Lista de Exercícios Resolvidos: Java | Python | VisuAlg | Portugol | C | C# | VB.NET | C++
Você está aqui: AutoCAD .NET API C# ::: Dicas & Truques ::: Layer, Layers

Como testar se uma layer existe no AutoCAD usando a função Has() da classe LayerTable da AutoCAD .NET API C#

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Nesta dica mostrarei como podemos usar a função Has() da classe LayerTable da AutoCAD .NET API C# para testar se um determinada layer existe no documento do AutoCAD. Para isso nós vamos usar a função doc.Editor.GetString() para pedir para o usuário informar o nome da layer a ser pesquisada e, em seguida, vamos verificar se a layer existe no documento.

A tabela de layers do AutoCAD é representada por um objeto LayerTable, que é obtido usando a função GetObject() da classe Transaction. Observe o uso da função doc.Editor.WriteMessage() para mostrar o resultado da pesquisa na janela de comandos do AutoCAD.

Veja o código AutoCAD .NET C# API completo para o exemplo:

using System;
using Autodesk.AutoCAD.Runtime;
using Autodesk.AutoCAD.ApplicationServices;
using Autodesk.AutoCAD.DatabaseServices;
using Autodesk.AutoCAD.Geometry;
using Autodesk.AutoCAD.EditorInput;

[assembly: CommandClass(typeof(PluginEstudos.Class1))]
namespace PluginEstudos {
  public class Class1 {
    [CommandMethod("estudos")]
    public void Estudos() {
      // vamos obter o documento atual
      Document doc = Application.DocumentManager.MdiActiveDocument;
      // vamos obter a base de dados
      Database db = doc.Database;

      // iniciamos uma transação
      using (Transaction trans = db.TransactionManager.StartTransaction()) {
        // vamos obter a tabela de layers
        LayerTable tabela_layers;
        tabela_layers = trans.GetObject(db.LayerTableId,
          OpenMode.ForRead) as LayerTable;

        // agora vamos pedir para o usuário informar o nome da layer
        // a ser pesquisa
        // criamos as opções de leitura da entrada do usuário
        PromptStringOptions opcoes = new PromptStringOptions("\nNome da layer: ");
        // vamos permitir espaços
        opcoes.AllowSpaces = true;
        // agora pedimos para o usuário digitar a entrada
        PromptResult resultado = doc.Editor.GetString(opcoes);

        // se o usuário pressionar ESC ou cancelar o comando
        if (resultado.Status == PromptStatus.Cancel) {
          return;
        }

        // agora vamos testar se a layer existe
        if (tabela_layers.Has(resultado.StringResult)) {
          doc.Editor.WriteMessage("\nA layer " + resultado.StringResult +
            " foi encontrada com sucesso.");
        }
        else {
          doc.Editor.WriteMessage("\nA layer " + resultado.StringResult +
            " não existe.");
        }
      }
    }
  }
}

Ao executar este código AutoCAD .NET C# API nós teremos o seguinte resultado:

Nome da layer: PAREDES
A layer PAREDES foi encontrada com sucesso.

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Python ::: Dicas & Truques ::: Formatação de datas, strings e números

Como inserir uma determinada quantidade de espaços à esquerda de um valor numérico usando Python

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Este trecho de código Python mostra como definir uma quantidade de caracteres de espaço à esquerda de um valor numérico. Este exemplo funciona com inteiros. Para ponto-flutuante você deve trocar "d" por "f".

Veja o código:

# método principal
def main():
  valor = 54

  # com três espaços
  print("O valor é %5d" % valor)

  # com nove espaços
  print("O valor é %11d" % valor)

  # com quatro espaços
  print("O valor é %6d" % valor)

if __name__== "__main__":
  main()

Ao executar este código Python nós teremos o seguinte resultado:

O valor é    54
O valor é          54
O valor é     54



Java ::: Tratamento de Erros ::: Erros de Tempo de Execução

Como tratar o erro IndexOutOfBoundsException do Java - A exceção IndexOutOfBoundsException da linguagem Java

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A exceção IndexOutOfBoundsException é uma exceção (erro) que acontece quando fornecemos um índice fora dos limites permitidos para o acesso de elementos em um vetor, matriz, string ou demais coleções. Lembre-se de que os índices em Java começam em 0 e vão até a quantidade de elementos menos 1.

