da linguagem JavaQuantidade de visualizações: 25767 vezes |
O tipo de dados char é usado para representar um único caractere. Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
char letra1 = 'A';
char letra2 = 'B';
System.out.println("As letras são: "
+ letra1 + " e " + letra2);
System.exit(0);
}
}
Observe que um literal string deve estar entre aspas duplas, enquanto que um literal do tipo caractere deve estar entre aspas simples. Desta forma, "H" é uma string e 'H' é um caractere. O tipo char é integral mas sem sinal. A faixa de uma variável deste tipo vai de 0 à 65536. Os caracteres em Java são codificados em Unicode, que é um codificação de 16 bits capaz de representar uma larga faixa de caracteres internacionais. Se os 9 bits mais significantes de um char forem todos 0, então a codificação será a mesma que o ASCII de 7 bits. É possível atribuir literais inteiros à uma variável do tipo char. Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
char letra = 98;
System.out.println("A letra é: "
+ letra);
System.exit(0);
}
}
Este código exibirá o caractere 'b'. Veja um exemplo no qual imprimimos todas as letras do alfabeto minúsculo:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
for(char i = 97; i <= 122; i++){
System.out.print(i + " ");
}
System.exit(0);
}
}
O tipo char pode ser convertido (sem a necessidade de cast) para os seguintes tipos: char -> int -> long -> float -> double Não é possível converter um char em um short ou byte. Caso isso seja realmente necessário, temos que fazer uma coerção (cast). Veja:
public class Estudos{
public static void main(String args[]){
char letra = 57;
byte valor = (byte)(letra);
System.exit(0);
}
}
É fácil entender porque um char não pode ser convertido implicitamente em um byte. Um char possui 16 bits enquanto um byte possui apenas 8 bits. Mas, um short possui 16 bits. Assim, o que impede a conversão implicita de um char para um short? É simples. Como o tipo short possui sinal (aceita valores negativos) e o tipo char é sem sinal, o resultado é que o tipo short possui um bit a menos (reservado para o sinal) e portanto, não pode acomodar os 16 bits do tipo char. |
LISP ::: Desafios e Lista de Exercícios Resolvidos ::: Estruturas de Controle |
Exercícios Resolvidos de LISP - Um programa que lê duas notas, calcula a média aritmética e exibe uma mensagem de reprovado, exame ou aprovadoQuantidade de visualizações: 637 vezes |
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Pergunta/Tarefa: Escreva um programa LISP ou Common Lisp que leia duas notas (como double ou float), calcule e mostre a média aritmética e uma mensagem de acordo com as seguintes regras: 1) Se a média for inferior a 4,0 escreva "Reprovado"; 2) Se a média for igual ou superior a 4,0 e inferior a 7,0 escreva "Exame"; 3) Se a média for igual ou superior a 7,0 escreva "Aprovado". Sua saída deverá ser parecida com: Informe a primeira nota: 8 Informe a segunda nota: 7.4 A média obtida foi: 7.7 Aprovado Veja a resolução comentada deste exercício usando Common Lisp (a padronização da linguagem LISP):
; Algoritmo LISP para calcular a média de um aluno
; variáveis que vamos usar no programa
(let ((n1)(n2)(media))
; vamos solicitar as duas notas do aluno
(princ "Informe a primeira nota: ")
(force-output)
(setq n1 (read))
(princ "Informe a segunda nota: ")
(force-output)
(setq n2 (read))
; vamos calcular a média aritmética
(setq media (/ (+ n1 n2) 2))
(format t "A média obtida foi ~F" media)
; vamos verificar se o aluno foi reprovado, está de exame ou aprovado
(cond
((< media 4.0) ; reprovado
(format t "~%Reprovado"))
((and (>= media 4.0)(< media 7.0)) ; exame
(format t "~%Exame"))
(t (format t "~%Aprovado"))
)
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