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C ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como abrir ou criar arquivos em C usando a função fopen()

Quantidade de visualizações: 66676 vezes
Há muitas situações nas quais precisamos ler ou gravar dados em arquivos a partir de nossos programas C. O primeiro passo para esta tarefa é aprender a usar a função fopen(). Esta função é a responsável por conectar um ponteiro de arquivos ao arquivo que queremos manipular. Veja sua assinatura:

FILE *fopen(const char *nome, const char *modo);


O parâmetro nome é uma string que indica o nome do arquivo a ser aberto ou criado. O parâmetro modo indica se o arquivo será aberto para leitura, escrita ou ambos.

Antes de continuarmos, veja um trecho de código que tenta abrir um arquivo chamado "testes.txt" localizado no diretório "c:\":

#include <stdio.h>
#include <stdlib.h>

int main(int argc, char *argv[])
{
  FILE *arquivo = fopen("c:\\testes.txt", "r");

  // testa se o arquivo foi aberto com sucesso
  if(arquivo != NULL)
    printf("Arquivo foi aberto com sucesso.");
  else
    printf("Nao foi possivel abrir o arquivo.");

  printf("\n\n");
  system("PAUSE");
  return 0;
}

Veja que a primeira linha declara um ponteiro para a estrutura FILE e atribui a este ponteiro o resultado de uma chamada à função fopen(). Se o arquivo for aberto com sucesso, poderemos manipulá-lo a partir do ponteiro *arquivo. Do contrário, o valor NULL será retornado.

A linguagem C padrão permite a definição dos seguintes modos de abertura de arquivos:

a - abre um arquivo para inserção. Se o arquivo não existir, o sistema operacional tentará criá-lo.

r - abre um arquivo existente para leitura.

w - abre um arquivo para escrita. Se o arquivo não existir, o sistema operacional tentará criá-lo. Se o arquivo existir, todo o seu conteúdo será substituído pelo novo conteúdo.

r+ - abre um arquivo existente para leitura e gravação.

w+ - abre um arquivo para leitura e escrita. Se o arquivo não existir, o sistema operacional tentará criá-lo. Se o arquivo existir, todo o seu conteúdo será substituído pelo novo conteúdo.

a+ - abre um arquivo para inserção e leitura. Se o arquivo não existir, o sistema operacional tentará criá-lo.


Java ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística

Como calcular juros compostos e montante usando a linguagem Java - Fórmula de juros compostos em Java - Revisado

Quantidade de visualizações: 21030 vezes
O regime de juros compostos é o mais comum no sistema financeiro e, portanto, o mais útil para cálculos de problemas do dia-a-dia. Os juros gerados a cada período são incorporados ao principal para o cálculo dos juros do período seguinte.

Chamamos de capitalização o momento em que os juros são incorporados ao principal. Assim, após três meses de capitalização, temos:

1º mês: M = P .(1 + i)
2º mês: o principal é igual ao montante do mês anterior: M = P x (1 + i) x (1 + i)
3º mês: o principal é igual ao montante do mês anterior: M = P x (1 + i) x (1 + i) x (1 + i)

Simplificando, obtemos a fórmula:

M = P . (1 + i)^n

Importante: a taxa i tem que ser expressa na mesma medida de tempo de n, ou seja, taxa de juros ao mês para n meses.

Para calcularmos apenas os juros basta diminuir o principal do montante ao final do período:

J = M - P

Vejamos um exemplo:

Considerando que uma pessoa empresta a outra a quantia de R$ 2.000,00, a juros compostos, pelo prazo de 3 meses, à taxa de 3% ao mês. Quanto deverá ser pago de juros?

Veja o código Java para a resolução:

public class Estudos{
  public static void main(String args[]){
    double principal = 2000.00;
    double taxa = 0.03;
    int meses = 3;
   
    double montante = principal * Math.pow((1 + taxa), meses);  
    double juros = montante - principal;
 
    System.out.println("O total de juros a ser pago é: " 
      + juros);
    System.out.println("O montante a ser pago é: " 
      + montante);
 
    System.exit(0);
  }
}

Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado:

O total de juros a ser pago é: 185.45400000000018
O montante a ser pago é: 2185.454

É claro que uma formatação para moeda deixaria os valores mais bonitos.