Antes de vermos os exemplos, observe a posição da classe pública IndexOutOfBoundsException na hierarquia de classes da plataforma Java:

java.lang.Object
  java.lang.Throwable
    java.lang.Exception
      java.lang.RuntimeException
        java.lang.IndexOutOfBoundsException


Esta classe implementa a interface Serializable e possui duas sub-classes conhecidas: ArrayIndexOutOfBoundsException e StringIndexOutOfBoundsException.

Veja um exemplo no qual tentamos acessar um elemento de um vetor usando um índice inválido:

public class Estudos{
  public static void main(String args[]){
    // um array de quatro elementos
    int[] valores = {5, 23, 76, 3};     

    // vamos fornecer um índice inválido
    System.out.println(valores[4]); 

    System.exit(0);
  }
}

Este código compila normalmente. Porém, ao tentarmos executá-lo, temos a seguinte mensagem de erro:

Exception in thread "main" 
java.lang.ArrayIndexOutOfBoundsException: 4
  at Estudos.main(Estudos.java:7)

A forma mais adequada de corrigir este erro é fornecendo um valor de índice que realmente esteja na faixa permitida. Veja agora o mesmo trecho de código usando uma string:

public class Estudos{
  public static void main(String args[]){
    String nome = "Java";     

    // vamos fornecer um índice inválido
    System.out.println(nome.charAt(4)); 

    System.exit(0);
  }
}

Compile este código e execute-o. Você verá a seguinte mensagem de erro:

Exception in thread "main" 
java.lang.StringIndexOutOfBoundsException: String 
index out of range: 4
  at java.lang.String.charAt(Unknown Source)
  at Estudos.main(Estudos.java:6)

Vamos fazer o mesmo usando uma ArrayList:

import java.util.ArrayList;

public class Estudos{
  public static void main(String[] args){
    // cria uma ArrayList que conterá strings
    ArrayList<String> nomes = new ArrayList<String>();
    
    // adiciona itens na lista
    nomes.add("Carlos");
    nomes.add("Maria");
    nomes.add("Fernanda");
    nomes.add("Osmar");    
	
    // fornecemos um índica inválido
    String nome = nomes.get(4);

    System.out.println("O valor obtido foi: " + nome); 

    System.exit(0);
  }
}

Compile, execute e veja a mensagem de erro:

Exception in thread "main" 
java.lang.IndexOutOfBoundsException: Index: 4, 
Size: 4
  at java.util.ArrayList.RangeCheck(Unknown Source)
  at java.util.ArrayList.get(Unknown Source)
  at Estudos.main(Estudos.java:15)

Veja que no caso do vetor, a exceção lançada foi ArrayIndexOutOfBoundsException, no caso da string a exceção foi StringIndexOutOfBoundsException e no caso do ArrayList tivemos IndexOutOfBoundsException. Resolvemos abordar estas três exceções em apenas uma anotação para que você perceba a semelhança entre elas.


Java ::: Dicas & Truques ::: Data e Hora

Java para iniciantes - Como usar a classe Date em suas aplicações Java

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A classe Date pertence ao pacote java.util, e, embora muitos de seus métodos estejam em desuso (Deprecated), ainda encontraremos muito código Java que usa esta classe para trabalhar com datas e horas. Veja sua posição na hierarquia de classes Java:

java.lang.Object
  java.util.Date

Esta classe implementa as interfaces Serializable, Cloneable e Comparable<Date> e suas subclasses conhecidas são Date, Time, Timestamp (todas do pacote java.sql). As informações abaixo podem ser encontradas na documentação da classe Date.

A classe Date representa um momento específico no tempo, com uma precisão de milisegundos.

Antes do JDK 1.1, esta classe tinha duas funções adicionais. Ela permitia a interpretação de datas como valores de ano, mês, dia, hora, minuto e segundo. Também permitia a formatação e parsing de strings de datas. Infelizmente, a API para estas funções não facilitava a internacionalização. Assim, a partir do JDK 1.1, a classe Calendar deve ser usada para converter entre campos de datas e horas e a classe DateFormat deve ser usada para formatar e fazer o parsing de strings de datas. Os métodos correspondentes a estas funções estão em desuso (Deprecated) na classe Date.

Embora a classe Date tenha sido projetada para refletir a hora universal coordenada (Coordinated Universal Time - UTC), ela pode não ser capaz de fazer isso corretamente, dependendo do sistema no qual a Java Virtual Machine esteja sendo executada. A grande maioria dos sistemas operacionais modernos assume que 1 dia = 24 × 60 × 60 = 86400 segundos em todos os casos. No UTC, contudo, de dois em dois anos, aproximadamente, há um segundo extra, chamado de "leap second" (a mesma idéia do ano bissexto). O leap second é sempre adicionado como o último segundo do dia e sempre nos dias 31 de dezembro ou 30 de junho. Por exemplo, o último minuto do ano de 1995 teve 61 segundos, graças ao segundo extra que foi adicionado. A maioria dos relógios dos computadores não são precisos o suficiente para refletir a distinção do leap second.

Alguns padrões de computadores são definidos em termos da hora de Greenwich (Greenwich mean time - GMT), que é o equivalente ao Universal Time (UT). GMT é o nome "civil" para o padrão, UT é o nome "científico" para o mesmo padrão. A distinção entre UTC e UT é que UTC é baseado em um relógio atômico e UT é baseado em observações astronômicas, o que para todos os propósitos práticos não traz diferença significativa. Devido à rotação da terra não ser uniforme (ela desacelera ou acelera de formas complicadas), O UT nem sempre flui uniformente. Segundos extras (Leap seconds) são inseridos conforme necessário no UTC de forma a mantê-lo dentro dos 0.9 segundos do UT1, que é uma versão do UT com algumas correções aplicadas. Há outros sistemas de datas e horas também; por exemplo, a escala de tempo pelo sistema de posicionamento global baseado em satélite (satellite-based global positioning system - GPS) é sincronizado com o UTC mas não é ajustado para os segundos extras.

Em todos os métodos da classe Date que aceitam ou retornam valores de ano, mês, dia, hora, minuto e segundos, as seguintes representações são usadas:


  • Um ano y é representado pelo inteiro y - 1900.

  • Um mês é representado por um inteiro na faixa de 0 a 11. 0 é janeiro, 1 é fevereiro e assim por diante; assim, 11 é dezembro.

  • Um dia (dia do mês) é representado por um inteiro na faixa de 1 a 31, como estamos acostumados.

  • Uma hora é representada por um inteiro na faixa de 0 a 23. Assim, a hora da meia-noite até 1 a.m. é a hora 0 e a hora do meio-dia até 1 p.m. é a hora 12.

  • Um minuto é representado por um inteiro na faixa de 0 a 59, como estamos acostumados.

  • Um segundo é representado por um inteiro na faixa de 0 a 61; os valores 60 e 61 ocorrem somente para os segundos extras (leap seconds) e somente nas implementações Java que realmente lidam com estes segundos corretamente. Devido à forma na qual leap seconds são apresentados atualmente, é pouco provável que dois leap seconds ocorrerão no mesmo minuto, mas esta especificação segue as convenções de datas e horas do ISO C.

  • Em todos os casos, argumentos fornecidos a estes métodos não precisam necessariamente estar nas faixas indicadas; por exemplo, uma data pode ser definida como 32 de janeiro e ser interpretada como 1º de fevereiro.