Uma outra aplicação interessante é mostrar mês a mês a evolução dos juros.

Veja o código a seguir:

public class Estudos{
  public static void main(String args[]){
    double principal = 2000.00;
    double taxa = 0.03;
    int meses = 3;
    double anterior = 0.0;  
 
    for(int i = 1; i <= meses; i++){
      double montante = principal * Math.pow((1 + taxa), i);
      double juros = montante - principal - anterior;
       
      anterior += juros;
 
      System.out.println("Mês: " + i + " - Montante: " 
        + montante + " - Juros: " + juros);
    }     
 
    System.exit(0);
  }
}

Ao executarmos este código nós teremos o seguinte resultado:

Mês: 1 - Montante: 2060.0 - Juros: 60.0
Mês: 2 - Montante: 2121.7999999999997 - Juros: 61.79999999999973
Mês: 3 - Montante: 2185.454 - Juros: 63.65400000000045

Esta dica foi revisada e testada no Java 8.


PHP ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística

Como gerar um número aleatório (randômico) em PHP usando a função rand()

Quantidade de visualizações: 30724 vezes
Nesta dica mostrarei como gerar números randômicos dentro de uma determinada faixa usando a função rand() da linguagem PHP. Veja que esta função requer o limite inicial e final (incluso) da faixa a partir da qual o número aleatório será gerado.

Veja um código PHP no qual geramos um número aleatório entre 1 e 10:

<html>
<head>
<title>Estudando PHP</title>
</head>
<body>

<?php
  $num = rand(1, 10);
  echo "O número gerado foi: " . $num;
?>
 
</body>
</html>

Ao executar este código nós teremos um resultado parecido com:

O número gerado foi: 5

Obs: A partir da versão 4.2.0 do PHP, não é mais necessário usar srand() ou mt_srand() para inicializar a semente (seed) do gerador de números aleatórios.


Ruby ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como retornar o tamanho de uma string em Ruby usando a função size

Quantidade de visualizações: 8454 vezes
Em várias situações nós precisamos obter e retornar a quantidade de caracteres em uma palavra, frase ou texto em Ruby. Para isso nós podemos usar a função size, que retorna um inteiro contendo a quantidade de caracteres na string.

Veja um exemplo de seu uso:

# vamos declarar uma string
frase = "Gosto de PHP"

# vamos mostrar a string
puts "A frase é: " + frase

# vamos obter a quantidade de caracteres 
# na string
tamanho = frase.size

# exibe o resultado
puts "A frase contém " + tamanho.to_s +
  " caracteres"

Ao executar este código Ruby nós teremos o seguinte resultado:

A frase é: Gosto de PHP
A frase contém 12 caracteres


Java ::: Estruturas de Dados ::: Árvore Binária e Árvore Binária de Busca

Como percorrer uma árvore binária em Java usando o algorítmo depth-first search (DFS) de forma iterativa

Quantidade de visualizações: 1105 vezes
Nesta dica mostrarei como podemos implementar o algorítmo da Busca em Profundidade (DFS, do inglês depth-first search) em Java de forma iterativa, ou seja, sem usar recursão. Não farei a busca, mas sim o percurso, para que você entenda como a lógica dessa busca funciona.

Antes de iniciarmos, veja a árvore binária que vamos usar no exemplo:



Note que esta árvore possui seis nós. O nó 5 é o nó raiz, e possui como filhos os nós 4 e 9. O nó 4, por sua vez, possui apenas um filho, o nó 2, ou seja, o filho da esquerda. O nó 9 possui dois filhos: o nó 3 é o filho da esquerda e o nó 12 é o filho da direita. Os filhos da árvore binária que não possuem outros filhos são chamados de folhas.