MySQL ::: Dicas & Truques ::: Chaves, Índices e Restrições de Integridade Referencial

Como criar chaves estrangeiras no MySQL - Como criar Foreign Keys em tabelas do MySQL

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O que é chave estrangeira (foreign key)?

O papel da chave estrangeira é manter uma referência a um registro presente em outra tabela. Imagine o seguinte cenário. Temos uma tabela livros e uma tabela autores. Neste cenário, um autor pode escrever vários livros e um livro pode ser escrito somente por um determinado autor. Aqui temos uma relação 1:N, ou seja, um para muitos: um autor pode escrever zero, um ou vários livros.

Comece analisando a tabela autores:

Field    Type               Null   Key    Default   Extra    
id       int(10) unsigned   NO     PRI    -         auto_increment    
nome     varchar(45)        NO            -                
email    varchar(45)        NO            -                
Como podemos ver, esta tabela possui três campos: id, nome e email. O campo id é do tipo int, auto-incremento e é a chave primária da tabela (não poderá haver ids repetidos nem o valor NULL). Esta tabela foi criada com o seguinte comando DDL CREATE TABLE:

CREATE TABLE autores(
  id int(10) unsigned NOT NULL auto_increment,
  nome varchar(45) NOT NULL,
  email varchar(45) NOT NULL,
  PRIMARY KEY(id)
)ENGINE=InnoDB;

Analise agora a tabela livros:

Field      Type                Null    Key    Default    Extra    
id         int(10) unsigned    NO      PRI    -          auto_increment    
titulo     varchar(45)         NO             -               
paginas    int(10) unsigned    NO             -               
id_autor   int(10) unsigned    NO             -               
Note que esta tabela possui os campos id, titulo, paginas e id_autor. Veja o comando DDL CREATE TABLE usado para sua criação:

CREATE TABLE livros(
  id INTEGER UNSIGNED NOT NULL DEFAULT NULL AUTO_INCREMENT,
  titulo VARCHAR(45) NOT NULL,
  paginas INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
  id_autor INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
  PRIMARY KEY(id)
)ENGINE = InnoDB;

O campo id é do tipo int, auto-incremento e foi marcado como chave primária. Dessa forma, o campo id identifica unicamente cada livro. O campo id_autor é do tipo int e sua função é guardar o id do autor que escreveu um determinado livro. Ao trazer o valor do campo id da tabela autores para o campo id_autor da tabela livros nós estamos relacionando as duas tabelas. O campo id_autor, neste cenário, é a chave estrangeira, pois seu valor sempre refletirá o valor do campo id da tabela autores (a única exceção é quando queremos deixar, temporariamente, um livro sem autor). Lembre-se, em uma relação 1:N, a chave estrangeira, em geral, ficará no lado N da relação.

Integridade Referencial (Restrições de Chave Estrangeira) - Referential Integrity (Foreign Key Constraints)

Imagine agora que você inseriu alguns registros na tabela autores e na tabela livros. Todas as vezes que o valor do campo id_autor na tabela livros for igual ao valor do campo id na tabela autores nós estaremos criando um relação autor-livro. É possível, a qualquer momento, listar um livro e saber de imediato o id do seu autor (isso permite fazer um join com a tabela autores para obter os dados do respectivo autor).

Mas, o que acontecerá se excluirmos um registro na tabela autores e, mais tarde, descobrirmos que o campo id_autor da tabela livros guardava uma referência para o autor excluído? Teremos a quebra da integridade referencial. Para evitar tais situações, é responsabilidade do programador escrever códigos de verificações para prevenir estas ocorrências.

Os bancos de dados, e principalmente o MySQL, possuem mecanismos para reforçar esta proteção: restrições de chave estrangeira. As restrições de chave estrangeira asseguram duas situações possíveis:

1) Não permitir que um autor seja excluído quando qualquer livro possuir uma referência a ele;

2) Se o autor for excluído, todos os livros que o referenciam também o serão.

Definindo a chave estrangeira na tabela livros usando o atributo CONSTRAINT FOREIGN KEY REFERENCES

Vamos agora reescrever o comando DDL CREATE TABLE para a tabela livros de forma a aplicar as restrições de chaves estrangeiras. Veja a nova versão:

CREATE TABLE livros(
  id INTEGER UNSIGNED NOT NULL DEFAULT NULL AUTO_INCREMENT,
  titulo VARCHAR(45) NOT NULL,
  paginas INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
  id_autor INTEGER UNSIGNED NOT NULL,
  PRIMARY KEY(id),
  CONSTRAINT livros_autores FOREIGN KEY(id_autor) REFERENCES autores(id)
)ENGINE = InnoDB;

A estrutura da tabela livros será alterada para aquela mostrada abaixo:

Field      Type                Null   Key    Default    Extra    
id         int(10) unsigned    NO     PRI    -          auto_increment    
titulo     varchar(45)         NO            -              
paginas    int(10) unsigned    NO            -                
id_autor   int(10) unsigned    NO     MUL    -
Veja que agora o campo id_autor foi sinalizado como MUL, ou seja, parte de um índice não único. Experimente agora inserir dados em ambas as tabelas e faça relacionamentos entre autores e livros. Tente excluir um autor que tenha um livro relacionado a ele. Imediatamente o MySQL abortará a operação com a seguinte mensagem de erro:

ErrorNr. 1451: Cannot delete or update a parent row: a foreign key constraint fails (`estudos/livros`, CONSTRAINT `livros_autores` FOREIGN KEY (`id_autor`) REFERENCES `autores` (`id`))

Em mais dicas desta seção você aprenderá a usar as cláusulas ON DELETE e ON UPDATE e as ações RESTRICT, SET NULL, CASCADE e NO ACTION. Todas estas cláusulas e ações são usadas para reforçar a integridade referencial de suas bases de dados.


PHP ::: Dicas & Truques ::: Strings e Caracteres

Como usar a função strpos() do PHP para encontrar a posição da primeira ocorrência de uma substring em uma string

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Em algumas situações gostaríamos de encontrar a posição da primeira ocorrência de uma substring em uma string usando PHP. Para isso podemos usar a função strpos(). Veja sua assinatura:

mixed strpos(string $haystack, mixed $needle[, int $offset = 0])

O parâmetro $haystack é a string na qual a substring será pesquisada e $needle é a substring que queremos pesquisar. O parâmetro opcional $offset é o índice a partir do qual a pesquisa será feita. Na ausência deste parâmetro, a pesquisa será feita a partir do primeiro caractere da string.

Veja um trecho de código no qual tentamos encontrar o índice da primeira ocorrência da palavra "PHP" na frase "Eu gosto de PHP":

<?php
  $pos = strpos("Eu gosto de PHP", "PHP");

  if($pos === false){
    echo "A substring não foi encontrada.";
  } 
  else{
    echo "A substring foi encontrada no índice: " . $pos;  
  }
?>

Ao executarmos este trecho de código nós teremos o seguinte resultado:

A substring foi encontrada no índice: 12

Fique atento ao uso do operador "===" para testar o retorno da função strpos(). Se você quiser inverter o teste, basta usar o operador "!==".

Para finalizar, note que a função strpos() diferencia maiúsculas de minúsculas. Se você quiser efetuar uma pesquisa de substrings desconsiderando maiúsculas e minúsculas, use a função stripos().

Ambas as funções strpos() e stripos() podem provocar o erro "Offset not contained in string" se o valor do parâmetro $offset não estiver entre 0 (incluindo e o tamanho da string.


Desafios, Exercícios e Algoritmos Resolvidos de PHP

Veja mais Dicas e truques de PHP

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