Com a abordagem da busca em profundidade, começamos com o nó raiz e viajamos para baixo em uma única ramificação. Se o nó desejado for encontrado naquela ramificação, ótimo. Do contrário, continuamos subindo e pesquisando por nós não visitados. Esse tipo de busca também tem uma notação big O de O(n).

Vamos à implementação? Veja o código para a classe No, que representa um nó na árvore binária:

// implementação da classe No
class No{
  public int valor; // o valor do nó
  public No esquerdo; // o filho da esquerda
  public No direito; // o filho da direita
  
  public No(int valor){
    this.valor = valor;
    this.esquerdo = null;
    this.direito = null;
  }
}

Veja agora o código completo para o exemplo. Note que usei uma implementação não-recursiva, na qual todos os nós expandidos recentemente são adicionados a uma pilha, para realizar a exploração. O uso da pilha permite o retrocesso (backtracking) de forma a reiniciarmos o percurso ou busca no próximo nó.

Para manter o código o mais simples possível, eu usei a classe Stack do Java, juntamente com seus métodos push() e pop() para simular a pilha. Usei também uma ArrayList para guardar os valores da árvore binária na ordem depth-first.

Eis o código:

package estudos;

import java.util.ArrayList;
import java.util.Stack;

// implementação da classe No
class No{
  public int valor; // o valor do nó
  public No esquerdo; // o filho da esquerda
  public No direito; // o filho da direita
  
  public No(int valor){
    this.valor = valor;
    this.esquerdo = null;
    this.direito = null;
  }
}

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    // vamos criar os nós da árvore
    No cinco = new No(5); // será a raiz da árvore
    No quatro = new No(4);
    No nove = new No(9);
    No dois = new No(2);
    No tres = new No(3);
    No doze = new No(12);
    
    // vamos fazer a ligação entre os nós
    cinco.esquerdo = quatro;
    cinco.direito = nove;
    quatro.esquerdo = dois;
    nove.esquerdo = tres;
    nove.direito = doze;
    
    // agora já podemos efetuar o percurso depth-first
    ArrayList<Integer> valores = percursoDepthFirst(cinco);
    System.out.println("Os valores na ordem Depth-First são: " + valores);
  }
  
  public static ArrayList<Integer> percursoDepthFirst(No no){
    // vamos usar uma ArrayList para retornar os elementos
    // na ordem Depth-First
    ArrayList<Integer> valores = new ArrayList<>();
    
    // vamos criar uma nova instância de uma pilha
    Stack<No> pilha = new Stack<>();
    // já vamos adicionar o primeiro nó recebido, que é a raiz
    pilha.push(no);
    
    // enquanto a pilha não estiver vazia
    while(pilha.size() > 0){
      // vamos obter o elemento no topo da pilha
      No atual = pilha.pop();
      // adicionamos este valor no ArrayList
      valores.add(atual.valor);
	  
      // vamos colocar o filho direito na pilha
      if(atual.direito != null){
        pilha.push(atual.direito);
      }
      
      // vamos colocar o filho esquerdo na pilha
      if(atual.esquerdo != null){
        pilha.push(atual.esquerdo);
      }
    }
    
    return valores; // retorna os valores da árvore
  }
}

Ao executarmos este código Java nós teremos o seguinte resultado:

Os valores na ordem Depth-First são: [5, 4, 2, 9, 3, 12]

Compare estes valores com a imagem vista anteriormente para entender ainda melhor o percurso ou busca Depth-First.


C# ::: Dicas & Truques ::: Arquivos e Diretórios

Como renomear ou mover arquivos em C# usando a função Move() da classe File

Quantidade de visualizações: 16590 vezes
O método Move() da classe File é útil quando precisamos renomear ou mover arquivos. Este método recebe os caminhos e nomes antigo e novo do arquivo a ser renomeado ou movido de diretório. Veja um trecho de código no qual mostramos como renomear um arquivo texto (sem movê-lo para um diretório diferente):

static void Main(string[] args){
  // não esqueça
  // using System.IO;
  
  // caminho e nome atual do arquivo
  string antigo = "C:\\estudos_csharp\\arquivo.txt";
  
  // caminho e novo nome do arquivo
  string novo = "C:\\estudos_csharp\\arquivo2.txt";

  // vamos renomear o arquivo
  File.Move(antigo, novo);
  Console.WriteLine("Arquivo renomeado com sucesso.");

  Console.WriteLine("\n\nPressione uma tecla para sair...");
  Console.ReadKey();
}



PHP ::: Dicas & Truques ::: Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos em PHP - Como usar o modificador de acesso private em suas classes PHP

Quantidade de visualizações: 8839 vezes
O modificador private serve para indicar que as propriedades ou métodos (funções) de uma classe podem ser acessados somente por código residente na mesma classe. Veja um exemplo:

<?
  class Pessoa{
    private $nome;
  }

  $pessoa = new Pessoa;
  $pessoa->nome = "Osmar J. Silva";
?>

Ao executarmos este código teremos a seguinte mensagem de erro:

Fatal error: Cannot access private property 
Pessoa::$nome in C:\Apache_Web_Server\htdocs\testes.php 
on line 7

Esse erro ocorre porque a variável $nome, por estar marcada com o modificador private, não pode ser acessada por código fora da classe. Veja agora um exemplo envolvendo um método privado:

<?
  class Pessoa{
    private function somar($a, $b){
      return $a + $b;
    }
  }

  $pessoa = new Pessoa;
  echo $pessoa->somar(4, 2);
?>


Ao executarmos este código, a seguinte mensagem de erro será exibida:

Fatal error: Call to private method Pessoa::somar() 
from context '' in C:\Apache_Web_Server\htdocs\testes.php 
on line 9

Novamente, este erro é causado porque o método somar() não pode ser acessado por código fora da classe Pessoa.

É importante notar, contudo, que as propriedades e métodos privados de uma classe não podem ser acessados nem mesmo por suas classes derivadas (sub-classes).


PHP ::: PHP + MySQL ::: MySQL Improved Extension (mysqli)

Como obter a quantidade de colunas de uma tabela - Como usar a função mysqli_field_count() para contar os campos de uma tabela - Revisado

Quantidade de visualizações: 11057 vezes
Em algumas situações nós precisamos obter a quantidade de campos retornados como resultado de uma consulta SQL DML SELECT a uma determinada tabela do banco de dados. Para isso nós podemos usar o atributo field_count e a função mysqli_field_count().

A função mysqli_field_count() é usada no modo procedural, enquanto field_count é usada no modo orientado a objetos. Vamos começar com mysqli_field_count(). Veja o exemplo a seguir:

<?
  // vamos efetuar a conexão com o banco
  $con = new mysqli("localhost", "root",
    "osmar1234", "estudos");
  
  // conexão efetuada com sucesso?
  if($con->connect_errno){
    echo "Não foi possível efetuar a conexão: " . 
      $mysqli->connect_error;
    exit(); // vamos sair daqui 
  }   
 
  // obtém a quantidade de colunas de uma determinada tabela
  $query = "SELECT * FROM produtos";
  $result = mysqli_query($con, $query);
  echo "Esta tabela (retornada) possui " . 
    mysqli_field_count($con) . " colunas";
  
  // vamos fechar a conexão
  mysqli_close($con);
?>

Ao executarmos este código nós teremos um resultado parecido com:

Esta tabela (retornada) possui 4 colunas

Veja agora o mesmo exemplo usando a abordagem de programação orientada a objetos:

<?
  // vamos efetuar a conexão com o banco
  $con = new mysqli("localhost", "root",
    "osmar1234", "estudos");
  
  // conexão efetuada com sucesso?
  if($con->connect_errno){
    echo "Não foi possível efetuar a conexão: " . 
      $con->connect_error;
    exit(); // vamos sair daqui 
  }   
 
  // obtém a quantidade de colunas de uma determinada tabela
  $con->query("SELECT * FROM produtos");  
  echo "Esta tabela possui " . $con->field_count .
    " colunas";
  
  // vamos fechar a conexão
  $con->close();
?>

Esta dica foi revisada e atualizada para o PHP 8.


Java ::: Tratamento de Erros ::: Passos Iniciais

Como usar try catch em Java - Aprenda a tratar erros em Java usando o bloco try...catch

Quantidade de visualizações: 40044 vezes
A forma mais comum de tratar e se recuperar de erros em uma aplicação Java é usando o bloco try...catch. Todo o código que apresenta a possibilidade de erros ou falhas é colocado em um bloco try. E o código a ser executado caso o erro ou falha aconteça é colocado em um bloco catch. Veja a sintáxe:

try{
  // código que pode provocar erros
}
catch(Tipo_Exceção nome){
  // tratamento do erro
}

A palavra-chave catch é seguida por uma declaração do tipo de exceção sendo lançada. É aqui que entram detalhes interessantes. Antes de tratar um erro, é preciso que você saiba qual erro estará tratando. Em Java temos três tipos de erros: runtime exceptions, checked exceptions e errors. Errors não precisam ser tratados com bloco try...catch, runtime exceptions (erros causados por códigos mal escritos ou mal testados) opcionalmente usam try...catch e checked exceptions (erros que fogem ao controle do programador) devem obrigatoriamente usar try...catch.

Vamos ver um exemplo do uso de try...catch:

import java.io.*;

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    try{
      DataInputStream in = new DataInputStream(
        new BufferedInputStream(
          new FileInputStream("conteudo.txt")));
        
      while(in.available() != 0)
        System.out.print((char) in.readByte());
    } 
    catch(IOException e){
      System.out.print(e.getMessage());
    }

    System.exit(0);
  }
}  

Neste trecho de código nós tentamos ler o conteúdo de um arquivo. O que aconteceria se o arquivo não existisse? O programa entraria em colapso. Além disso, todas as operações de entrada e saída (IO) estão suscetíveis a falhas externas. Por esta razão, o compilador nos força a usar try...catch nestas situações.

Neste exemplo podemos ver que o bloco catch é seguido por uma definição da classe IOException. No entanto, este trecho de código pode também disparar a exceção FileNotFoundException. Olhando a documentação vemos que FileNotFoundException herda de IOException, que por sua vez herda de Exception. Isso nos mostra que, se não estivermos certos de qual exceção será lançada, podemos usar a superclasse Exception e usarmos o método getMessage() ou demais métodos para obter maiores informações sobre o erro.

Vamos ver mais um exemplo de try...catch. Desta vez veremos como evitar uma exceção StringIndexOutOfBoundsException:

import java.util.*;

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    String palavra = "Java";    

    Scanner in = new Scanner(System.in);
    
    System.out.print("Informe um inteiro: ");
    int indice = in.nextInt();

    try{
      System.out.println("O caractere no índice " + 
        "informado é " + palavra.charAt(indice));
    }
    catch(StringIndexOutOfBoundsException e){
      System.out.println("Erro:" + e.getMessage());
    }
  }
}

Compile, execute este código e forneça um inteiro maior que 3 para ver o resultado.


C++ ::: Dicas & Truques ::: Matemática e Estatística

Como testar se um número é par ou ímpar em C++

Quantidade de visualizações: 862 vezes
Muitas vezes precisamos saber se um determinado número é par ou ímpar. Isso pode ser feito em C++ usando-se o operador de módulo "%", que retorna o resto de uma divisão por inteiros.

Veja o exemplo a seguir:

#include <string>
#include <iostream>

using namespace std;

int main(int argc, char *argv[]){
  // variáveis usadas para resolver o problema
  int num;
  
  // vamos ler um número inteiro
  cout << "Informe um valor inteiro: ";
  cin >> num;

  // vamos testar se o número é par
  if(num % 2 == 0){
    cout << "Você informou um número par" << endl;
  }
  // é ímpar
  else{
    cout << "Você informou um número ímpar" << endl;
  }
   
  system("PAUSE"); // pausa o programa
  return EXIT_SUCCESS; 
}

Ao executar este programa C++ nós teremos o seguinte resultado:

Informe um valor inteiro: 8
Você informou um numero par

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